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domingo, 18 de outubro de 2015

Brasileiro faz sucesso na África cantando funk gospel


MC Soto, o Fiel, se converteu e deixou a música secular pela religiosa


Brasileiro faz sucesso na África cantando funk gospel Brasileiro faz sucesso na África cantando funk gospel 
 

O jovem Gabriel de Andrade Nunes, conhecido como MC Soto, o Fiel, tem feito sucesso na África ao misturar o funk com letras religiosas.

Em entrevista ao G1, ele afirmou que canta funk desde 2001, mas quando conheceu sua esposa deixou Belo Horizonte (MG) para morar em Santos (SP), isso em 2010, e então se converteu. “Depois disso, minha vida mudou e, de lá para cá, me tornei um ‘MC gospel'”, afirma.

Se o nome dele ainda não aparece no cast de grandes gravadoras do segmento evangélico, do outro lado do Oceano Atlântico MC Soto já tem muitos fãs.

“Algumas pessoas de Angola e Moçambique me procuraram para falar que minhas canções estão tocando por lá. Creio que isso é por conta da facilidade de compreensão, já que nesses países também se fala português. Consegui um bom público no exterior. Ainda é tudo muito novo para mim, mas fico feliz em ver meu trabalho evoluindo”.

Ele tem se apresentando em alguns estados brasileiros como Rio de Janeiro, Mato Grosso e Espírito Santo e seu sonho é poder viver da música.

“Quero levar a minha mensagem para o maior número de pessoas possível. Hoje, recebo apenas o dinheiro do transporte para cantar. Não vou ser hipócrita e dizer que não preciso de dinheiro, pois tenho filho e mulher para sustentar. Mas não tenho ganância”, revelou.

MC Soto ganhou este apelido por conta de Mario Soto, um ex-jogador do Palmeiras e da seleção chilena que fez sucesso na década de 1970. Apesar de atuar no mundo do funk, o jovem prefere não acompanhar os funkeiros da música secular que fazem sucesso. “Creio que eles não passam uma boa mensagem”.

por Leiliane Roberta Lopes


 

Trio Salvador é a nova contratação da Canzion


O projeto de um CD/DVD gravado ao vivo em Macapá será lançado em novembro



Trio Salvador é a nova contratação da Canzion Trio Salvador é contratado pela Canzion 
 

O Trio Salvador assinou contrato com a CanZion Brasil, gravadora que tem investido no cast nacional além de distribuir grandes nomes da música gospel internacional.

O grupo foi formado em 2011 na cidade de Macapá (AP) com o objetivo de usar a música para levar ao mundo a verdadeira alegria e espalhar a mensagem de Cristo.

O vocalista da banda, Edu Pontes, tem um testemunho pessoal maravilho de cura da dependência química, após viver as ilusões do mundo ele pode conhecer Jesus e hoje leva a salvação através da banda que faz referência ao Trio: Pai, Filho e Espírito Santo.

Hoje os integrantes do grupo moram em Imperatriz (MA) e viajam pelo país divulgando suas canções. Fazer parte da CanZion Brasil é uma nova fase que promete expandir o trabalho deles para todas as regiões.
“Estamos muito felizes e satisfeitos com nossa entrada na CanZion! Isso nos leva a entender que, mesmo diante de tantas barreiras, nós da família Trio Salvador podemos enxergar e sentir o agir de Deus em nossas vidas. A Sua alegria e Seu poder prevalecerão para sempre!”, comemora Edu.

O primeiro trabalho distribuído pela gravadora será o projeto do CD/DVD gravados ao vivo na capital de Amapá, a previsão é que os produtos cheguem às lojas no começo de novembro.

“A visão da CanZion se fortalece ao servirmos as igrejas brasileiras através da música e filmes. Com estilos musicais muito variados que temos agregado, oramos para que as pessoas continuem sendo tocadas por mensagens cantadas”, conclui Ricardinho Carvalho – responsável pelo artístico da CanZion no Brasil.

por Leiliane Roberta Lopes
 

Rodrigo Motta apresenta o EP “Onde a luz está”


O trabalho tem três canções autorais e está disponível apenas nas plataformas digitais 




Rodrigo Motta apresenta o EP “Onde a luz está” Rodrigo Motta apresenta o EP "Onde a luz está"
 
O músico Rodrigo Motta apresenta o seu mais novo trabalho: o EP “Onde a Luz Está” que traz três faixas autorais. Este é o terceiro lançamento, o primeiro foi “Sou Teu” lançado em 2012 e o segundo foi “Livre” lançado em 2014.

Rodrigo é membro da Igreja Batista Memorial em Alphaville, São Paulo, e traz em suas raízes o talento musical herdado de seus pais Fernando e Lia de Oliveira, ex-integrantes do conjunto Som Maior.
Desde a adolescência ele entende que a música pode ser um canal para ele comunicar outras pessoas sobre o que Deus tem feito em sua vida.

“Sempre fui conduzido pela música nos meus momentos de conversa, nos momentos de questionamento e de louvor a Deus. Por isso, mesmo não sendo profissional ou um músico de mão cheia, entendi que o Senhor poderia usar essa minha inquietude musical para falar um pouco sobre o que Ele fez, tem feito e fará na minha vida”, afirma ele em seu site pessoal.

As canções deste EP relatam bem essas experiências e os interessados poderão conhecer cada uma das faixas pelo iTunes. A produção de “Onde a Luz Está” é assinada elo músico e guitarrista Alexandre Magnani.

por Leiliane Roberta Lopes

Daniel e Samuel apresentam o CD “Exército de irmãos”


O disco traz a participação especial do pastor Elizeu Lima 




Daniel e Samuel apresentam o CD “Exército de irmãos” Daniel e Samuel apresentam o CD "Exército de irmãos"
 
A dupla Daniel & Samuel lança um disco inédito com canções profundas e melodias marcantes. O CD “Exército de irmãos” reforça a identidade sertaneja da dupla por usar instrumentos típicos como acordeom e viola caipira, Cellos e violino.

Por falar em identidade sertaneja, o projeto gráfico deste trabalho, assinado por Dillmar Santos com fotos de Washington Libano, destaca o toque de modernidade sertaneja. A Som Livre já divulgou a capa do trabalho que em breve estará disponível para compra em todas as regiões do país.

A produção musical é assinada pelo próprio Samuel que faz questão de participar de todo o processo de criação dos discos da dupla. “É fundamental, para mim, fazer parte de todo o processo de criação do disco. Quando Deus me dá uma música, já imagino como ela ficará pronta e busco ser fiel a isso até a produção final”, afirma.

