A revista Time publicou esta semana uma lista das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2016. O site CBN destacou quem são os cristãos com destaque neste relatório.
Como é frequente, a revista reconheceu o papa Francisco, mas esse ano
incluiu Mussie Zerai, o sacerdote eritreu que salvou a vida de milhares
de imigrantes no contexto da crise migratória, trabalhando com os
africanos que tentaram cruzam o mar para a Europa.
Na arena política, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, que já
disse em entrevistas: “Eu acredito em Deus, ele é meu companheiro
constante, e tem sido tudo na minha vida”.
Paul Ryan, o presidente do Congresso dos Estados Unidos, tem sido
discreto ao vocalizar sua fé, embora tenha pedidos que os deputados
orassem ‘uns pelos outros’. Católico praticante, ele afirma: “A fé de
uma pessoa é fundamental para determinar como ela se comporta em público
e em privado. Então, para a minha fé, o que nós chamamos de magistério
social determina como aplicar a doutrina em sua vida cotidiana”.
A revista também incluiu John Kerry, secretário de Estado dos Estados
Unidos, que uma vez declarou: “As Escrituras dizem: ‘meu irmão, se
alguém disser que tem fé, mas não tem obras, para que serve? Quando nós
olhamos para o que está acontecendo na América hoje, onde estão as obras
de compaixão?”
Por fim, o pré-candidato a presidente Ted Cruz, que sempre fala em
público sobre sua fé evangélica. Filho de pastor, durante sua campanha
repetidas vezes afirmou que sua fé em Jesus é determinante para sua
conduta e propostas.
Na área dos esportes, a Times incluiu o jogador de basquete Stephen
Curry, do Warriors. Evangélico, ele posta seguidamente versículos em
suas contas nas redes sociais. Questionado por seu costume de comemorar
os pontos que faz com o dedo para cima, disse: “Toda vez que faço uma
cesta, bato no peito e apontou para o céu. Com isso simbolizo que tenho
Deus no coração”.
Além disso, destaque para o piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton. O
britânico declarou: “Minha fé é importante para mim. Eu realmente
acredito que o meu talento é um dom de Deus. Sei que sou verdadeiramente
abençoado”.
Já o corredor jamaicano Usain Bolt, considerado o homem mais rápido
do mundo, disse em entrevista: “Agradeço a Deus por tudo que ele fez por
mim, porque sem ele nada disto seria possível”.
O único brasileiro na lista da Time é o juiz Sergio Moro, que conduz
as operações da “Lava Jato”. Embora haja um boato na internet de que ele
seja membro de uma igreja batista, sua mãe afirma que é um católico
praticante. Na página de Facebook criada pela esposa, foi revelado que ele precisou esconder seu perfil na rede social por causa da fama.
Chama atenção o fato que ele usa como imagem não uma foto sua, mas a
do juiz britânico William Erle, que viveu século XVIII. Protestante,
Erle ficou famoso por sua postura conservadora e, devido ao momento
vivido pela Inglaterra, defendia a ruptura definitiva do país com a
Igreja Católica.
Fontana di Trevi é local de manifestação em memória de mártires
A conhecida Fontana di Trevi, localizada no centro de Roma e perto do
Vaticano, ficará coberta de “sangue” no dia 29 de abril. A cor vermelha
de luzes especiais para dar esse efeito é parte de uma campanha de
conscientização promovida pela organização “Ajuda à Igreja que Sofre”
(AIS).
Trata-se de uma forma de lembrar o sangue verdadeiro, derramado por
que esses cristãos perseguidos foram mortos por causa de sua fé.
Programada para acontecer às 20 horas (horário local) da próxima sexta, a
manifestação pretende “dar voz” aos homens, mulheres e crianças que
grande parte do mundo sequer sabe que foram mártires.
De acordo com a World Religion News,
confirmaram presença o presidente internacional da AIS, o cardeal Mauro
Piacenza, e o bispo de Aleppo (Síria), Antonie Audo. Também devem
participar representantes das organizações Christian Workers Movement,
Caritas Italiana, Communion and Liberation e Focolare Movement.
