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domingo, 17 de abril de 2016

Satélite flagra águas do rio Nilo vermelhas como sangue e estudiosos lembram praga do Egito

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Uma imagem do rio Nilo, no Egito, feita por satélite, mostra as águas e algumas áreas do deserto da região vermelhas, lembrando a narrativa do livro do Êxodo.

O flagrante foi registrado pelo satélite Sentinel-3ª, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), e recebeu destaque na mídia israelense por causa da proximidade com a celebração pascal judaica, que segue o calendário bíblico e é comemorada no dia 21 de abril.

A Páscoa, para os judeus, é a celebração religiosa mais importante, pois é quando relembram a passagem no Mar Vermelho, em fuga do Egito, e também as dez pragas que foram ordenadas por Deus contra aquela nação.

Segundo informações do Breaking Israel News, diversos religiosos judeus comentaram o registro da ESA, pois a praga do sangue (“dam”), em hebraico, foi a primeira enviada contra os egípcios.
Muitos pesquisadores alegam que a primeira praga narrada no Êxodo pode ser explicada pela proliferação de algas de cor avermelhada, muito comuns na região do Nilo nessa época do ano.

Reforça esse argumento o fato de que o flagrante do satélite é resultado da vegetação de cor avermelhada que, por causa do calor, cresce de forma exponencial nessa época. Junta-se a isso o fato de que as lentes infravermelhas do satélite são planejadas para flagrar fontes de calor extremo no solo, como parte de uma pesquisa sobre o clima global.

Em contrapartida, os estudiosos pontuam que a Bíblia Sagrada relata que toda a água do Egito se transformou em sangue quando Deus enviou a praga, e não apenas as águas do rio Nilo.

por Tiago Chagas

50 novas traduções da Bíblia são concluídas



Resultado de imagem para 50 novas traduções da Bíblia são concluídas  500 milhões de pessoas não possuem tradução das Escrituras em sua língua

No ano passado, equipes de missionários ligados às Sociedades Bíblicas Unidas terminaram a tradução da Bíblia para 50 idiomas diferentes. A notícia veiculada pelo Breaking Christian News mostra que essas línguas são faladas por cerca de 160 milhões de pessoas. Ao mesmo tempo que terminaram o trabalho das novas traduções, 11 povos receberam a primeira Bíblia completa em sua língua e seis receberam o Novo Testamento.

No final de 2015, a Bíblia completa estava disponível em 563 línguas, que são faladas por um total de 5,1 bilhão de pessoas. Estima-se que existam 281 milhões de pessoas com acesso a apenas algumas partes da Bíblia e cerca de 500 milhões ainda não possuem uma tradução das Escrituras em suas línguas nativas.
Para efeitos de comparação, existem mais de 400 línguas de sinais no mundo, usados pelos surdos para se comunicar. Contudo, o Novo Testamento está disponível apenas para a língua de sinais faladas nos Estados Unidos. Existem equipes ligadas às Sociedades Bíblicas traduzindo porções da Bíblia em outras línguas de sinais, inclusive no Brasil.

Há um esforço para ampliar a disponibilidade da Bíblia em Braille. No México, o trabalho está perto da conclusão. No Sri Lanka e na Holanda foi terminado, totalizando 45 línguas disponíveis.
O relatório completo das Sociedades Bíblicas Unidas pode ser lido aqui (em inglês).

por Jarbas Aragão

Doutrinação ideológica sufoca o cristianismo



 

 

Os cristãos, em particular, sofrem muito durante essa fase de fortalecimento da ideologia norte-coreana, por conta do controle social mais elevado 17_Coreia_0380008659

Há dois meses, a mídia estatal da RPDC (República Popular Democrática da Coreia) anunciou que uma campanha de 70 dias de trabalho estava sendo criada com o objetivo de preparar o próximo congresso do partido. "É comum na Coreia exigir esforços especiais de lealdade na corrida para as conferências políticas mais importantes. Essa notícia mostra que o 7º Congresso do Partido dos Trabalhadores da Coreia, que vai acontecer em maio, tem certa relevância para o país. O que não é de se estranhar, já que o último congresso desse partido aconteceu há 36 anos", comenta um dos analistas de perseguição.