O CD ainda tem a participação especial do pastor Elizeu Lima na faixa “Assim é o amor”. Ele é uma pessoa muito especial e querida para o nosso ministério e para nós é um prazer e uma honra ter o registro dele nesse trabalho tão especial”, conta Daniel.

por Leiliane Roberta Lopes


Na Suécia, Estado Islâmico dá ultimato a cristãos assírios: “Convertam-se ou morram”


Na Suécia, Estado Islâmico dá ultimato a cristãos assírios: “Convertam-se ou morram”
Montagem compara pichações em Nínive, no Iraque, em 2014 (à esquerda) e em Gotemburgo, na Suécia, em 2015 (à direita)


As ameaças do Estado Islâmico de perseguir e matar cristãos em todo o mundo ganharam um novo episódio recentemente, com pichações contra os assírios na cidade de Gotemburgo, na Suécia.

Os cristãos assírios que vivem no país vêm, constantemente, deparando-se com mensagens de intolerância religiosa e ultimatos, pichados em estabelecimentos comerciais e muros da cidade.

Mensagens como “o califado está aqui” e “convertam-se ou morram” tem surgido por toda Gotemburgo, de acordo com informações do jornal sueco Dagens Nyheter.

Além dessas ameaças, a letra ن (“N” no alfabeto árabe), usada pelos extremistas para identificar cristãos com uma abreviação de “Nazareno” (termo usado para se referir aos seguidores de Jesus Cristo de Nazaré), tem sido pichada em propriedades dos cristãos assírios, como forma de identificar onde vivem seus alvos.

Essa mesma estratégia havia sido usada pelo Estado Islâmico quando invadiu Mosul, no Iraque, cidade que era considerada um reduto de cristãos.

“Eu senti um súbito arrepio percorrendo a minha espinha. É terrivelmente doloroso, nos sentimos ameaçados”, disse Markus Samuelsson, cristão assírio dono de uma padaria em Gotemburgo, em entrevista ao jornal Dagens Nyheter. “Nossa família fugiu da Turquia para a Suécia na década de 70. Esta exposição ao perigo nos lembra das histórias que nos contaram, quando éramos crianças. É muito real e ameaçador. Estamos aterrorizados”, acrescentou.

Um representante do distrito assírio da cidade, Josef Garis, disse que a polícia está investigando a autoria das ameaças: “É como se a perseguição do passado se reaproximasse”, lamentou.

Meses atrás, outro jornal, o Aftonbladet, noticiou que aproximadamente 150 pessoas haviam deixado Gotemburgo, mudando-se para o Iraque e a Síria, a fim de juntarem-se ao Estado Islâmico.

Gotemburgo foi descrita pelo estudioso em terrorismo Magnus Ranstorp como o “centro sueco dos jihadistas”, segundo informações do Christian Today.

Cristãos assírios

Recentemente o Estado Islâmico revelou ao mundo, em vídeo, a execução de três cristãos assírios, por decapitação, após se recusarem a negar Jesus, e pediu um resgate milionário para libertar os outros quase 200 reféns.

Os cristãos assírios são fiéis da Igreja Assíria do Oriente, que tem origem no século 1º d. C. Boa parte dos adeptos dessa vertente do cristianismo falam aramaico, o dialeto que era falado por Jesus.

Publicado por Tiago Chagas






Rabino influente explica por que Deus criou ateus


"Eu os chamo de oposição leal de Sua Majestade", provoca Jonathan Sacks 


Rabino influente explica por que Deus criou ateus Rabino explica por que Deus criou ateus

Entre os muitos argumentos dos ateus para defender o fim das religiões é que elas seriam responsáveis pela maioria das guerras ao longo da história. Segundo Charles Phillips e Alan Axelrod, que fizeram o levantamento de mais de ​​1.800 conflitos em sua “Enciclopédia de Guerras”, menos de 10% delas envolviam religião. O documento “God and War” [Deus e a Guerra], produzido pela rede BBC afirma que questões religiosas foram determinantes em menos de 40% das guerras ao longo dos últimos 3.000 anos.

Enquanto o mundo assiste nos últimos anos aos horrores perpetuados pelos extremistas do Estado Islâmico em nome de Alá, os argumentos generalistas dos ateístas apenas se reforçam.

Jonathan Sacks é um influente rabino, que foi líder das Congregações Hebraicas Unidas dos países de fala inglesa por mais de duas décadas. Autor premiado de vários livros, afirma que possui um “profundo respeito” pelos não religiosos.

Em seu novo livro, Not in God’s Name [Não em nome de Deus], ele explica que os ateus desempenham um papel importante na luta contra os religiosos. “Eu os amo. Eu os chamo de oposição leal de Sua Majestade”, afirma rindo. Explica que os ateus podem fazer perguntas que servem para incomodar os seguidores de qualquer religião, fazendo-os refletir.

“Por que Deus inventou os ateus? Para impedir que líderes religiosos fiquem muito pretensiosos”, disse Sacks. “[Eles gostam de perguntar]: ‘Se Deus existe, por que há tanto sofrimento no mundo?’ Um ateu me disse que eu não conseguiria dormir à noite, pois essa é uma pergunta sem resposta. Mas a verdade é que você não precisa ser ateu para questionar isso, pois Abraão e Moisés também disseram isso”.

O estudioso da lei judaica afirma que depois de um século de muita dúvida e questionamentos (o 20), a reação no início do século 21 tem sido o oposto, marcada pelo ressurgimento do extremismo. Isso seria uma espécie de resposta a todos que apregoavam que a ciência iria eliminar a religião do planeta.

O rabino acredita que a tendência é uma acomodação, onde os líderes das três maiores religiões, procurarão trabalhar juntos. Cita como exemplo os esforços ecumênicos do Papa Francisco. Para ele, os ateus também ajudam os religiosos a lembrar o perigo que se corre quando um líder religioso recebe muito poder. Normalmente as consequências são desagradáveis. Com informações de Huffington Post e WSJ

por Jarbas Aragão


Em 5 anos não haverá mais cristãos no Iraque, diz ONG


A diretora da organização chama a perseguição religiosa no Oriente Médio de genocídio 


Em 5 anos não haverá mais cristãos no Iraque, diz ONG Em 5 anos não haverá mais cristãos no Iraque

 Fundação “Ajuda à Igreja que Sofre” (AIS) de Portugal apresentou na última terça-feira (13) um relatório que mostra um cenário preocupante em relação aos ataques no Oriente Médio: o fim do cristianismo.

