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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

“Spurgeon Africano” vem ao Brasil para a Consciência Cristã


Conrad Mbewe ministrará em duas plenárias do evento

“Spurgeon Africano” vem ao Brasil para a Consciência Cristã"Spurgeon Africano" vem ao Brasil para a Consciência Cristã
O 18º Encontro para a Consciência Cristã acontecerá em Campina Grande (PB) entre os dias 04 e 09 de fevereiro de 2016.
Assim como nas edições anteriores, os organizadores escolheram preletores de várias partes do Brasil e do mundo, comprometidos com o ensino fiel das verdades centrais da fé cristã. Para 2016, 23 palestrantes já foram confirmados – entre eles, o pastor Conrad Mbewe, Zâmbia, considerado por muitos como o “Spurgeon Africano”.
Conrad Mbewe é pastor da Igreja Batista Kabwata em Lusaka, capital de Zâmbia, região centro-sul da África. Ele também é chanceler da African Christian University of Zambia, editor da revista Reformation Zambia e ex-diretor do Reformed Baptist Preachers College, também no país africano. O ministério desenvolvido por Mbewe tem plantado várias igrejas no interior de Zâmbia e em países vizinhos, sempre com ênfase na pregação fiel das Escrituras.
Além disso, o pastor batista desenvolve seu ministério nas áreas da pregação, com uma mensagem cristocêntrica e contundente, e da escrita. É autor do livro “Vida aos Mortos”, lançado no Brasil pelo projeto Os Puritanos, e um dos co-autores do livro “Amado Timóteo”, da Editora Fiel.
Conrad Mbewe ministrará em duas plenárias da 18ª Consciência Cristã, que acontecerá no Complexo do Parque do Povo, maior praça de eventos de Campina Grande.
Além dele, também estão confirmados os nomes de Augustus Nicodemus, Russell Shedd, Hernandes Dias Lopes, Jonas Madureira, Heber Campos Jr., Solano Portela, Geremias Couto, Ciro Sanches Zibordi, Sillas Campos e Franklin Ferreira, entre outros. Os grupos Vencedores por Cristo e Sal da Terra farão participações musicais durante as plenárias do evento.
A participação nas palestras do 18º Encontro para a Consciência Cristã é gratuita, mas depende de inscrição prévia, que pode ser feita no site: www.conscienciacrista.org.br. Por Gospel Prime


#RCA: Centro-africanos revelam os horrores sofridos com a perseguição religiosa


Cristãos vivem escondidos e são tratados como prisioneiros
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Segundo um analista da Portas Abertas, centro-africanos foram contatados por uma fonte anônima e decidiram revelar os horrores sofridos pelos cristãos, numa terra onde a religião islâmica prevalece. Lucien Debriel, de 48 anos, é pastor em uma aldeia no norte do país, próxima à cidade de Kaga Bandoro. "Quando o grupo radical Seleka chegou em Kaga Bandoro, o som de tiros de armas pesadas vinha de todas as direções. Quando ouvi, corri para esconder minha esposa Angelique e nossos seis filhos. Os rebeldes mataram nossos três vizinhos e jogaram seus corpos em poços, próximos dali", conta Debriel.
Aterrorizados e traumatizados, se esconderam na mata, junto com outros moradores, mas o estresse da situação fez com que Angelique adoecesse gravemente. "Ela morreu com apenas 42 anos, e enquanto estávamos ainda de luto, um dos membros do Seleka, que era parente de Angelique, veio para a mata com alguns de seus companheiros e me acusou pela morte da minha própria esposa, alegando que eu tinha negligenciado cuidados médicos. Ele ainda disse que eu teria que pagar uma multa de 250 FCFA (pouco mais de 400 dólares)", diz.
Alguns cristãos ajudaram a levantar o valor, cientes de que o homem mataria Debriel, caso ele não pagasse a multa. Mas conseguiram apenas 160 dólares. "Eles disseram que não era suficiente, então levaram minhas cabras, alguns sacos de amendoim e os instrumentos musicais da igreja. Eles voltaram depois para cobrar o restante do dinheiro, mas eu não tinha mais nada para dar, então eles ameaçaram me matar e destruir os bancos da igreja", relembra
A congregação de Debriel o ajudou a fugir para o campo de pessoas internamente deslocadas, conhecido como IDP (Internally Displaced People), juntamente com os seis filhos. Lá eles encontraram outros pastores e enfrentaram a escassez de abrigo e alimentação. Embora o grupo Seleka esteja se dissolvendo, os pastores Fulani que faziam parte da rebelião, continuam governando a região e as pessoas de Kaga Bandoro vivem como prisioneiras.
FontePortas Abertas Internacional