O convite para a campanha que vai acelerar os preparativos inclui a mais rigorosa doutrinação ideológica, com um controle social mais elevado e a mobilização de todas as pessoas para completar essa infraestrutura e também o aumento da produção comercial. "Um exemplo disso foi o grande comício realizado em Pyongyang, recentemente. Os cristãos, em particular, sofrem muito durante essa fase de fortalecimento da ideologia norte-coreana. Eventos patrióticos fazem parte da prioridade do líder de governo", diz o analista.


A Coreia do Norte é o primeiro país da Classificação da Perseguição Religiosa por 14 anos consecutivos. É a nação mais fechada do mundo, em todos os sentidos, onde os cidadãos são obrigados a reverenciar seus líderes. O culto à família Kim não deixa espaços para nenhuma religião. "Esse período de sofrimento no país já dura há muito tempo, mas somos incentivados a seguir em frente com o nosso objetivo em Cristo todos os dias. Por quê? Por que temos as orações e apoio de cristãos de todo o mundo", declarou um cristão norte-coreano. A sua intercessão pelos cristãos norte-coreanos é essencial. A Igreja Perseguida conta com a ajuda da igreja livre de perseguição. Aproveite a sua liberdade e ore por eles.

Por Portas Abertas

Diálogo inter-religioso quer combater extremismo nas redes sociais



Resultado de imagem para Diálogo inter-religioso quer combater extremismo nas redes sociais   O objetivo dos seminários é utilizar as redes sociais para promover a paz no Oriente Médio 

O Centro Internacional para o Diálogo Inter-religioso e Cultural Kaiciid “Rei Abdullah Bin Abdulaziz”, na Jordânia, organizou cinco cursos de formação para promover o diálogo inter-religioso entre jovens do Oriente Médio.

O primeiro seminário aconteceu há algumas semanas tendo a participação de 300 jovens líderes religiosos de localidades diferentes, como Líbano, Palestina, Síria e Jordânia.

O curso visa encorajar essas lideranças a promover suas iniciativas e campanhas nas redes sociais para contrastar a propaganda dos extremistas religiosos.

“A nossa experiência nos mostra que os jovens não querem ouvir pregações de figuras de autoridade. Por isto estamos procurando envolver jovens homens e mulheres já ativos nas redes sociais e interessados em promover a paz e a convivência”, diz Fahad Abualnasr, Diretor Geral do Kaiciid.

“Queremos dar a eles os meios para atingir os seus coetâneos para que possam encorajar um debate honesto sobre convivência e a coesão social’, completa.

Os próximos quatro cursos terão lugar no Cairo (Egito), Irbil (Iraque), Túnis e Dubai (Emirados Árabes Unidos), sempre mostrando formas de promover o diálogo inter-religioso em busca da paz na região cheia de conflitos. Com informações Radio Vaticana

Por Jarbas Aragão

Milhares saem da igreja após campanha ateísta

Resultado de imagem para Milhares saem da igreja após campanha ateísta     Organização alega ter “desconvertido” 3 mil cristãos 

Milhares de pessoas já cancelaram sua filiação na igreja estatal da Dinamarca após uma campanha liderada por ateus.

Cerca de 3.000 pessoas que haviam sido batizadas e pertenciam a igreja nacional, que é evangélica luterana, cancelaram o registro no mês passado. Uma campanha da Sociedade de Ateus da Dinamarca (Ateistisk Selskab) está divulgando que conseguiu a “desconversão”.

Contudo, a verdadeira motivação pode ter sido econômica. A Igreja Evangélica Luterana da Dinamarca está entre as várias denominações da Europa que são subsidiadas pelos impostos. Ainda que o pagamento deste imposto seja voluntário na Dinamarca, cerca de 1% do salário, os membros da Igreja são automaticamente inscritos. Ou seja, eles precisam pedir claramente para não doarem mais.

Oficialmente, cerca de 80% dos dinamarqueses são membros da Igreja Nacional da Dinamarca, conhecida como “Igreja do Povo”. Todo cidadão que foi batizado automaticamente se torna membro. Apenas 2,4% dos membros comparece aos cultos semanalmente.