“Estamos assistindo ao fim o cristianismo no Oriente Médio”, disse Catarina Martins, diretora da AIS. “Não é exagero falarmos na palavra genocídio, porque estamos falando de uma limpeza étnica, uma limpeza cultural”, disse ela.

O relatório mostra a situação de 20 países, incluindo algumas nações africanas que apresentam casos de perseguição religiosa. Tanto as controladas pelo Estado Islâmico, como Síria e Iraque, como as que possuem lei anti blasfêmia e as controladas pelo Boko Haram.

Pela visão da AIS se a morte de cristãos não for evitada não haverá mais esse grupo de religiosos no Iraque dentro de 5 anos e o mesmo pode acontecer em outros países.

“O Ocidente ajudaria muito se parasse de alimentar a guerra nessas regiões”, disse Martins preocupada com o crescimento da perseguição aos cristãos em todo o mundo.

por Leiliane Roberta Lopes




Folha de S. Paulo expressa preconceito contra evangélicos ao noticiar tragédia em igreja


Folha de S. Paulo expressa preconceito contra evangélicos ao noticiar tragédia em igreja
Uma publicação na página da Folha de S. Paulo no Facebook gerou enorme repercussão entre evangélicos que usam a rede social e obrigou o jornal a reescrever a manchete considerada ofensiva.

Ao anunciar no Facebook a notícia sobre a morte de um jovem por espancamento dentro de uma igreja evangélica nos Estados Unidos, o jornal usou de sarcasmo e expressou preconceito: “Coisas que só as igrejas fazem por você”, dizia o texto, seguido do link para a notícia.

A morte de Lucas Leonard, de 19 anos, foi comandada pelos próprios pais, Deborah, 59 anos, e Bruce Leonard, 65, durante o que se chamou de ritual de exorcismo. Outro filho do casal, Christopher, 17 anos, também foi agredido.

Lucas foi socorrido a um hospital, mas já chegou morto. Christopher foi resgatado pela polícia e vem sendo mantido internado. “Ambos os irmãos foram continuamente sujeitos a punições físicas durante várias horas com o objetivo de que ambos confessassem seus pecados e pedissem perdão”, afirmou Michael Inserra, chefe da polícia de New Hartford, no estado de Nova York (EUA).
Manchete questionável do jornal
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Manchete questionável do jornal

A maneira como a Folha apresentou esta tragédia aos seus leitores foi bastante criticada. O blogueiro Danilo Fernandes, editor do site Genizah, afirmou que “ao apresentar a notícia antecedendo a matéria editorialmente com o comentário ‘Coisas que só as Igrejas fazem por você’, este noticioso adota um discurso de ódio e revela intolerância e preconceito contra evangélicos, católicos e demais grupos cristãos que, obviamente, não tem neste delito, ‘o linchamento de filhos até a morte’, a sua regra de fé e prática”.

Fernandes foi além e lembrou que é comum o jornal se referir a religiosos de forma agressiva: “Esta não é a primeira vez que a Folha de São Paulo adota um discurso de intolerância contra a Igreja, em especial, a sua porção mais conservadora. Progressistas costumam ser mais bem tratados, em especial quando defendem teses como aborto, casamento gay e outras. Acho [que] já passou da hora do povo evangélico, suas representações políticas e organizações de juristas se posicionarem e exigirem retratação da Folha de São Paulo”, opinou.

Após diversas outras manifestações, os responsáveis pela página da Folha no Facebook alteraram a chamada para “O jovem e seu irmão mais novo foram sujeitos a punições físicas durante várias horas com o objetivo de que ambos confessassem seus pecados”. A sutil mudança não passou despercebida: “O estagiário ateu tirou a gracinha da página?”, questionou o jornalista Thiago Cortês, colunista do Gospel+, através de seu perfil na rede social.

Publicado por Tiago Chagas




Líderes religiosos continuam lutando pela paz



"Todo acordo tem seu preço e nós pedimos aos líderes que continuem negociando"16_CAR_0050100158

Um dos três principais líderes religiosos da República Centro Africana que ganhou reconhecimento mundial por seus esforços por acabar com os conflitos do país, sofreu uma tentativa de assassinato, em Bangui. O ocorrido foi apenas algumas semanas antes do anúncio de um referendo sobre as eleições de outubro, destinadas a colocar um fim ao governo de transição. O presidente interino sugeriu o cancelamento das eleições.

O presidente da Aliança Evangélica no país, Nicolas Guerekoyame-Gbangou, também foi alvo de um ataque aparentemente desencadeado pela morte de um jovem muçulmano, motorista de moto táxi. Seu corpo foi encontrado no sábado, no 5º distrito, que é predominantemente cristão, e em seguida foi levado para uma mesquita, que antes era conhecida como reduto do grupo rebelde Seleka. O responsável pela morte do jovem ainda não foi encontrado.

No mesmo sábado, houve uma revolta por parte dos jovens muçulmanos e eles dispararam tiros de armas pesadas por todos os lados, invadindo e destruindo propriedades. Foram até a casa de Nicolas, e exigiram que a família deixasse a propriedade, ameaçando matar seu filho mais velho, roubaram vários itens valiosos e depois atearam fogo na casa. Antes de deixar o bairro, mataram duas pessoas. 

A inquietação religiosa acontece desde 2013, ocasião em que o Seleka tomou o poder. O país estava tentando reconciliação entre os superiores muçulmanos e cristãos, o que deu a eles um prêmio da paz, no último mês de agosto. Agora, o cenário é de várias igrejas cristãs incendiadas, muita violência, cerca de 500 presos fugiram da prisão central de Bangui e os compromissos de paz foram prejudicados. "Todo acordo tem seu preço e nós pedimos aos líderes que continuem negociando com calma, o governo precisa desarmar as milícias e restaurar as forças nacionais para proteger o país", disse um dos embaixadores da paz.

Portas Abertas

Palestinos ateiam fogo ao Túmulo de José


Agressão é vista como “ato político”


Palestinos ateiam fogo ao Túmulo de José Palestinos ateiam fogo ao Túmulo de José 
 
O túmulo do patriarca José é venerado há séculos por cristãos, judeus e alguns segmentos de muçulmanos. Seu túmulo é local de peregrinação até hoje. Está localizado na cidade de Nablus, ao norte do território da Cisjordânia, controlado pela Autoridade Palestina.

