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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Por medo de impeachment, Dilma articula aliados para barrar processo por “pedaladas fiscais”


Por medo de impeachment, Dilma articula aliados para barrar processo por “pedaladas fiscais”
As “pedaladas fiscais” cometidas pelo governo Dilma Rousseff (PT) ao longo de 2014 estão sendo julgadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), e articuladores aliados da presidente já admitem que sofrerão uma derrota.
A possível condenação por crime de responsabilidade fiscal, apelidada popularmente de “pedaladas fiscais”, deverá acontecer por causa de uma estratégia usada para registrar gastos menores: a presidente ordenava que os pagamentos devidos a bancos públicos fossem retidos, assim, era possível melhorar artificialmente o número de contas a pagar em determinado mês, o que garantia a meta de superávit primário – que é a economia feita para o pagamento dos juros da dívida pública.
A operação é considerada irregular, pois fere a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que prevê punição para o governante que gastar mais do que o orçamento prevê. Por lei, o presidente, governadores e prefeitos têm que levar o orçamento votado pelo Poder Legislativo à risca, não gastando mais do que foi autorizado. E na prática, o que Dilma fez foi o contrário.
Um dos pagamentos atrasados por Dilma foi o do Bolsa-Família, que era quitado com os beneficiários pela Caixa Econômica Federal, mas não tinha as verbas públicas repassadas ao banco. Assim, o governo fechava as contas no “azul” para questões formais, mas na realidade devia mais do que tinha arrecadado.
Os ministros do TCU identificaram a irregularidade nas contas do governo do ano passado, reprovaram os dados e pediram explicações. Após a apresentação da defesa, que deverá tentar explicar caso a caso, atribuindo os erros a questões circunstanciais para eximir Dilma de culpa, o colegiado vai votar se a ação foi criminosa ou não. Caso a presidente seja condenada, o Congresso tem a prerrogativa de abrir um processo de impeachment.
E é justamente contra isso que o governo começou a se articular essa semana. Na segunda-feira, 06 de julho, Dilma reuniu aliados no Palácio do Planalto para trabalhar no Congresso com o convencimento dos partidos que formam a base do governo de barrar um processo de impeachment.
De acordo com informações da revista Veja, o primeiro movimento foi feito com um requerimento do senador Acyr Gurgacz (PDT-RO), que solicitou a presença dos ministros Nelson Barbosa (Planejamento), e Luís Inácio Adams (advogado-geral da União) na audiência pública da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
O líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), aceitou votar o pedido feito pelo aliado Gurgacz como um item fora da pauta, contrariando a praxe do colegiado, que é apresentar o requerimento em uma reunião e votar apenas na semana seguinte.
Na terça-feira, 07 de julho, Barbosa e Adams apresentaram dados à bancada do PT na Câmara dos Deputados, mostrando que o TCU não havia apontado as mesmas manobras fiscais como irregulares em anos anteriores.
“Trazemos ao Congresso que esses apontamentos foram entendidos no passado como regulares. Essa realidade existiu em 2000, 2001, 2002 e assim por diante e foram situações consideradas regulares pelo tribunal”, afirmou o advogado-feral da União. “Toda a atuação fiscal segue a lei vigente em anos anteriores e neste ano também”, acrescentou Barbosa.
Amaral, que desrespeitou a praxe das comissões no Senado, disse que o convite feito aos ministros de Dilma servirá para elucidar as dúvidas: “É uma excelente oportunidade para dar publicidade e esclarecer de vez essa história. Não dá para ficar uma situação dúbia, onde comecem a pairar dúvidas sobre as decisões do governo. O governo está muito seguro, muito consciente das suas justificativas e importante também, o governo vai mostrar que muitas das coisas que estão sendo colocadas, elas foram feitas em outros governos também e ninguém disse nada”, justificou-se.