O porta-voz da Sociedade de Ateus, Anders Stjernholm, afirmou: “Estamos muito satisfeitos com os resultados preliminares. Nossa campanha feita por cartazes colados em lugares de transporte público, apela para um amplo debate sobre os fundamentos da fé. Muitos dinamarqueses desejam fazer isso, mas o processo é muito complicado”.

O pastor Lena Kjems, que perdeu 14 membros de sua igreja, explicou que, na maioria dos casos, são jovens com idades entre 18 e 25. Os jovens de outros países europeus têm tomado esse mesmo tipo de decisão. Com informações de Christian Today

por JarbasAragão

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Igrejas são fechadas após abertura



Ter uma igreja para cultuar no país não tem feito parte da realidade dos cristãos indonésios, mas mesmo assim, eles têm permanecido13-indonesia-0500100320

Um grupo islâmico na Indonésia, isolou uma nova igreja e exigiu que o prefeito local cancelasse a sua licença. A igreja que fica em Bekasi, uma cidade fortemente povoada ao leste da capital, Jacarta, foi inaugurada em 7 de março. O Fórum da Comunidade Islâmica e outras organizações islâmicas têm protestado desde a obtenção da licença da igreja em julho de 2015, alegando que seus líderes tinham usado cartões de identidade falsos para obtê-lo. A Comissão de Direitos Humanos da Ásia iniciou um apelo em nome da igreja, e pediu ajuda para enviar cartas aos dez principais líderes do país, incluindo o Presidente. Eles ainda disseram que vão escrever uma carta separada para o Relator Especial da ONU sobre Liberdade de Religião ou Crença. A Comissão observou que as agências policiais locais não conseguiram intervir em nome da igreja, deixando os cristãos com "medo e incerteza".


A alegação do Fórum é que a igreja tinha sido construída em uma comunidade onde a maioria é muçulmana e boa parte dos colégios também. No entanto, o prefeito Bekasi se recusou a anular a licença da igreja, dizendo que tinha cumprido todos os requisitos legais necessários para a construção. O Ministro da Religião da Indonésia apoiou a decisão do prefeito. "Apesar disso, as agências de aplicação da lei não conseguiram proteger os fiéis; na verdade, parece que eles não fazem questão disso. Como resultado, os cristãos vivem agora sob pressão e intimidação. Além disso, o governo deve rever a lei sobre a criação de lugares de culto, sem qualquer distinção entre as várias religiões e crenças que existem no país", escreveu a Comissão na sua carta de recurso.

A Indonésia é o 43º país na Classificação da Perseguição Religiosa deste ano e os eventos atuais na cidade de Bekasi são muito familiares para os cristãos na capital indonésia, Jacarta. Em março de 2013, a Igreja Protestante Batak, também em Bekasi, foi demolida quase imediatamente depois de ter sido construída.

 Mais uma vez, protestantes muçulmanos afirmaram que os líderes da igreja tinham assinaturas falsificadas para obter a licença. Enquanto isso, a cerca de 70 quilmetros de distância, em Bogor - outra igreja continua a manter suas atividades ao ar livre no domingo de manhã ao lado de uma estrada principal, porque o prefeito da cidade tem medo de lutar pela minoria cristã.

Em abril de 2010, outra igreja em Bogor foi selada e trancada com cadeado por ordem do prefeito da cidade. De acordo com um jornal local, o governante afirmou que o líder da aldeia falsificou assinaturas da comunidade e que a igreja trouxe problemas com os vizinhos muçulmanos. Mais tarde, ele disse que a igreja não deveria ser construída em uma rua com um nome islâmico. Em dezembro do mesmo ano, o Supremo Tribunal da Indonésia afirmou direito constitucional da igreja à liberdade de culto; no entanto, o prefeito de Bogor se recusou a reabrir essa igreja. Porém, suas atividades têm sido realizadas na calçada em frente à sua antiga igreja por mais de dois anos. Um líder cristão disse que mesmo assim, os trabalhos da igreja aumentaram consideravelmente. Continue intercedendo por esta nação, mesmo diante de tamanhas dificuldades, nossos irmãos não têm desistido. 