“Ao longo da noite, dezenas de palestinos incendiaram e jogaram pedras no túmulo de José, em Nablus… O exército de Israel fará as reparações necessárias para permitir que os fiéis visitem o lugar sagrado”, afirmou um comunicado militar.

“A queima e a profanação do túmulo de José, esta noite, é uma flagrante violação e uma contradição do valor básico da liberdade de culto”, diz a nota.

O local foi saqueado e depredado por palestinos em 2000, no início da Segunda Intifada. O complexo passou por reformas entre 2009 e 2010. Para os muçulmanos que incendiaram o local, a presença constante de peregrinos judeus em seu território é uma “provocação”.

Túmulo-de-José-queimado
Interior do Túmulo de José

Segundo o jornal Haaretz, o ataque reuniu centenas de jovens palestinos que lançaram coquetéis molotov conta o mausoléu, após alguns colocarem materiais inflamáveis no local.

Este é o primeiro incidente violento no dia em que grupos palestinos radicais estão chamando de “sexta-feira da revolta”. Eles pedem que a população se manifeste. Marcaram protestos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, após as orações deste dia sagrado para os muçulmanos.

Israel vive uma onda de terror há 15 dias, que já resultou na morte de 33 palestinos (13 deles atacaram e mataram judeus) e sete israelenses. Essa sucessão de atos violentos nas últimas duas semanas é considerada o início de uma nova intifada(revolta palestina). As outras ocorreram entre 1987 e 1993 e de 2000 a 2005, deixando milhares de mortos.

O Conselho de Segurança da ONU deve fazer uma reunião de emergência hoje para discutir o aumento da violência na região. Os diplomatas afirmam não haver planos de aprovação de nenhuma resolução no momento. “Todas as opções estão sobre a mesa”, disse um diplomata à Reuters.

Autoridades israelenses pedem que o governo tome providências, o que poderá causar mais violência nos próximos dias. Para alguns, isso mostra que o Hamas, grupo terrorista muçulmano que controla a região, não é diferente do Estado Islâmico, que destruiu o túmulo do profeta Jonas.

por Jarbas Aragão
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Cidade mineira tem cemitérios diferentes para católicos e evangélicos


A história peculiar que explica os dois espaços é datada do início do século passado

Cidade mineira tem cemitérios diferentes para católicos e evangélicos Cidade tem cemitérios para católicos e evangélicos

A cidade de Fernandes Tourinho, um município mineiro com 3 mil habitantes, possui dois cemitérios: um para católicos e outros para evangélicos.

Os cemitérios foram construídos no início do século passado e tem uma história que justifica a existência do segundo espaço, onde os evangélicos eram enterrados.

Nas primeiras décadas do século passado uma mulher evangélica morreu e seus familiares não concordaram com a exigência da calunga do Nosso Senhor do Bom Jesus, construída atrás da igreja homônima, de ter que colocar uma cruz no túmulo.

A família resolveu levar o corpo para casa e um fazendeiro da cidade ficou sensibilizado com o caso e doou um pedaço de terra para que os parentes construíssem o jazigo da maneira que desejavam.

O pedaço de terra doado se tornou o cemitério dos evangélicos e o que já existia passou a ser o espaço dos católicos. Os dois cemitérios estão separados por pouco mais de um quilômetro.

Apesar de não ser uma tradição, alguns moradores da cidade deram entrevista ao jornal Estado de Minas e revelaram que desejam ser enterrados no cemitério segundo sua religião.

“Quando chegar a minha hora – e que se Deus quiser demore muitos anos – quero vir para cá”, disse Marlene Gomes Costa, de 60, se referindo ao cemitério dos evangélicos, ela frequenta a Igreja Assembleia de Deus.

Os dois cemitérios são administrados pela prefeitura, o coveiro titular da cidade trabalha nos dois espaços e mantém a discrição em relação a essa história tão peculiar da cidade.

por Leiliane Roberta Lopes

Intolerância religiosa pode prejudicar os cristãos em Camarões



As iniciativas de diálogo inter-religioso são fracas18_Cameroon_0270100536

Movimentos fundamentalistas muçulmanos estão mudando rapidamente a paisagem do país e abrindo caminho para a intolerância religiosa nos Camarões. De acordo com declarações do ICG (Grupo de Crise Internacional): "A intolerância religiosa é um risco crescente, mas muito subestimada por aqui", referindo-se às crescentes tensões entre cristãos e seguidores do islã.

Um analista da Portas Abertas comenta: "Investigações feitas ao longo dos últimos anos confirmam as tendências sinalizadas pelo ICG. Os ataques do Boko Haram preocupam, mas o que também preocupa é a radicalização religiosa que está ocorrendo atualmente".

Relatórios mostram que o país nunca experimentou uma violência tão significativa: "A ascensão da ideologia islâmica está mais rigorosa e é promovida principalmente por jovens muçulmanos camaroneses do Sul, que são rebeldes".

As iniciativas de diálogo inter-religioso são fracas, dispersas e atingem apenas uma pequena parte da população. As mudanças religiosas não são percebidas pelas autoridades políticas. Especialistas dizem que falta uma estratégia mais abrangente através da criação de organismos representativos para as comunidades mais frágeis. Mas tudo isso depende da iniciativa do governo que parece não estar muito preocupado com o assunto. Não deixe de orar por eles

Portas Abertas

Papa Francisco quer voltar ao Brasil em 2017


Me recordo desta minha expressão daquele dia e tenho este desejo muito sincero de voltar a visitar Aparecida”

O Papa quer manter a sua palavra e voltar ao Brasil em 2017. A promessa feita em julho de 2013, diante dos fiéis em Aparecida, deverá ser cumprida, e foi o próprio Francisco a garanti-lo pessoalmente ao Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis. O cardeal está participando do Sínodo sobre a Família como Presidente Delegado, motivo pelo qual não pode estar em sua arquidiocese, celebrando a padroeira.

“Com muito pesar, estou ausente da celebração da grande festa da nossa padroeira e rainha do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, mas tenho um motivo para justificar a minha ausência: o Papa Francisco me nomeou como um dos Presidentes delegados do Sínodo da Família e por isto estou aqui em Roma, participando do encontro até dia 25. Tive, no entanto, a alegria de participar, e presidir a missa, da comunidade brasileira aqui em Roma, no bairro de Trastevere.