A perseguição religiosa atinge o Brasil



"Esteja atento! Fortaleça o que resta e que estava para morrer." Ap 3.2a
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Há relatos de que a perseguição aos cristãos está chegando no Brasil. Alguns parceiros da Portas Abertas já entraram em contato para informar e perguntar sobre esse assunto. Recentemente, integrantes de uma família foram agredidos por cerca de 30 pessoas, em frente a uma escola no Estado de São Paulo, por seguir a Cristo.
Não é novidade para os cristãos que a perseguição esteja aumentando. A Palavra de Deus nos alerta sobre isso (Ex.: 2Tm 3.12). Colômbia e México fazem parte da Classificação da Perseguição Religiosa. Cuba já fez. Esses países pertencem ao continente americano, assim como o Brasil.
Em Colossenses 4.2, Paulo nos motiva a nos dedicarmos a oração, estarmos alertas e sermos agradecidos. A Bíblia nos encoraja! Pois todos odiarão vocês por minha causa; mas aquele que perseverar até o fim será salvo (Mc 13.13).
Pedido de oraçãoOre pelos cristãos brasileiros, que mesmo em meio às dificuldades que têm de enfrentar, perseverem e não parem de falar do amor de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador.
FontePortas Abertas Brasil

Grupo terrorista lança foguetes em Israel com apoio do Irã


Força de Defesa de Israel revida ataque e bombardeia 14 alvos na Síria

Grupo terrorista lança foguetes em Israel com apoio do IrãIrã inicia ataques e Israel revida
Na onda de ataques anunciados pelo Irã contra Israel, primeiramente foi o livro do aiatolá, avisando que os iranianos financiariam grupos terroristas.  Duas semanas depois, foi um vídeo mostrando que essa união vai além da teoria.
Agora, tornou-se realidade. Quatro foguetes foram disparados contra o norte de Israel nesta semana. O ataque veio da Síria, a partir da porção das Colinas de Golã em território sírio. Oficialmente os danos foram apenas materiais, não deixando feridos em Israel. Dois dos foguetes explodiram perto de um kibutz no Vale de Hula, na porção norte da Galileia.
A inteligência de Israel revelou que o grupo terrorista palestino Jihad Islâmica foi responsável ​​pelo lançamento de foguetes doados pelo Irã.  Preventivamente, o sistema antimísseis foi colocado em alerta também na região sul em Ashdod e Beersheba. Mês passado, militantes do Estado Islâmico lançaram foguetes contra o sul de Israel.
“Nós consideramos a Síria responsável pelo ataque, que constitui uma flagrante violação da soberania do Estado de Israel”, declarou o governo israelense em nota.
A resposta israelense foi enviar bombardeios israelenses contra 14 alvos na Síria relatou a Rádio do Exército de Israel.  Segundo o canal de televisão estatal sírio, pelo menos cinco pessoas morreram na parte não anexada da região de Golã.
Os terroristas da Jihad Islâmica tinham dito no início da semana que iriam atacar Israel. Desde o início da guerra civil na Síria, em 2011, foram disparados dezenas de foguetes contra alvos no estado judaico, mas esta foi a primeira vez que quatro foram disparados ao mesmo tempo.
Desde o final do ano passado é esperado uma tentativa de invasão naquela região, que é dominada atualmente por grupos simpatizantes ao Estado Islâmico, que vem fazendo contínuas ameaçasCom informações de Breaking Israel NewsPor Jarbas Aragão 

Cristãos devem ficar atentos para o crescimento do Estado Islâmico




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De acordo com informações da rádio Free Europe (RFE), existe um relatório no qual o Movimento Islâmico do Uzbequistão (IMU), cujo líder é Usmon Ghazi, anuncia que seus combatentes já não representam um movimento, mas uma província do Estado Islâmico (EI). Eles juraram lealdade em árabe para o EI e seu líder Abu Bakr al-Baghdadi.
De acordo com as palavras do juramento: "Graças ao Senhor, na sequência do Todo-Poderoso, que vai à nossa frente, nos comprometemos ser fieis para com o califado, que cedeu ao Islã. Agora nós somos parte disso. Os lutadores do IMU deverão ser chamados de Estado Islâmico da região de Khorasan".
Rolf, analista da Portas Abertas, explica: "Esse acontecimento abre um novo capítulo na história do Islã radical na região. Em vez de IMU, agora temos a província ‘Vilayat’ do Estado Islâmico. As pessoas estão sendo convocadas a defender esse grupo de radicais. Isso pode levar à chegada de muitos combatentes jihadistas, assim como ocorreu na Síria e no Iraque".
"O IMU pode ter sido originado no Uzbequistão, mas o movimento foi chutado para fora da Ásia Central, e está cada vez mais ativo no Afeganistão e no Paquistão. As aspirações da nova província de Estado Islâmico são consideráveis: Khorasan é o nome de uma antiga província, que incluiu partes do moderno Irã, Afeganistão, Tajiquistão, Turquemenistão e Uzbequistão. Podemos, portanto, esperar que Estado Islâmico esteja reforçando sua ideia de controle total de uma região abrangida pelo conceito de Khorasan. Como o EI tem uma reputação muito negativa para com os cristãos, a Igreja na Ásia Central deve entrar em estado de alerta", conclui Rolf.
FontePortas Abertas Internacional