Por Portas Abertas

Estado Islâmico ameaça promover atentado terrorista no Brasil, diz agência de inteligência

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O grupo terrorista Estado Islâmico fez ameaças diretas ao Brasil, prometendo um atentado através de uma publicação no Twitter.

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) confirmou que a publicação na rede social é real e disse que medidas preventivas foram tomadas para garantir a segurança do país.

“Brasil, vocês são nosso próximo alvo”, diz um trecho do tuíte, publicado dias após o atentado da sexta-feira 13 de novembro, em Paris. “Nós podemos atacar este país de m…”, acrescenta a mensagem, publicada pelo francês Maxime Hauchard, que vive na Síria desde 2013 e se alistou no Estado Islâmico.

A conta do extremista muçulmano foi suspensa pelo Twitter e, desde então, a ABIN vem se dedicando a monitorar o tráfego pelo país de pessoas consideradas suspeitas: “A probabilidade de o país ser alvo de ataques terroristas foi elevada nos últimos meses, devido aos recentes eventos terroristas ocorridos em outros países e ao aumento do número de adesões de nacionais brasileiros à ideologia do Estado Islâmico”, pontuou a agência em uma nota enviada ao jornal O Estado de S. Paulo.

O diretor de contraterrorismo da ABIN, Luiz Alberto Sallaberry, mencionou Hauchard durante sua palestra na última quarta-feira, 13 de abril, na Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa (LAAD Security), realizada no Rio de Janeiro, e descreveu o francês como uma “espécie de garoto-propaganda do Estado Islâmico”.

De acordo com Sallaberry, as medidas de segurança tomadas pela ABIN para prevenir atentados terroristas são suficientes. Dentre as iniciativas, estão a troca de “informações com serviços estrangeiros, capacitação de profissionais de setores estratégicos e trabalhos com órgãos integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência”.
A principal preocupação da agência, no momento, é com os chamados “lobos solitários”, que uma vez que decidem agir, não envolvem terceiros em seus planejamentos e/ou execução dos atentados. “Quando uma pessoa faz o juramento ao califado e se torna autoproclamada, ela está disposta a cometer qualquer atentado violento em nome do grupo. A ordem não precisa ser presencial, pode ser via internet”, disse o diretor, segundo reportagem do jornal O Dia.

Ao final de suas explicações, Sallaberry destacou que é importante manter-se alerta: “Não estou dizendo que vai acontecer um atentado. Estou dizendo que é a primeira vez que a probabilidade aumentou sobremaneira no nosso país”, destacou.

Publicado por Tiago Chagas 

Milícia se inspira em Jesus para combater Estado Islâmico



Resultado de imagem para Milícia se inspira em Jesus para combater Estado Islâmico    Líder religioso no Iraque se posiciona contra grupos armados cristãos. 

A perseguição do Estado Islâmico aos cristãos é cruel e incessante. Após um de seus ataques no Iraque, no Natal de 2015, um grupo de cristãos organizou-se em uma milícia armada. Surgiu então a Brigada Babilônia (ou Resistência Cristã Iraquiana), grupo guerrilheiro que pretende defender sua minoria religiosa.

A sede do grupo fica na capital Bagdá. Eles preferem ser chamados de “unidade de mobilização popular”. 

Porém, pouco se diferem dos cerca de 30 grupos semelhantes que surgiram nos últimos anos no Iraque. 

Estima-se que o total chega a 100 mil voluntários armados.

O objetivo de todos eles é impedir o avanço do Estado Islâmico. Após o exército nacional do Iraque entrar em colapso, restaram apenas as milícias. Na maioria, esses grupos rebeldes são formados por muçulmanos que não concordam com o que prega o EI. Segundo a BBC, essas milícias recebem do governo anualmente cerca de US$ 1,4 bilhão (R$ 4,8 bilhões, aproximadamente).

O líder da Brigada Babilônia é Rayan al-Kildani. Ele repassa a cada um de seus homens um valor superior a U$ 600 (R$ 2.096). Trata-se de uma boa quantia para a realidade da região. Ele prefere não revelar quantos fazem parte de seu grupo. Conta apena que eles estão bem armados, com muitas armas e foguetes de “tamanho médio”.