 Foi uma celebração com uma participação muito grande de brasileiros que vivem em Roma e nos arredores de Roma. Isto me fez, de certo modo, preencher, este sentimento de pesar por não poder participar da celebração de honra e louvor em Aparecida. Estou unido espiritualmente a todos os romeiros, a todos aqueles que estão hoje visitando o Santuário, em peregrinação; estou rezando por todos e pedindo a Deus que, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, que abençoe o nosso Brasil, o nosso povo, que nos dê luzes para podermos seguir o nosso caminho rumo ao crescimento, ao desenvolvimento, sempre na paz e na harmonia, e também na justiça social, onde todos os brasileiros possam usufruir do crescimento e do progresso do nosso país”.

“Estive com o Santo Padre nesta manhã de segunda-feira (12/10) em seu gabinete na Casa Santa Marta, renovando o convite para que ele possa, se Deus assim o permitir, ir novamente ao Brasil, visitar novamente o Santuário da padroeira do Brasil. É claro que o convite é para 2017, quando celebraremos 300 anos do encontro da imagem de Aparecida no Rio Paraíba. O Santo Padre, é claro, deseja ir, como já o manifestou em outras oportunidades. Está distante ainda, não podemos dizer que esta visita é oficial porque não nos cabe dar esta notícia, pois cabe é claro à Santa Sé, à Sala de Imprensa do Vaticano, comunicar a agenda e a programação do Santo Padre, sobretudo em relação às suas visitas ao exterior, mas nós o aguardamos e esperamos que o Santo Padre nos visite em 2017; será realmente uma bênção muito grande para todo o Brasil a sua visita”.

“Eu lhe lembrei que ele havia feito esta promessa lá na Tribuna Papa Bento XVI, quando se despediu da multidão: ‘Até 2017!’. Ele falou ‘Eu sei disso, me recordo desta minha expressão daquele dia e tenho este desejo muito sincero de voltar a visitar Aparecida, sobretudo nesta ocasião dos 300 anos, que é um acontecimento muito especial, muito singular para Aparecida e para todo o Brasil”.

Por:Aleteia




quinta-feira, 15 de outubro de 2015

O justo e o ímpio, um contraste profundo



Foto: Internet
Foto: Internet

Os homens perversos se alimentam da maldade e têm como propósito de vida derrubar aqueles que andam retamente. Sentem-se recompensados quando derrubam alguém que cruza seu caminho.

 Eis o que diz a Escritura: “Pois não dormem, se não fizerem o mal, e foge deles o sono, se não fizerem tropeçar alguém…” (Pv 4.16,17). Os perversos têm uma compulsão para o mal. Rolam no seu leito não para conciliar o sono, mas para maquinar o mal contra o próximo. Empregam sua inteligência e sua energia não para fazer o bem, mas para engendrar formas de oprimir as pessoas.

 Quando não conseguem levar a cabo sua intenção maligna, perdem o sono. O que lhes acalma a mente irrequieta é exatamente conceber os intentos perversos do coração. Tão logo concebem o mal, colocam-no em ação. As lágrimas dos outros são sua alegria. O fracasso dos outros, o seu triunfo. A seiva que lhes sustenta a vida é a violência. A motivação que lhes mantêm acordados é a destruição do próximo.

A Escritura contrasta o caminho dos maus com a vereda dos justos: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv 4.18). Naquele reina a violência e a negridão subterrânea dos maus intentos; nesta habita a luz que esparrama sua luz, como os raios do sol que surgem nas encostas dos montes. A vereda dos justos não é apenas um caminho iluminado, mas um caminho cuja luz vai crescendo como a luz do sol até ser dia perfeito. A vida do justo vai sendo aperfeiçoada de glória em glória. O brilho da face de Cristo resplandece nele. O fulgor da glória de Deus irradia nele.

O justo é filho da luz e luz do mundo. Ele anda na luz, suas obras são feitas na luz e todo o seu corpo é iluminado. O justo não dá marcha ré em seu testemunho. Não vive ziguezagueando perdendo sua força em avanços e recuos. O justo caminha para frente, faz uma escalada para as alturas. Sua vida não se estaciona na região nebulosa do comodismo. O justo cresce no conhecimento e na graça. Avança para o alvo. Busca as coisas lá do alto, onde Cristo vive. Contempla o galardão. Aspira as coisas mais excelentes. Sua história começa na conversão, avança no processo da santificação, mas seu alvo é a glorificação, o dia perfeito.

Se a vereda dos justos é um caminho cheio de luz, o caminho dos perversos é uma estrada mergulhada em densas trevas. “O caminho dos perversos é como a escuridão; nem sabem eles em que tropeçam” (Pv 4.19). A escuridão é ausência completa de luz. É lugar de cegueira. É território lôbrego de confusão.

 É cenário de medo e pavor. É estrada povoada por aqueles que não sabem aonde vão nem sabem em que tropeçam. Se a luz é símbolo de conhecimento, a escuridão é o emblema da ignorância. Se a luz é símbolo de pureza, a escuridão é a evidência de sujeira. Se a luz é símbolo da santidade, a escuridão é sinal de iniquidade. Se a luz é símbolo do amor, a escuridão é prova de ódio. O caminho dos perversos é como a escuridão: uma estrada marcada pela anti-vida. Uma vereda sulcada pelos buracos das desavenças.

Uma senda onde as coisas mais vergonhosas se praticam sem qualquer pudor. Um trilho sinuoso que leva à morte. Os perversos caminham de solavanco em solavanco. Caem aqui, tropeçam acolá e nem sabem em que tropeçam. Longe de fazerem uma caminhada ascendente rumo à glória, fazem uma descida vertiginosa rumo ao abismo. Oh, caminho perigoso! Oh, caminhada inglória! Oh, triste destino! Só aqueles que amam a destruição continuam por esse caminho. Só aqueles que rejeitam a oferta da graça, preferem esse caminho. Só aqueles que se recusam a crer em Jesus, o novo e vivo caminho, permanecem nessa estrada de densas trevas.

::Hernandes Dias Lopes

Cristãos não são aceitos em diversos países e vivem deslocados



 Mesmo os que já conseguiram asilo são rejeitados e reenviados ao país de origem
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De acordo com informações da rádio Free Asia, no mês passado as autoridades do Camboja declararam que os montanheses fugiram do Vietnã por causa de uma grave crise econômica, e por conta disso, estão planejando repatriar os “imigrantes ilegais”.

Um analista de perseguição comentou: “Camboja não quer decepcionar o Vietnã, seu vizinho e grande companheiro comunista, mas as autoridades do Camboja já anunciaram que não será mais permitida a entrada de cristãos no país. Quer dizer que todo cristão será reenviado ao Vietnã”.