Independentemente de sua denominação (evangélica, católica ou
ortodoxa), os milhares de cristãos que são perseguidos, sobretudo em
países muçulmanos, continuam sendo ignorados por organizações como a
ONU.
A AIS emitiu nota apelando para que “A sistemática violação do
direito à liberdade religiosa, sobretudo em prejuízo dos cristãos, deve
se transformar em um tema central do debate público”.
Perseguição é a maior da história
Não havia estatísticas dois mil anos atrás, mas pelos números
populacionais de hoje, é possível afirmar que os seguidores de Jesus
nunca foram tão perseguidos. A situação é especialmente difícil no
Oriente Médio, o berço das maiores religiões do mundo.
A crescente perseguição é alimentada principalmente pelo extremismo
islâmico. A grande mídia muitas vezes minimiza os fatos, classificando
de “limpeza étnica”, mas o fato é que a cristofobia é real.
Afinal, 80% dos atos de perseguição religiosa no mundo são contra
cristãos, aponta a International Society for Human Rights, uma ONG da
Alemanha. De acordo com o Center for the Study of Global Christianity,
do Seminário Gordon Conwell, dos EUA, mais de 100.000 cristãos são
assassinados por ano, ou seja, 11 cristãos por hora.
“Os níveis de exclusão, discriminação e violência contra os cristãos é
algo sem precedentes. Está se espalhando e intensificando”, afirma
David Curry, presidente da Portas Abertas nos EUA. O relatório da missão
mostra que, em 2015, mais de 7.000 cristãos foram mortos por sua fé e
cerca de 2.400 igrejas foram atacadas ou danificadas, índices que
mostram um aumento de mais de 100% em comparação a 2014.
Uma cervejaria de Jerusalém está comemorando após ter conseguido
produzir uma cerveja artesanal cuja fórmula remonta aos tempos de Jesus.
A Herzl Brewery, a menor empresa desse ramo em Israel, utilizou o trigo
que os geneticistas da Universidade de Tel Aviv afirmam que era usado
para se produzir “bebidas fermentadas” na Terra Santa há dois milênios.
Apelidada de “cerveja bíblica”, ela possui um teor alcoólico de 3%.
Adocicada, sua receita possui um “toque de mel” e das frutinhas
silvestres típicas da região. A cervejaria usou como base os
ingredientes tradicionais: lúpulo, levedura e água.
Itai Gutman, proprietário da Herzl, conta que não pretende
comercializar a bebida. Foram produzidos 20 litros a partir de estudos
em conjunto com a Universidade. O motivo é que seu gosto não agradou nos
testes.
“Estávamos apenas curiosos se era possível recriar como seria uma
cerveja ‘bíblica'”, explica Gutman. Sua empresa já ganhou vários prêmios
de qualidade e atualmente comercializa cinco tipos diferentes de
cerveja.
Embora o vinho seja a bebida alcoólica mais mencionada na Bíblia,
sendo parte das comemorações e festas, a cerveja provavelmente era algo
conhecido por Jesus e seus discípulos. A mais antiga menção à produção e
a venda de cerveja é a Estela de Hamurabi, escrita por volta de 1760
a.C., que trata da vida antiga na Babilônia.
Segundo o Museu Judaico de Munique, ela foi trazida para Israel do Egito, onde era a opção de quem não podia pagar pelo vinho.
Dependendo da tradução, o termo usado nas Escrituras pode ser “bebida
forte” (ARA), “bebida fermentada” (NVI) ou “cerveja” (Linguagem de
Hoje). Segundo o Dicionário Bíblico da SBB, trata-se de “bebida
alcoólica resultante da fermentação natural de cereais (Nm 6.3; Is 5.8).