Estado Islâmico destrói mosteiro construído há 1.500 anos


No local ficava o santuário destinado ao Santo Elian de Homs que todos os anos atraia centenas de fiéis católicos

Estado Islâmico destrói mosteiro construído há 1.500 anosEI destrói mosteiro construído há 1.500 anos
O mosteiro de Mar Elian, construído há 1.500 anos na cidade de Al Quariatain, na Síria, foi destruído pelos terroristas do Estado Islâmico (EI) que fizeram questão de destruir a igreja.
O espaço profanado abrigava a re-exumação dos restos do santo católico Elian de Homs, morto pelos romanos em 285. A igreja era um dos centros mais importantes do país e sua estrutura foi toda destruída.
Por conta do santuário dedicado ao Santo Elian de Homs, todos os anos, no dia 9 de setembro, milhares de peregrinos seguiam para a igreja do Mar Elian, cerimônia que aconteceu por séculos. Por sua importância, o mosteiro foi restaurado diversas vezes.
O responsável pela igreja é padre sírio-católico Jacques Murad que foi sequestrado no mês de maio, muito provavelmente pelos próprios terroristas do EI. O religioso era conhecido por ajudar não apenas os cristãos, mas os muçulmanos perseguidos pelos extremistas islâmicos. Ele foi raptado quando separava mantimentos para levar aos refugiados
O sequestro do padre não foi o primeiro dos jihadistas, em 29 de julho de 2013 o padre italiano Paolo Dall’Oglio foi sequestrado enquanto visitava Raqqa. Ele liderava o monastério de Mar Musa e até hoje não há informações sobre ele.
Mosteiro de Mar Elian destruído.
Mosteiro de Mar Elian destruído.
Os sequestros tem sido uma das armas dos terroristas, no início de agosto pelo menos de 230 civis foram sequestrados em Raqqa, cidade considerada um ponto estratégico na estrada que leva até Palmira – cidade que desde maio está nas mãos do EI.
O mosteiro de Mar Elian também não é o primeiro monumento histórico destruído pelo Estado Islâmico, os terroristas já destruíram outros dois mausoléus em Palmira e há rumores de que a cidade toda fora destruída. Palmira é considerada Patrimônio Mundial da Humanidade.
O objetivo dos terroristas é derrubar tudo que não se encaixar na visão do islã, mas parte da história dos muçulmanos e outras vertentes também são alvos dos jihadistas. Um exemplo é a mesquita de Al-Arbain, local de sepultamento de 40 figuras importantes do islã, que foi explodida pelos terroristas no ano passado. Com informações R7. por Leiliane Roberta Lopes