De acordo com a UCA News, nem mesmo os 13 montanheses que já receberam asilo, com a ajuda do escritório local do ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), serão autorizados a permanecer no Camboja. O ACNUR tem aconselhado que eles busquem outro país disposto a recebê-los. “Isso mostra como tem sido difícil a vida dos cristãos montanheses que são obrigados a se deslocarem e nunca são bem-vindos em lugar nenhum”, conclui o analista.


:: Portas Abertas

Extinção do cristianismo no Iraque poderá acontecer em cinco anos, apontam missionários


Extinção do cristianismo no Iraque poderá acontecer em cinco anos, apontam missionários
A situação de perseguição religiosa no Iraque é tão intensa que a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) estima que, em até cinco anos, as tradições cristãs no país serão extintas caso não haja uma “ajuda de emergência a nível internacional”.

O quadro dramático é apontado no relatório “Perseguidos e Esquecidos?”, que expõe detalhadamente a situação dos “cristãos oprimidos por causa da sua fé”.

Com dados relativos ao período de outubro de 2013 e julho de 2015, quando a pesquisa foi realizada, o relatório aponta que no Iraque, os cristãos foram reduzidos “de cerca de um milhão em 2002-2003 para cerca de 700 mil em 2006 e para menos de 300 mil” atualmente.

“A população cristã tem vindo a sofrer uma verdadeira hemorragia no Iraque, a um ritmo de 60 a 100 mil por ano”, alerta o estudo, que ressalta que “estas estatísticas sugerem que, a não ser que haja uma mudança para melhor, o cristianismo será totalmente extinto no Iraque no prazo de cinco anos”.

De acordo com informações do Diário Digital, a AIS é uma organização missionária da Igreja Católica subordinada diretamente ao Vaticano, que trabalha com o propósito de “ajudar os cristãos onde quer que eles se encontrem perseguidos, refugiados ou em necessidade”.

O documento aponta ainda que com a ascensão de grupos extremistas muçulmanos, como o Estado Islâmico, por exemplo, está havendo “um enorme êxodo de cristãos de outras regiões do Oriente Médio, como por exemplo da Síria, combinado com um aumento das pressões sobre os fiéis na Arábia Saudita e no Irã”, o que significa “que a Igreja está a ser silenciada e expulsa do coração da sua antiga região bíblica”.

“A ameaça mais grave”, aponta o relatório, tem sido o extremismo islâmico em todo o mundo: “A ascensão de grupos militantes islâmicos na Nigéria, no Sudão, no Quênia, na Tanzânia e em outras regiões da África está a desestabilizar a presença cristã no único continente que até agora constituiu a maior esperança da Igreja para o futuro”, resume.


Publicado por Tiago Chagas

“Verdadeiro milagre”: bebê sofre decapitação interna em acidente e sobrevive sem sequelas; Assista


“Verdadeiro milagre”: bebê sofre decapitação interna em acidente e sobrevive sem sequelas; Assista
Um acidente de trânsito causou um trauma chamado de “decapitação interna” em um bebê de apenas 1 ano e 4 meses, mas ele sobreviveu e após o tratamento, terá uma vida normal. O desfecho do caso vem sendo tratado pelos médicos como um “verdadeiro milagre”.

O acidente aconteceu há aproximadamente um mês, durante uma viagem de família pela região de Nova Gales do Sul, na Austrália, quando o veículo em que estavam colidiu a 110 km/h contra outro carro.

O impacto da colisão causou a fratura de duas vértebras do pescoço e da clavícula do bebê, que ficou com o crânio separado da coluna vertebral. O termo técnico para esse tipo de trauma é “deslocamento atlanto-occipital”, popularmente chamado de decapitação interna, pois rompe as ligações ósseas entre a cabeça e a coluna.

O menino foi socorrido e submetido a uma cirurgia de mais de seis horas. No procedimento, os médicos usaram um microfio e uma parte da costela do bebê para conectar novamente as vértebras e o crânio.
Após a alta do bebê do hospital, o caso ganhou notoriedade na imprensa. O cirurgião que comandou o procedimento, Geoff Askin, afirmou que o fato de o bebê ter sobrevivido já era um milagre, mas a certeza de que ele terá todos os movimentos após a conclusão do tratamento, aumenta ainda mais o tamanho da façanha.

“Para começar, muitas crianças não sobreviveriam a esse tipo de lesão. E se sobrevivessem ou fossem ressuscitadas, então, talvez não conseguissem respirar e ou se mover novamente. Então, conseguir salvar a medula e sobreviver… foi um verdadeiro milagre”, comentou o médico, dizendo que essa era a pior lesão do tipo que ele já tinha visto.

Agora, já de alta médica, o menino vem sendo mantido sob observação em casa, com o uso de uma órtese – equipamento externo projetado para imobilizar os movimentos da coluna vertebral -, até que a cicatrização dos ossos esteja concluída.

De acordo com informações da BBC, a irmã mais velha do bebê também sofreu uma fratura de vértebra, mas foi operada e passa bem. Assista no vídeo abaixo a reportagem da emissora First on 7 News sobre o caso: 





 Publicado por Tiago Chagas

Famoso pastor diz que o “demônio é real e vai à igreja todos os domingos”; Entenda


Famoso pastor diz que o “demônio é real e vai à igreja todos os domingos”; Entenda
A existência de um ser diabólico é apontada pela Bíblia como a causa do surgimento do pecado no mundo, pois após sua queda, Lúcifer tentou Adão e Eva e os fez desobedecer a uma ordenança divina. Essa narrativa aponta o diabo como um ser espiritual e real, e é a partir daí que o pastor e escritor John Hagee baseia seus alertas.

No lançamento do livro “The Three Heavens: Angels, Demons and What Lies Ahead” (“Os Três Céus: Anjos, Demônios e o que Vem a Seguir”, em tradução livre), Hagee afirmou no programa Life Today que, de fato, foi “um diabo muito real que tentou Jesus no deserto”, e que isso não pode ser esquecido pelos cristãos.

“Foi um demônio muito real que entrou no jardim do Éden para seduzir Adão e Eva. Também foi um demônio muito real que tentou Jesus no deserto. Ele ainda está em atividade. Ele vai à igreja todos os domingos. E se você não souber reconhecê-lo e tomar autoridade sobre ele, o inimigo vai destruir a sua vida, seu casamento, seus filhos, sua igreja, suas esperanças, seus sonhos”, comentou.