Uma das passagens mais controversas está em Deuteronômio 14:26, onde beber cerveja podia ser uma forma de se louvar a Deus. Com informações Reuters
Alice Cooper testemunha: “Sou o exemplo perfeito do filho pródigo”
Vincent Damon Furnier é mais conhecido por seu nome artístico: Alice
Cooper. Cantor, compositor e ator, ele tornou-se uma celebridade nos
anos 70 e é considerado um dos criadores do estilo heavy metal. Suas
letras obscenas, que falavam de rebeldia e do sobrenatural, aliadas a um
visual assustador, lhe renderam fama e fortuna. Ao longo de sua
carreira, ele lançou 26 álbuns de estúdio e vendeu mais de 50 milhões de
cópias.
Contudo, o que poucos sabem é que hoje, Vicent coordena um ministério
chamado “Solid Rock”, voltado para suprir as “necessidades físicas,
sociais e espirituais de adolescentes”. Segundo seu site oficial a proposta é usar a música, o teatro e os esportes, além da fé, para tirar os jovens das ruas e afastá-los das drogas.
Ele entende bem do assunto. Durante muitos anos viveu no circuito
musical e, como a maioria dos artistas, tendo problemas com o uso de
álcool e drogas. Mesmo tendo sido criado em um lar cristão (filho e neto
de evangelistas), na adolescência Vicent se afastou da igreja.
Trocou o grupo de louvor em que cantava pelos palcos onde derramava
sangue falso e simulava a própria morte. Como forma de provocar,
afirmava que estava tomado pelo espírito de uma bruxa chamada Alice
Cooper.
De fato, existiu uma mulher com esse nome que foi acusada de
feitiçaria na vila de Salem Massachusetts, no ano de 1692. Ela e mais 24
outras pessoas foram executadas publicamente no episódio conhecido como
“Os julgamentos das bruxas de Salem”.
No início ele achou que encarnar essa espécie de “vilão” do rock no
palco era pura diversão e não atingiria sua vida particular. “Eu não
imaginava como isso poderia afetar a minha fé. A Bíblia está cheia de
vilões”, lembra. Mas Vicent estava errado. Desde o primeiro sucesso, em
1971, o cantor foi se enfiando cada vez mais em problemas.
Em 1972 iniciou uma turnê mundial, onde exibia no palco cenas de
tortura, uma guilhotina que cortava a cabeça de bonecos, cantava
abraçado a uma jiboia e afirmava estar apenas “se divertindo”. Aos
poucos foi percebendo que aquele caminho era de destruição. A maioria
dos seus amigos morreram “tentando ser estrelas do rock”. A lista é
grande: Jim Morrison, Jimi Hendrix, Janis Joplin e Keith Moon.
Depois de sua turnê de 1977, Cooper fez o primeiro tratamento para
seu alcoolismo. Seis anos mais tarde, foi hospitalizado por causa de uma
cirrose no fígado. Com medo de morrer, recorreu a oração. Foi então que
afirma ter se convertido e recebido uma cura divina. “Deus tirou isso
de mim. Foi um milagre absoluto. Em 30 anos eu nunca mais tive vontade
de beber álcool novamente”, explica.
Nesta época ele estava separado de sua esposa, Sheryl Goddard, que é
filha de um pastor batista. Eles reataram o casamento e passaram a
frequentar juntos uma igreja em Phoenix. Após meses indo aos cultos e
dizendo odiar cada um deles, “tive que tomar uma decisão, pois eu estava
convicto. O Senhor realmente me convenceu”, diz ele. O casal teve três
filhos e estão juntos até hoje.
Dizendo ser o “exemplo perfeito do filho pródigo”, dá seu testemunho
para os jovens que ajuda. Nos últimos anos tem se dedicado ao trabalho
na Evangelical Covenant Church, na cidade de Phoenix, a qual está
ligado. Declara que sua esperança é que “consiga causar um impacto na
vida deles, que os leve para a eternidade”. Com informações de The Blaze
Esta semana vem circulando nas redes sociais mais um vídeo com
ensinamentos polêmicos do apóstolo Agenor Duque, da Igreja Plenitude do
Trono de Deus. Filmado de uma televisão que transmitia um dos cultos, o
material mostra que surgiu um embate na sede do ministério.
Aparentemente, um homem impediu que pessoas viessem até a plataforma
do templo. Ele diz algo que irrita profundamente Agenor. Gritando ao
microfone ele diz: “Nunca mais vai andar. Até você voltar aqui e
respeitar profeta. Se eu sou homem de Deus você está amaldiçoado!