Ex-mendigo vira missionário e dedica-se a ajudar moradores de rua


Testemunho de José Eduardo toca mendigos e viciados

Ex-mendigo vira missionário e dedica-se a ajudar moradores de ruaFoto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS
A história de José Eduardo da Silva é parecida com a de muitos outros. Ele conta que entrou no mundo das drogas por causa da influência de amigos, aos 17 anos. Casou e teve uma filha, mas aos 26 saiu de casa e acabou morando na rua por causa da dependência química.
Eduardo, como gosta de ser chamado, justifica: “Queria liberdade, consumir sem culpa”. Lembra que chegou a usar 25 pedras de crack por dia. Ele ficou cerca de três anos vivendo nas praças de Porto Alegre.
“Há uns dois anos, eu era magro, cabeludo, andava de pés descalços, com a roupa rasgada, toda suja de fezes e urina, e tinha mais ou menos um centímetro de lodo no corpo. Ninguém aguentava ficar perto de mim, nem mesmo os outros mendigos”, conta.
Hoje, aos 30 anos, ele trabalha para recuperar pessoas em situações precárias. O ex-morador de rua e ex-viciado em drogas hoje está liberto e é missionário.
Alcançado pelo trabalho social da Igreja Evangélica Templo de Oração, na Zona Sul de Porto Alegre, ele inicialmente não estava interessado em religião. “Vi que eles estavam dando comida para os moradores de rua. Peguei meu prato de sopa e comecei a prestar atenção no que o pastor dizia. Aquilo tudo fez sentido para mim, me identifiquei e pedi ajuda na igreja”, testemunha.
Ele credita sua recuperação à fé. Depois de um tempo, sentiu que precisava ajudar os outros que vivem nessa situação. “O mendigo é invisível na sociedade, as pessoas passam e não enxergam um ser humano. Por já ter sido como eles, sei do quanto eles precisam de atenção”, justifica.
Criou o projeto Missões e Evangelismo Valentes de Davi há um ano. Com ajuda da igreja, Eduardo cozinha e distribui cerca de 20 marmitas para distribuir na rua.
Após dar a comida, ele conversa e faz uma oração com os mendigos e viciados. Também leva agasalhos e lanches para crianças das vilas de Porto Alegre.
“Resolvi ajudar também crianças em situação de extrema miséria, justamente por serem o futuro da humanidade. Quando forem mais velhas, vão lembrar de um gesto de carinho que receberam no passado, e isso pode mudar o rumo das suas vidas”, revela Eduardo.
Isso não significa que ele esteja livre de frustrações “A pior coisa é quando eu estou entregando a última marmita e aparece mais um morador de rua para comer. Me dá vontade de chorar por não ter mais um prato para oferecer”, desabafa.
Ele vive do dinheiro de ofertas e, como missionário, prega o evangelho em igrejas de todo Estado. Embora tenha dificuldades, faz planos: “O meu maior desejo é poder entregar 200 pratos de comida por dia. Se eu morrer agora e tiver conseguido recuperar uma pessoa, já valeu a pena!”.
O missionário Eduardo Flores pode ser contatado pelo Facebook, na página Missões e Evangelismo Valentes de Davi.  Com informações Clic RBS. por Jarbas Aragão



domingo, 23 de agosto de 2015

Ciência tenta explicar fatos narrados na Bíblia Sagrada e encontra indícios de que foram reais