Hagee é líder da Cornerstone Church, megaigreja de San Antonio, no Texas. Ele afirma que na pesquisa para escrever o livro, usou conteúdos bíblicos, “a ciência e histórias incríveis e verdadeiras sobre o sobrenatural”.

O pastor contou que sua motivação é alertar os cristãos e expor as “táticas diabólicas de satanás no Segundo Céu e como elas afetam cada um de nós” na prática.

Por fim, ele alertou que os fiéis têm “a autoridade absoluta sobre os poderes e principados das trevas” através do nome de Jesus, o que garante “segurança absoluta” para quem “está na atribuição divina de Deus”, o que nos torna “praticamente indestrutíveis”: “Os poderes do inferno não podem tocá-lo; os anjos de Deus estão a defender você”, concluiu.

Publicado por Tiago Chagas 





Barack Obama lamenta que muitos cristãos vivam o conceito de “nós contra eles”


Barack Obama lamenta que muitos cristãos vivam o conceito de “nós contra eles”
Os cristãos, estariam, na visão do presidente Barack Obama, cultivando uma cultura de inimizade e rivalidade com setores da sociedade que têm pensamentos ou prioridades diferentes de sua religião.

O ponto de vista – de lamento – foi expresso por Obama durante uma entrevista à escritora norte-americana Marilynne Robinson, publicada pela revista New York Review of Books.

Segundo Obama, muitos cristãos fiéis e fervorosos, por vezes, adotam uma postura de “nós contra eles”, o que causa muitas tensões. “Aqui nos Estados Unidos, às vezes, a interpretação cristã parece postular um ‘nós contra eles’, e essas são, por vezes, as vozes mais altas”, lamentou.

Segundo o Christian Post, o presidente destacou que esses líderes cristãos “também se frustrar com o tipo insosso, que defendem versões mais liberais onde valem tudo”.

Na conversa com sua entrevistadora, Obama questionou como ela faz para conciliar os dois pontos de vista, e Robinson respondeu: “Bem, eu não sei o quão seriamente eles levam o seu cristianismo, porque se você levar algo sério, você está pronto para encontrar dificuldades e correr o risco, seja qual for”.

A escritora acrescentou ainda que “o cristianismo é profundamente contraditório” com os ensinos bíblicos: “’Amarás o teu próximo como a ti mesmo’ — eu acho que essa frase, bem compreendida, significa que seu vizinho é tão digno de amor quanto você, não que você é realmente capaz desse feito sobre-humano […] É supostamente difícil. É supostamente um desafio”, disse Robinson.

O presidente Barack Obama já se revelou um fã de Robinson, e disse acompanhar seu trabalho há muitos anos. Em 2008, durante a campanha presidencial, ele contou ter lido o livro “Gilead”, um romance escrito por Robinson e muito elogiado pela crítica literária.

Publicado por Tiago Chagas 




Israel manda exército às ruas para conter “onda de terror”


3.500 policiais foram chamados para patrulhas    



Israel manda exército às ruas para conter “onda de terror” Israel manda exército às ruas para conter "onda de terror"

Para muitos palestinos é uma nova intifada, mas para o governo é apenas uma “onda de terror”. Mesmo assim, as dezenas de mortes e prisões dos últimos dias em ataques terroristas mexeu profundamente com Israel.

Somente nesta terça (13), em Armon Hanatziv, perto de Jerusalém, um israelense foi morto e 16 pessoas ficaram feridos após dois terroristas esfaquearam e atiraram conta os passageiros de um ônibus. Outros esfaqueamentos realizados por palestinos em diferentes cidades mostram que são ataques coordenados, aparentemente seguindo ordens do Hamas.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu convocou um encontro de emergência do Conselho de Segurança. A decisão foi chamar mais membros da Força de Segurança de Israel (IDF) para apoiar a polícia e restabelecer a segurança no país.  Também foram mobilizadas treze unidades policiais da fronteira. “Vamos continuar a fazer tudo que é necessário”, assegurou o premiê.

O superintendente da polícia, Micky Rosenfeld, explicou que “a decisão foi tomada a fim de reforçar e aumentar ainda mais a segurança tanto em Jerusalém como nos diferentes bairros árabe-israelenses, como na Cidade Velha. Esta é uma precaução tomada para evitar que novos ataques aconteçam”.
Ele explicou que 3.500 policiais foram mobilizados em toda Jerusalém. Esclareceu ainda que ocorreram motins palestinos em Nazaré e Ramala, mas já foram contidos.  Justificou ainda a contratação de 300 agentes de segurança adicionais para operar no transporte público.

A IDF anunciou hoje que seis empresas serão transferidas para trabalhar juntamente com a polícia em algumas cidades. Serão fechados os locais considerados “pontos de atrito”. São cerca de 1400 soldados reservistas da IDF que atuarão em conjunto aos policiais israelenses.

Esses soldados serão enviados a unidades não combatentes.  A Divisão da IDF da Judeia e de Samaria colocou dois batalhões adicionais. Dois outros batalhões ficarão de plantão em Gaza.

Além disso, o Conselho de Ministros aprovou a resolução de confiscar bens de terroristas e revogar seu estatuto de residência.

Em meio ao conflito interno, a IDF respondeu com artilharia a um ataque na fronteira norte.  Dois mísseis disparados da Síria atingiram a parte israelense das Colinas de Golã, mas sem causar danos ou vítimas. Com informações de Sputink News, Haaretz e Menorah

por Jarbas Aragão



Crise de fé: 2.000 igrejas serão fechadas na Inglaterra


Decisão é para cortar gastos  



Crise de fé: 2.000 igrejas serão fechadas na Inglaterra 2 mil igrejas serão fechadas na Inglaterra
 
A Igreja da Inglaterra, conhecida como episcopal anglicana no resto do mundo, possui 16.000 igrejas no Reino Unido, contando com algumas centenas de capelas, além de 42 catedrais. Com o cristianismo entrando em declínio, a exemplo da maior parte da Europa, a opção administrativa é fechar pelo menos 2.000 templos.

Nesses locais, reúnem-se regularmente menos de dez fiéis. A maioria é idosa e as ofertas são poucas e esparsas. Isso inviabiliza os custos de manutenção. A opção é transformá-las em “igrejas de feriado”, que só abrem nas semanas do Natal e da Páscoa, quando muitos cristãos nominais procuram alguma igreja por hábito.

Segundo um relatório publicado esta semana, a Igreja da Inglaterra possui menos de 800.000 fiéis indo a um de seus templos aos domingos. Os índices são menos de metade do que na década de 1960, quando o liberalismo teológico se tornou a norma. Atualmente a igreja anglicana aceita o casamento homossexual e possui líderes abertamente gays.