Orgulha-se de ser “o primeiro poder cristão na história do Iraque”. Para Kildani, os soldados do Estado Islâmico “são o demônio”. Questionado sobre como seu grupo armado pode dizer que está seguindo a Jesus, que ensinou aos cristãos a darem “a outra face”, ele diz saber disso.

Contudo, insiste: “temos forças de defesa muito boas agora. Ninguém vai fazer nenhum mal aos cristãos. Alguns tiveram suas casas tomadas. Eu fui pessoalmente a essas casas para dizer às pessoas que chegaram que deixassem as residências. O sofrimento cristão acabou”.

Aos críticos, lembra que Jesus mandou seus discípulos se armarem. Cita então Lucas 22:36: “Se você tem uma bolsa, pegue, e também uma mala; e se você não tem uma espada, venda o seu casaco e compre uma”.

Para Kildani não importa que os teólogos explicaram que é preciso levar em conta o contexto de todo versículo. Mesmo que, nesse caso, sua citação bíblica seja confrontada com várias outras que ensinam o contrário do que eles pregam. Em outras ocasiões afirmou que seu objetivo é, ao lado dos muçulmanos verdadeiros, libertar o Iraque dos terroristas.

Sem apoio da Igreja

 

Recentemente, o patriarca caldeu do Iraque, Louis Raphael I, se posicionou contra a criação de grupos armados cristãos. Ele entende que a melhor maneira é apoiar as forças armadas já existentes que lutam contra o EI.

Sako chegou a dizer que as milícias confessionais são, na verdade “patrocinadas e apoiadas pelos mesmos poderes que desencadearam o conflito”. Sugere que os cristãos interessados em combater ao EI se alistem as forças armadas regulares, como o exército iraquiano ou ao grupo do Curdistão que tem atuado contra os jihadistas. Com informações de Christian Post

por Jarbas Aragão

Um país perigoso demais para ser cristão


Muitos já morreram corajosamente pelo nome de Cristo e o país foi um dos cenários mais marcantes na história da igreja atual
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A Líbia que é o 10º país na Classificação da Perseguição Religiosa tem enfrentado uma violência cada vez mais intensa nos cenários sociais. A forma como os cristãos líbios lidam com a perseguição, mesmo em meio ao caos político, é uma verdadeira lição para o cristão livre de perseguição. Muitos já morreram corajosamente pelo nome de Cristo e o país foi um dos cenários mais marcantes na história da igreja atual, onde o mundo todo pôde ver a cena de 21 cristãos sendo executados, em seus uniformes cor de laranja, na beira do mar. E, apesar disso, das perdas e da tristeza que fica, a igreja líbia cresce, fazendo aumentar a fé dos cristãos que sobrevivem e alcançando mais corações convertidos.

De acordo com um relatório da agência de notícias France Presse (AFP), no dia 24 de fevereiro, o Parlamento Internacional da Líbia não aprovou o estabelecimento de um novo governo de unidade. As preocupações de segurança e ameaças contra os membros do parlamento tornou impossível a realização de uma sessão formal. "Isso vai prolongar a instabilidade na Líbia, que já tem sido um país muito perigoso para os cristãos", comenta um dos analistas de perseguição.

Informações do The Guardian indicam que as forças especiais francesas se estabeleceram na Líbia para apoiar o governo na luta contra o Estado Islâmico (EI). A força aérea dos EUA chegou a realizar ataques aéreos contra uma suposta instalação que servia como um campo de treinamento do EI. Como consequência, mais de 40 pessoas foram mortas, incluindo um militante que parecia estar envolvido em ataques terroristas na Tunísia, no ano anterior. "Essas notícias da presença do EI na Líbia tem sido constante e o exército deles está crescendo a cada dia", observa o analista.

Por Portas Abertas

terça-feira, 12 de abril de 2016

Filme “Os Dez Mandamentos” é campeão de bilheteria no Brasil, mesmo com sessões vazias



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O filme “Os Dez Mandamentos” é oficialmente a maior bilheteria da história do cinema nacional, com mais de 11,2 milhões de ingressos vendidos. Com essa marca, o longa-metragem superou o antigo detentor do recorde, “Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro”, que em 2010 havia levado 11,1 milhões de espectadores aos cinemas.