Desafio”.
O homem, que não foi identificado, provavelmente questionou algum
ensino ou prática do apóstolo, que afirmou que aquela pessoa foi
colocada ali “pelo diabo”. Depois, chama uma fiel na plateia para
receber oração e volta a criticar o homem. “Não quer? Vai embora daqui,
rapaz”.
Acostumado a ser criticado e chamado de “falso profeta”, Duque já postou
na capa do site de sua igreja um vídeo onde se defende de tais
acusações.
Seu principal argumento é que ocorrem milagres na Plenitude através dele, portanto teria o favor do Senhor Deus.
Maldição repetida
Em 2014, um discurso parecido de Agenor viralizou na internet.
Visivelmente nervoso com alguém que havia lhe ofendido, o apóstolo
resolveu fazer um desafio: “Você diz que verá minha queda… Então, se eu
sou um profeta de Baal, é três dias: ou Deus me abate e abate a minha
casa, ou a ira do Senhor virá contra ti”, diz.
O religioso pede para que Deus pese a sua vida com a de seu opositor
para saber quem está ou não mentindo e ainda amaldiçoa que tem
“blasfemado contra o ungido de Deus”. “Se eu sou um falso profeta, você
saberá […] Diz o Senhor: você está amaldiçoado agora”.
Na época, muitos evangélicos resolveram aceitar o “desafio” e
afirmaram que Agenor Duque é falso profeta em comentários nas redes
sociais para verem se morreriam em três dias ou se continuariam vivos.
Não há registro de que ninguém tenha morrido.
Um pastor evangélico que se tornou manchete em todos os noticiários
esportivos dos Estados Unidos após acertar uma cesta do meio da quadra,
em uma promoção durante o intervalo de uma partida da NBA, anunciou que
vai sortear o carro.
A ideia é arrecadar fundos para entidades que desenvolvem projetos
sociais, segundo o pastor Joseph Sissac, da igreja Center of Praise
Ministries em Sacramento, Califórnia (EUA), que acertou o arremesso.
“Uma vez que a bola deixou minhas mãos me senti bem, parecia bom. E,
literalmente, tudo o que passou pela minha cabeça foi ‘não fique aquém,
não seja um desperdício’”, afirmou o pastor, comentando o lance. Ele
revelou ainda que cresceu jogando basquete como seu esporte favorito.
O carro que Sissac recebeu é um Ford Focus, e ele foi o primeiro a
acertar o arremesso após 41 partidas da atual temporada, segundo
informações do The Blaze. No Brasil, a versão mais barata do carro custa
R$ 69.900, de acordo com a revista Autoesporte.
“Estamos doando o carro. Queremos sortear o carro para levantar
fundos”, afirmou o pastor em uma coletiva de imprensa na última
terça-feira, 12 de abril. “Queremos tirar outra fotografia e utilizar
este veículo para ajudar a mudar vidas de pessoas em nossa comunidade”,
acrescentou
A ideia do pastor e sua família é fazer uma rifa, vendendo três mil
cupons a US$ 10 cada, em um esforço para levantar US$ 30 mil, que serão
divididos entre dois projetos sociais da igreja, voltados à educação.
Ao final da entrevista, Sissac revelou que a iniciativa de doar o
carro partiu de sua esposa, depois de “muita oração buscando a vontade
de Deus”.
Um dirigente esportivo criticou a influência que jogadores
evangélicos exercem sobre os colegas de profissão e atribuiu o fracasso
de seu time à falta de atletas que frequentem baladas.
Renato Bonfiglio, vice-presidente do XV de Piracicaba, seguiu uma
lógica oposta à dos cronistas esportivos e afirmou que a falta de
jogadores que “curtem” a noite foi a responsável pelo rebaixamento da
equipe na edição desse ano do Campeonato Paulista.