No último censo do governo, o cristianismo ainda é a maior religião na Inglaterra e no País de Gales, com 33,2 milhões de seguidores. Uma redução de 4,1 milhões em relação ao censo anterior, de 2001. Em média, nas últimas duas décadas, são fechados 25 templos cristãos por ano no país.

Muitas das igrejas são monumentos históricos e o relatório afirma que elas “ajudam na proclamação do evangelho apenas por estarem lá”. Mas não diz de que forma isso acontece.

Sugere ainda que uma resposta mais positiva seria transformar os templos em espaços comunitários. De acordo com o Daily Mail, nos últimos anos, centenas foram vendidas e se tornaram agencias do correio, cafés, centros de aconselhamento e cooperativas de crédito ao lado de locais de culto. Uma minoria foi remodelada e servem agora como casa.  Há casos de igrejas que se tornaram mesquitas.

O maior debate é sobre a possibilidade de se vender todos esses templos, que seriam inevitavelmente demolidos para dar espaço a novos edifícios. O valor maior é do terreno, geralmente com localização central.

O bispo de Worcester, John Inge, que presidiu a produção do relatório, afirmou: “Nossas igrejas são um sinal visível da fé cristã em toda a Inglaterra, além de ser uma parte incomparável do patrimônio de nosso país. Esperamos, portanto, que este relatório seja um catalisador para a discussão sobre como as igrejas podem ser melhor cuidadas e utilizadas para o bem comum”. Com informações Christian Today e The Guardian

por Jarbas Aragão

Casal brasileiro fala sobre as dificuldades da vida missionária


Luiz Felipe e Bruna estão em Cabo Verde  



Casal brasileiro fala sobre as dificuldades da vida missionária Miss. Bruna em ação da Missão Brava.
 
Deixar sua família, amigos e emprego para atender ao chamado missionário não é uma decisão fácil. Todos os anos centenas de brasileiros tomam essa difícil decisão e deixam o país para levar o Evangelho para outros povos.

“Sempre falo que o maior desafio do missionário realmente não é o ir, mas sim o deixar, e você deixar a família, é muito difícil, porque você não sabe se quando retornar poderá abraça-los outra vez, e você não tem a garantia de voltar, porque você está indo para se entregar totalmente a vontade de Deus”, diz o missionário Luiz Felipe Lopes.

Ele e sua esposa, Bruna, estão há quase dois anos trabalhando em Cabo Verde, na África Ocidental, mas passaram também pelo Paraguai.

A saudade dos familiares é inevitável, deixar de conviver com pai, mãe e irmãos e até mesmo não conhecer os sobrinhos que nasceram após a partida é doloroso, mas o casal afirma que Deus tem capacitado cada um deles não só para realizar o trabalho, mas para suportar a dor da saudade.

Felipe e Bruna sabiam que deixariam seus familiares e seus pais não só apoiaram a decisão como se sentem honrados por terem filhos que aceitaram o chamado de Deus e foram ganhar vidas para Cristo. Para o casal esse apoio foi o grande diferencial para que eles pudessem partir rumo ao cumprimento de uma promessa.

Missionário Luiz Felipe
Miss. Luiz Felipe em ação da Missão Brava.

O casal tem trabalhado em prol do evangelho, eles foram chamados separadamente para a obra com o tempo tiveram a confirmação de que deixariam o Brasil para evangelizar.

“Costumo falar que eu não apenas casei com a minha esposa, mas também com o chamado missionário dela, e Deus me deu a alegria o privilégio, a honra de vir para a obra missionária, de compartilhar o chamado que estava na vida da minha esposa”, disse ele.

Além da escolha, outros fatores como a cultura local e situações políticas e econômicas pesam no dia a dia dos missionários que muitas vezes não atuam só com a evangelização, mas também com trabalhos sociais que incluem a educação de crianças, distribuição de alimentos e outros serviços completamente gratuitos que servem para aproximá-los da população.

Em Cabo Verde os brasileiros trabalham com projetos sociais entre eles o Pão e Leite voltado para crianças e o Projeto BRAVA (Brasil Alimentando Vidas na África, parceria com o próprio Gospel Prime). Fora isso eles ainda realizam evangelismos, discipulados, cursos de teologia e cultos. Eles ainda pastoreiam uma igreja e supervisionam o pastoreio de outra congregação.

O país onde Felipe e Bruna estão não é muito diferente do Brasil, é uma nação cosmopolita onde há imigrantes de diversas nacionalidades como americanos, árabes, chineses, italianos, portugueses, indianos e africanos vindos de outros países. “Culturalmente falando aquilo que não é prejudicial para a vida cristã você se adapta, culinária, o idioma ou a língua, o convívio social e o que é prejudicial a vida cristã você rejeita e com o evangelho você confronta para que haja mudança na vida dos outros.”

Ao contrário de outros países da África, Cabo Verde não tem conflitos religiosos até por conta da sua colonização e da mistura de povos que convivem nas dez ilhas que formam o país. “Passamos algumas vezes por algumas pequenas resistências da igreja católica, mas nada de violência ou discussões, foi um pequeno ato rejeição por parte dos líderes e catequistas da Igreja Católica onde tentaram fazer com que as crianças de uma determinada comunidade não participassem da nossa programação de ‘evangelismo'”, conta ele.

Mesmo sem ter violência e discussões religiosas, os brasileiros enfrentam outros problemas para cumprirem o chamado. Uma das principais delas é a resistência da população em receber a mensagem que é pregada. Felipe diz que a colonização portuguesa que incluiu a tradição católica também é “uma grande barreira”, citando também a cultura vinda de outros povos não-cristãos que também dificultam a expansão da mensagem da Cruz.

Pensar em desistir dos trabalhos quase todo missionário já pensou e o casal de brasileiros não nega. “Mas este é um pensamento momentâneo”, disse ele. “Nestes momentos o Espírito Santo nos conforta e nos encoraja a continuar nesta caminhada, nos mostrando o quão precioso e valioso é o continuar com a mão no arado”.

O sustento do casal vem da Igreja Assembleia de Deus de Içara, pelo departamento Ceifeiros da Hora Final – presidido pelo Pastor Cirço de Lima – além da ajuda vinda de outras assembleias de Deus é assim que o casal se sustenta e também realiza os trabalhos sociais que se comprometeram a realizar em Cabo Verde.

por Leiliane Roberta Lopes