A produção – que usou imagens da primeira “novela bíblica” da TV Record – pode ainda aumentar os números registrados até agora, já que continua em cartaz, em um número menor de salas do que quando estreou.

No entanto, o sucesso de bilheteria do filme vem sendo questionado, desde o começo de sua exibição, pelo registro de salas vazias durante sessões que eram dadas como esgotadas pelos sistemas de venda de ingressos dos cinemas.

O jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem pontuando que “o número [alcançado pelo filme] não significa que o longa bíblico tenha sido visto por mais espectadores do que o filme de José Padilha [‘Tropa de Elite’], que fez público de 11,146 milhões em 2010”, porque muitas das salas que tinham ingressos esgotados, na realidade, tinham lugares vagos.

“Houve uma espécie de milagre da multiplicação dos ingressos: sessões oficialmente lotadas ostentavam poltronas vazias”, escreveu a jornalista Gabriela Sá Pessoa, fazendo referência aos casos flagrados pelas reportagens de diversos veículos de comunicação sobre os casos.

“Às 16h de uma quinta-feira (31/3), no guichê do Cinemark do shopping Raposo Tavares, uma vendedora disse que não havia mais ingressos para Os Dez Mandamentos. Justificou que a sessão estava fechada para um evento. Questionada, respondeu que um pastor comprara toda a sala em dinheiro vivo (ao menos, R$ 4.185). A gerente confirmou a história. A reportagem contou apenas 15 espectadores nos 279 lugares”, exemplificou a jornalista.

No último sábado, 09 de abril, duas salas do cinema Espaço Itaú, localizado no shopping Bourbon, zona oeste de São Paulo, estavam reservadas para “Os Dez Mandamentos” às 10h30, porém o cinema acabou abrindo apenas uma, e mesmo assim teve a maioria das poltronas vazias. Procurado pela reportagem, um dos responsáveis pelo cinema afirmou que a empresa vendeu sessões inteiras para igrejas, e que, na média, houve ocupação de 70% das salas.

Marcio Fraccaroli, diretor da Paris Filmes, empresa responsável pela distribuição do longa-metragem, minimizou o caso, dizendo que havia acontecido “alguma coisa de filantropia, mas só no começo da distribuição do filme”. “Algumas pessoas ganharam convite e não apareceram, a gente entendeu isso como uma coisa natural […] Houve de tudo. Gente que comprou sem ser evangélico, em grupo e igrejas que se organizaram e foram assistir”, acrescentou.

Na conclusão de sua matéria, a jornalista Gabriela Sá Pessoa relatou que ela própria foi abordada por uma fiel na última quarta-feira, 06 de abril, após o culto no templo da Igreja Universal do Reino de Deus, que ofereceu ingressos para que ela pudesse ir ao cinema, caso ainda não tivesse visto o filme. Pessoa frisou que, na ocasião, não havia se identificado como repórter da Folha.

Por Tiago Chagas

Restrições podem dificultar ainda mais a vida dos cristãos




A igreja continua crescendo e os seguidores de Cristo seguem com sua fé, apesar das enormes dificuldades12-kirguistan-0250100387
De acordo com informações do Asia News, todos os líderes islâmicos, diretores e professores do Quirguistão foram submetidos a um processo de verificação de suas qualificações, já que o governo está preocupado com a propagação de ideias radicais no país e com o aumento do número de jovens que são recrutados por grupos militantes. "Segundo o veículo de comunicação, o resultado foi chocante: mais de 90% dos líderes e cerca de 50% dos professores e diretores das escolas islâmicas sequer possui certificados, ou seja, a maioria não tem nível superior secular e nem religioso para atuar na educação", comenta um dos analistas de perseguição.


A rádio Free Europe divulgou que estas medidas mostram a mudança de atitude do governo do Quirguistão em relação à religião e comentou que desde 2009, a nova legislação tem sido mais restritiva. "Agora o governo vai aumentar o controle sobre as escolas islâmicas, que são usadas para a propaganda radical dos grupos islâmicos extremistas. Os efeitos colaterais do remédio receitado pelo governo, para conter o radicalismo, com certeza serão sentidos pelos cristãos, que não escaparão das restrições", opina o analista.