Atentado do Boko Haram na Nigéria termina com a morte de uma menina de 13 anos


Atentado do Boko Haram na Nigéria termina com a morte de uma menina de 13 anos
Um novo atentado terrorista dos extremistas muçulmanos do Boko Haram terminou com a morte de uma menina de 13 anos na Nigéria, no último domingo, 05 de julho.
A Polícia da cidade de Kano, a maior do norte da Nigéria, informou que a menina carregava os artefatos no corpo e detonou a bomba quando se aproximou da grande mesquita no centro do município.
“Ela detonou os explosivos e morreu na hora. Nenhuma outra pessoa foi ferida”, relatou um porta-voz da Polícia, de acordo com informações da agência France Presse.
O relatório da Polícia detalha que a explosão ocorreu às 21H00 local (17h00 de Brasília), em uma rotatória localizada a 200 metros da mesquita Omar bin Khattab. “A mesquita era certamente seu alvo, mas os explosivos foram acionados prematuramente”, informou outro policial.
O Boko Haram intensificou os ataques terroristas desde o final de maio, quando o novo presidente do país, Muhammadu Buhari – que é muçulmano -, tomou posse prometendo “erradicar o terrorismo o mais rápido possível”.
De acordo com informações do site Aleteia, ao menos 520 pessoas morreram nessa série de atentados diários do Boko Haram. Apenas no último domingo foram 49, incluindo a menina suicida.
Também no domingo, um massacre na cidade de Jos, no centro do país, elevou o número de mortos a 260 em apenas uma semana.
O Boko Haram quer a instalação de uma república islâmica na Nigéria, país africano com grande concentração de cristãos. No início, seus ataques eram contra os seguidores de Jesus Cristo, mas se tornaram mais intensos e abrangentes, atingindo também muçulmanos que discordam de suas visões do islamismo.
Mais recentemente, o grupo sinalizou uma aproximação com outro grupo terrorista, o Estado Islâmico, e a formação de uma aliança entre as duas partes acendeu o alerta entre as autoridades internacionais.

Vídeo sobre graça de Deus viraliza na internet


Pastores “pregam” pagando compras em supermercado

Vídeo sobre graça de Deus viraliza na internetVídeo sobre graça de Deus viraliza na internet
A ideia é simples. Os pastores Mike Lewis e Rob Westerman vão para um supermercado num bairro de classe baixa de Cincinnati, Ohio, e pagam pelas compras das pessoas. Eles oferecem o dinheiro e dizem apenas “Deus é bom”, em alguns casos acrescentam “Deus te abençoe”.
As reações são as mais diversas, desde quem não entende nada até quem cai em choro copioso. Compartilhado mais de 150 mil vezes no Facebook, já teve mais de 11 milhões de visualizações em 3 dias.
Na rede social, o texto que acompanha é um lembrete “Faça o que a Igreja é chamada para fazer”. Logo abaixo, repete a mesma mensagem que aparece no final do vídeo. “É melhor dar do que receber” (Atos 20:35).
Mike Lewis, do ministério Jesus Painter e Rob Westerman, da Igreja Nazareno de Springdale são de ministérios diferentes, mas o que seria uma ilustração de sermão acabou deixando-os famosos da noite para o dia nos EUA.
A mídia americana fez várias matérias sobre o material e Westerman, que plantou a igreja na cidade há pouco tempo acabou atraindo a atenção de milhões de pessoas para seu trabalho. Lewis, que também é artista plástico, não aparece nas imagens pois era ele quem estava filmando.
“Um vídeo sobre generosidade” e “O poder de dar” é como as TVs e jornais estão tratando os sete minutos gravados pelos pastores de forma amadora. Primeiramente, foi exibido na igreja de Westerman durante o sermão. Era para ser uma ilustração, mas quando compartilhado nas redes sociais tomou outra dimensão.
Aparentemente pode não fazer sentido alguém querer mostrar o amor de Jesus apenas fazendo o pagamento integral das compras de pessoas que eles nem conhecem. Eles pagam e saem de perto. Não citam longos trechos das Escrituras nem convidam para o culto.
Os pastores gastaram 400 dólares nas compras de “estranhos” e dizem que o objetivo do vídeo era mostrar que qualquer pessoa pode realizar um ato de bondade. Lembram ainda que a ideia da graça de Deus é justamente alguém receber algo que não merecia, unicamente por que Deus estava disposto a dar, sem pedir nada em troca.
Assista o vídeo original:


Papa exibe imagem de Jesus crucificado sobre foice e martelo


Presente foi recebido das mãos de Evo Morales

Papa exibe imagem de Jesus crucificado sobre foice e marteloPapa exibe imagem de Jesus crucificado sobre foice e martelo
Em visita à América Latina, o Papa Francisco passou essa semana pelo Equador e hoje desembarcou na Bolívia.
Recebido pelo presidente Evo Morales, o Papa exibiu um crucifixo em madeira com uma imagem inusitada. Cristo pregado não em uma cruz, mas sobre uma foice e um martelo, símbolos internacionais do comunismo. O objeto é uma reprodução do objeto criado pelo jesuíta espanhol Espinal, que foi homenageado pelo papa no dia anterior.
A imagem foi muito compartilhada e comentada espalhou nas redes sociais chegando a ser um dos assuntos mais comentados do dia no Twitter. Obviamente, dividiu opiniões entre os que consideraram o presente pertinente, dada a homenagem que Francisco fizera na véspera ao colega jesuíta Espinal, e os que a classificaram como “blasfêmia” ou falta de respeito.
Embora Morales se defina como socialista, faz parte do movimento regional conhecido como “bolivarianismo”, que também inclui os governos de Venezuela, Argentina e Equador.
De acordo com o UOL, das mãos do presidente, além do crucifixo comunista, Francisco recebeu um exemplar do “Livro do Mar”, publicado pelo governo da Bolívia, que fala sobre a demanda contra o Chile, requisitando um acesso marítimo. Ganhou ainda uma “chuspa”, pequena bolsa de tecido típica dos Andes.
O Papa retribuiu, oferecendo a Morales uma reprodução do mosaico “Salus Populi Romani”, imagem da virgem com um menino nos braços.
Argentino, Francisco tem familiaridade com os problemas econômicos e sociais dos sul-americanos, mas nunca se pronunciou oficialmente sobre as terríveis consequências das decisões dos governos bolivarianos sobre a população.
Também se calou sobre o aumento da perseguição religiosa nesses países, seguindo o modelo cubano de dominação e doutrinação. O comunismo é, historicamente, ateísta. Em todos os países onde foi implantado houve severa perseguição religiosa.
Na Bolívia, o governo de Morales tem impedido a abertura de novas igrejas evangélicas e também tentado fechar os templos já existentes. A Associação Nacional dos Evangélicos da Bolívia (ANDEB)trava uma batalha jurídica, que inclui uma petição de Inconstitucionalidade buscando a revogação de leis assinadas pelo atual presidente que tenta impedir a livre proclamação do evangelho, que incluem o fechamento de seminários.
Os evangélicos são minoria no país, cerca de 1,6 milhão de pessoas.
O presidente se declara politeísta, crendo em vários deuses e seu governo organiza regularmente atos oficiais no Palácio onde são chamados representantes de vários cultos, incluindo sacerdotes indígenas aymaras que fazem invocações de mortos.
Ao mesmo tempo, cresce no país o satanismo. Por causa do sincretismo, sacrifícios de sangue são feitos na justificativa que isso traria prosperidade e produziria boas colheitas.