Para Bonfiglio, os “grupinhos de igreja” formados no elenco foram
responsáveis pelo insucesso do time: “Talvez o problema do XV tenha sido
esse: não trazer uns dois ou três ‘p…-loucas’. Tinha muita amizade no
elenco e grupinho de igreja. Jogador tem que ir pra putaria”, afirmou o
cartola, em entrevista à Rádio Difusora.
O XV de Piracicaba se reforçou com jogadores conhecidos, como o
lateral-esquerdo Thiago Carleto, emprestado pelo São Paulo, e algumas
jovens promessas, como o atacante Rivaldinho, filho de Rivaldo.
O rebaixamento do clube aconteceu após cinco anos disputando a elite do futebol estadual. Em 2017, o XV voltará à Série A-2.
Na prática, o fator responsável pelo rebaixamento foram os pênaltis
perdidos pelo time na reta final da fase de classificação: “Com certeza,
foi o melhor time já montado pela diretoria, mas não fui eu quem perdi
os dois pênaltis. Se tivessem marcado, a gente não seria rebaixado. Os
gols que perdemos aqui [no estádio Barão de Serra Negra] também foram
determinantes”, concluiu o dirigente.
Fé
Ao contrário do que afirmou Bonfiglio, em geral os times que contam
com jogadores evangélicos, ou membros da comissão técnica, costumam ir
bem nas disputas.
Em 2014 e 2015, o evangélico Doriva foi bicampeão estadual, em São Paulo e Rio de Janeiro, e sempre frisou a importância da fé nas conquistas.
No primeiro título, ele venceu o Paulistão pelo Ituano, derrotando o
Santos de Neymar. No ano seguinte, com o Vasco, venceu o Botafogo e
conquistou o Carioca após 12 anos.
Em 2012, David Luiz conquistou a Liga dos Campeões
com o Chelsea e exibiu uma camisa com a frase “Deus é Fiel” durante as
comemorações, que foram transmitidas em rede para dezenas de países.
Kaká, eleito melhor do mundo em 2007, também cultiva o mesmo hábito, e geralmente exibe uma camisa com a inscrição “I Belong to Jesus” (“pertenço a Jesus”) em suas comemorações.
O terremoto mais forte desde 1979 no Equador causou a morte de mais
de 400 pessoas, de acordo com as autoridades locais. Um dos
sobreviventes narrou os momentos de pânico e terror pelos quais passou e
disse que orou a Deus pedindo para continuar vivo.
“Eu nunca senti algo assim na minha vida, nunca mais! Porque no
Equador isso não é comum. Era tão forte. Eu estava me sentindo com
muito, muito medo […] De repente, tudo estava escuro, a luz estava
apagada. ‘Deus, por favor, pare com isso, porque talvez eu morra hoje’.
Eu estava pensando em tudo isso como um filme”, afirmou Carla Peralta,
moradora de Boyaca, em entrevista à BBC.
O tremor atingiu 7,8 graus na escala Richter e causou grande
destruição em cidades como Manta, Portoviejo e Guayaquil, todas elas
localizadas a centenas de quilômetros do epicentro, que foi registrada
em uma área com poucos habitantes, localizada a 170 quilômetros da
capital do país, Quito.
Peralta informou que os serviços de eletricidade e telefone ainda não
voltaram ao normal. Outro sobrevivente, Simon Gordon, descreveu a
tragédia como “uma experiência extremamente assustadora”.
“Eu moro em Guayaquil […] Cidades em torno de nós foram afetadas.
Essa foi minha primeira experiência de um terremoto e eu só estou
aliviado que minha esposa e família estão todos bem. Que descansem em
paz todos aqueles que passaram por essa tragédia absoluta”, afirmou.
De acordo com informações do G1, o ministério de Coordenação de
Segurança do país confirmou que o número de mortes continua subindo:
“Segundo fontes oficiais no momento são contabilizadas 413 pessoas
mortas”, afirma nota do ministério.
Aproximadamente 100 presos fugiram de uma cadeia da cidade de
Portoviejo, informou a ministra da Justiça, Judy Zúñiga, que confirmou
que 30 foragidos “foram recapturados” e “alguns retornaram
voluntariamente ao centro penitenciário”.