O Quirguistão não faz parte dos 50 países da Classificação da Perseguição Religiosa, mas está na 58ª posição, mantendo um sistema restritivo e hostil para os seguidores do cristianismo. O governo não apoia oficialmente nenhuma religião, mas de acordo com um decreto de maio de 2006, o islamismo e a Igreja Ortodoxa Russa foram reconhecidos como "grupos religiosos tradicionais". Ser um quirguiz implica ser um muçulmano e quando o islamismo é abandonado, a sociedade, os parentes e os amigos reagem com aspereza. Os convertidos são considerados traidores das tradições de seu povo. O fundamentalismo tem crescido rapidamente, e a igreja, que é relativamente nova em relação aos países próximos, continua crescendo e os seguidores de Cristo seguem com sua fé, apesar das enormes dificuldades. Interceda por eles.

Por Portas Abertas

Muçulmanos querem o direito de matar suas mulheres



Resultado de imagem para Muçulmanos querem o direito de matar suas mulheres    Uma lei que protege a mulher foi aprovada em uma das províncias onde há mais casos de violência doméstica 

Existe limite para a barbarie? Aparentemente não. Extremistas islâmicos no Paquistão protestaram recentemente para ter o direito de abusar e matar suas esposas e filhas.

Segundo o New York Post tudo começou quando o governo daquele país aprovou uma lei pela defesa e proteção das mulheres, criminalizando a violência no Punjab, a região mais populosa do Paquistão.

O que foi visto em todo o mundo como um avanço, para os extremistas foi um motivo para protesto, pois na visão deles, proteger as mulheres é “destruir o sistema familiar no Paquistão”.

Os protestos acontecem desde 1º de março quando a lei foi promulgada, desde então os extremistas tentam revogar a lei para continuarem maltratando suas esposas e filhas.

A lei em questão pune toda e qualquer forma de abuso contra mulheres praticados por homens. Quer seja a violência doméstica, emocional, psicológica ou ainda os crimes cometidos pela internet.

O projeto fez com que o governo criasse ainda um número de telefone para que as mulheres possam denunciar os abusos e ajudar as autoridades a identificá-los e puní-los.

Entre as punições para o crime está o uso de pulseiras com GPS e ainda o impedimento de fazer compras de armas.

No Paquistão a violência contra mulheres é citada pelos veículos internacionais como “endêmica”, pois elas são tratadas como propriedades domésticas.

O que se tem de notícias sobre os crimes mais comuns são os crimes de honra, ataques com ácidos, queimaduras de noivas, casamento com crianças, abuso sexual e muitos outros.

Só na província de Punjab, onde a lei já está valendo, foram relatados 7.010 casos de violência doméstica segundo o relatório de 2014 da Aurat Foundation.

Já pelos relatórios da Comissão de Direitos Humanos Independente do Paquistão, foram 1.100 mulheres mortas no país no ano de 2015.

O que choca nesses índices é que na maioria dos casos as mulheres foram mortas por um membro próximo de sua família do sexo masculino.

Quem é a contra a defesa das mulheres afirma que a lei é anti-islâmica, por contradizer alguns versos do alcorão que autorizam a violência contra as mulheres.

“A lei parece ter o objetivo de empurrar as mulheres para fora de casa, e aumentar os seus problemas”, disse Muhammad Khan Sherani, um dos parlamentares do Paquistão.

Para o cheque do partido Jamiat Ulema-e-Islam-Fazl, Maula Fazlur Rehman, a lei pode inverter os valores do país. “Marido e mulher são considerados parceiros no Ocidente, mas não é o caso no Paquistão”, diz ele que defende o Alcorão.

“Se você bater em uma pessoa na rua, é uma agressão criminosa. Se você bater em alguém no seu quarto, você está protegido pela santidade da sua casa. Se você matar um estranho, é assassinato. Se você atirar na sua própria irmã, você está defendendo a sua honra”, afirmou Mohammed Hanif ao New York Post.

por Leiliane Roberta Lopes