Ciência tenta explicar fatos narrados na Bíblia Sagrada e encontra indícios de que foram reais
Pesquisadores diversos ao redor do mundo se debruçam sobre as narrativas bíblicas para, através da ciência, comprovar os relatos ou desmistificá-los. Dentre os eventos que mais intrigam os céticos estão a destruição de Sodoma e Gomorra, a caminhada de Jesus sobre as águas e as dez pragas do Egito.
O portal Cracked reuniu cinco teorias científicas que tentam explicar acontecimentos bíblicos sob a perspectiva da ciência e, com a combinação de muitas possibilidades, certificam que as narrativas podem ser reais.
Davi x Golias
Jericó, Sodoma e Gomorra
Jesus sobre as águas
Ressuscitação
Dez pragas do Egito
O filisteu, descrito como um gigante, foi derrotado pelo então pastor de ovelhas israelita com uma pedra e uma lança, que funcionava como um estilingue. No livro “David And Goliath: Underdogs, Misfits, And The Art Of Battling Giants” (“Davi e Golias: Azarões, Desajustados e a Arte de Lutar Contra Gigantes”, em tradução livre), o jornalista Malcolm Gladwell explica que há pistas nos versículos que falam sobre o confronto que levam a entender que Golias sofria de acromegalia, uma doença da glândula pituitária característica de pessoas muito grandes.
O fato de que Golias ia ao campo de batalha levado por um assistente, de acordo com a Bíblia, pode ser uma prova de que o filisteu sofria de acromegalia, pois a doença causa perda de visão. Essa teoria é reforçada por uma fala do próprio gigante, que quando vê Davi, zomba: “Sou eu algum cão, para vires a mim com paus?”. Como Davi portava apenas uma vara de pastoreio, é provável que sofresse de visão dupla, outra característica do transtorno.
Por fim, a forma como Davi derrotou Golias, com uma pedrada disparada com seu “estilingue” contra a testa do gigante, também pode ser comprovada. Para Gladwell, as pedras usadas por Davi tinham “duas vezes a densidade das pedras normais” devido à composição química das rochas na área do vale de Elah, e ele as estava disparando com uma arma que tinha o “poder de parada de um revólver calibre .45”, e a pedrada certeira, entre os olhos, derrubaria qualquer um.
Jericó caiu quando os israelitas, liderados por Josué, conquistaram a terra prometida após o rio Jordão a seco. Por dias, marcharam com a Arca da Aliança em torno da cidade, tocando trombetas, até que no sétimo dia os muros da cidade caíram.
Os cientistas apontam que a causa da queda pode ter sido um terremoto, pois Jericó era localizada em um vale de rifte, uma área considerada instável e propensa a atividade sísmica. O geofísico Amos Nur, pesquisador da Universidade de Stanford, a descrição bíblica da tomada da cidade é compatível com os terremotos registrados na região.
“Esta combinação, a destruição de Jericó e a interrupção do Jordão, é tão típica de terremotos nesta região que resta pouca dúvida sobre a realidade de tais eventos no tempo de Josué”, afirmou, em entrevista ao jornal The New York Times.
Sobre Sodoma e Gomorra, a destruição da cidade com fogo vindo do céu pode também ter sido causada por um terremoto. O antropólogo forense Mike Finnegan descobriu na região restos de homens da Idade do Bronze que morreram por esmagamento, indicando atividade sísmica bem perto do tempo em que a história bíblica teria acontecido.
O tremor poderia ter colocado pressão sobre depósitos subterrâneos de asfalto, que por sua vez poderia ter sido expelido com muita força, já inflamado por incêndios na superfície, atingindo a cidade como uma grossa chuva de fogo.
Essa teoria foi colocada à prova nos laboratórios de centrífuga da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, em escala, onde foi provado que um terremoto suficientemente grande naquela região poderia fazer com que o próprio chão sob as cidades se desmanchasse e as levasse para o fundo do mar.
A explicação encontrada pela ciência, considerando a região onde os fatos narrados aconteceram, é bastante simples: congelamento da água.
Um estudo realizado por uma equipe de cientistas americanos e israelenses chegou à conclusão de que as nascentes salgadas perto da região apontada como o local como onde aconteceu o “evento dos pães e dos peixes”, que precedeu a caminhada sobre as águas, somadas a períodos de frio que duravam muitos anos formariam as condições perfeitas para criar “nascentes congeladas”, que seriam pedaços de gelo logo abaixo da superfície do mar da Galiléia, quase invisíveis para alguém observando de longe.
Doron Nof, professor de oceanografia física na Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos, classifica as chances de haver tais camadas de gelo sobre a água no período da história bíblica como “muito, muito altas”.
A ressurreição de três pessoas através de ordens de Jesus é vista pelos pesquisadores como uma coincidência ligada ao baixo conhecimento médico da época, que levava as pessoas a declararem outras como mortas de forma precoce.
Como parâmetro, os pesquisadores apontam o livro escrito pelo empresário inglês William Tebb no início do século XX, em que ele listou 219 casos de pessoas que escaparam por pouco de serem enterradas vivas, 149 casos de enterros prematuros reais, 10 casos em que os corpos foram dissecados antes da morte por acidente e dois casos em que o embalsamamento foi iniciado em pessoas vivas. Tudo porque acreditava-se que estavam mortos.
O mesmo caso foi registrado há poucos meses, quando um queniano que engoliu inseticida e passou mal a ponto de ficar como morto, acordou no necrotério 15 horas depois de ter sido examinado e considerado sem vida.
Diversos cientistas consideram que as dez pragas seriam a combinação de diversos desastres ambientais. Um estudo feito por climatologistas na composição de estalagmites em cavernas egípcias levou à conclusão de que o faraó Ramsés II governou o Egito durante um período em que o clima era quente e úmido, mas que sofreu uma mudança drástica, tornando-se seco e ainda mais quente, causando a redução do volume de água do rio Nilo e o surgimento de uma bactéria de água doce, que deixa as águas vermelhas.
Como consequência, os sapos migraram da região, proporcionando um aumento da população de insetos, que são transportadores de doenças, o que fez com que todo o gado ficasse sarnento e fraco.
Sobre as pragas seis, sete, oito e nove, os pesquisadores acreditam que elas foram proporcionadas por “uma das maiores erupções vulcânicas da história humana”, quando a mais de 600 quilômetros do Egito, na ilha grega de Santorini, o vulcão Thera teria vomitado bilhões de toneladas de cinzas no céu.
Nadine von Blohm, uma física atmosférica, afirma que as cinzas vulcânicas combinadas com trovoadas poderiam ter causado terríveis tempestades de granizo, enquanto que o biólogo Siro Trevisanato diz que essa maior umidade teria proporcionado um aumento exponencial na população de gafanhotos, e os milhares de milhões de toneladas de cinzas seriam os responsáveis pelas trevas.
A décima e última praga teria sido resultado de todas as anteriores, pois tantas circunstâncias teriam contaminado os alimentos, e estes seriam servidos, por questões culturais da época, primeiro aos filhos mais velhos, os primogênitos, que terminavam morrendo por ingestão dos alimentos envenenados. Postado por Tiago Chagas.