Papa Francisco será julgado pelo novo Sinédrio de Israel


Pontífice precisa se desculpar ou será acusado de antissemitismo

Papa Francisco será julgado pelo novo Sinédrio de IsraelPapa será julgado pelo novo Sinédrio de Israel
declaração do papa Francisco no início deste ano, pedindo a criação do Estado da Palestina não caiu bem diante da comunidade judaica. Mas em 26 de junho, quando o Vaticanoestabeleceu relações diplomáticas com essa nação palestina, passando por cima das resoluções da ONU, isso realmente enfureceu judeus conservadores.
Embora com pouca divulgação fora de Israel, foi restabelecido recentemente o Sinédrio, como aquele citado no Novo Testamento. Essa “Suprema Corte religiosa” é composta por 71 sábios e fará um julgamento que promete ser polêmico.
Caso o papa Francisco não se retrate das afirmações que fez sobre os judeus não terem direito à terra de Israel ou a Jerusalém, será julgado dia 20 de setembro de 2015. O Sinédrio explica que já mandaram uma intimação, caso a autoridade máxima dos católicos não compareça, será julgado à revelia.
Desde fevereiro de 2013, o Vaticano demonstra sua simpatia pelo “Estado da Palestina”. Já recebeu inclusive o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, a quem chamou de “anjo da paz”.
Paradoxalmente, Francisco procura se mostrar preocupado com a perseguição religiosa de cristãos no mundo, mas ignora o que acontece com os cristãos árabes que vivem nos territórios palestinos.
A revista hebraica Matzav Haruach reproduziu a carta que o novo Sinédrio enviou a Francisco. O trecho mais veemente diz:
“Suas ações, para nossa grande tristeza, são consistentes com a longa série histórica de ações e posturas da Religião Católica Romana, que no passado jurou perseguir Israel, pois nos recusamos a aceitar seu Messias como o Messias de Israel, e renunciar à nossa fé. Os anúncios e as ações recentes do Vaticano mostram sua rejeição à nação judaica e à Bíblia, que você usa para interpretar as profecias, como se Deus tivesse abandonado o seu país: a Nação de Israel. A realidade prova que a verdade é o oposto disso”.
Depois, além de exigir desculpas formais, anuncia que o Sinédrio se reunirá num tribunal sobre o Monte Sião. Afirma ainda que o pontífice será considerado culpado de antissemitismo.
De acordo com o Breaking Israel News, a carta foi assinada por rabinos influentes, alguns bem conhecidos internacionalmente como Adin Steinsaltz, Yoel Schwartz, Dov Levanoni, Israel Ariel, Daniel Stavsky, Yehuda Edri e Dov Meir Shtein.
Embora o Sinédrio não tenha estatuto político nem legal reconhecido, o julgamento foi anunciado e o governo israelense ainda não se manifestou publicamente. As decisões do Tribunal possuem um significado espiritual para os judeus praticantes.
O termo Sinédrio em hebraico significa “sentar juntos”. Sua história tem uma longa tradição entre os judeus. Eles alegam que são o cumprimento do mandamento de nomear juízes em Êxodo 18:1. Para a maior parte do mundo ele não tem uma imagem positiva por conta dos relatos do Novo Testamento sobre o julgamento de Jesus.
Oficialmente, o Sinédrio acabou no ano 328 d.C, dissolvido pelo imperador bizantino (cristão) que também legislava sobre Jerusalém. Sua versão moderna foi criada num processo que se iniciou em 2004, liderado pelo seu atual chefe, o rabino Yoel Schwartz. Possui inclusive um site na internet.





República das Maldivas caminha para a privatização da liberdade


O Supremo Tribunal das Maldivas publicou as diretrizes para a Comissão de Direitos Humanos do país, que vai perder a sua independência
Daniel, o analista de perseguição da Portas Abertas, criticou o Poder Judiciário Independente: “Se não fosse tão sério, nós até riríamos da decisão. Qual é o sentido disso? São as Nações Unidas que verificam os registos nacionais dos direitos humanos, no chamado Processo de Revisão Periódica Universal. Para isso, as instituições nacionais de direitos humanos, como a Comissão de Direitos Humanos das Maldivas, são convidadas e até mesmo obrigadas a enviar um relatório. Isso é o que eles fizeram: eles enviaram um mero relatório de duas páginas, e que não está ajustado aos padrões internacionais”.
Com as novas orientações, a Comissão de Direitos Humanos terá que verificar tudo o que está dizendo, e se justificar com vários ministérios, transformando a Comissão, de fato, em apenas mais um departamento do governo.
Consequentemente, a decisão tem chamado a atenção da crítica internacional, mas infelizmente, a República das Maldivas caminha para a privatização de sua liberdade. O governo está endurecendo e isso afetará os poucos cristãos que vivem por lá, juntamente com os trabalhadores migrantes cristãos no país.
A Maldivas é o 11º país na Classificação da Perseguição Religiosa e decisões como essas podem acirrar ainda mais os fatores de perseguição e levar os cristãos no país a uma situação cada vez mais difícil.
FontePortas Abertas Internacional

Pastor se orgulha de filha que foi morta por não negar a Cristo


Programa da BBC mostra o crescimento da perseguição a cristãos

Pastor se orgulha de filha que foi morta por não negar a CristoPastor se orgulha de filha morta por não negar a Cristo
O canal inglês BBC apresentou um programa esta semana sobre a situação das meninas de Chibok sequestradas em 2014 pelo grupo extremista Boko Haram na Nigéria.
Mais de 270 delas foram levadas pelos muçulmanos e muitas já morreram. Dentre as que fugiram, a maioria está grávida. Algumas ainda estão casadas com seus captores e há registros que agora estão matando cristãos em nome da jihad.
Entrevistado pela BBC, um pastor nigeriano fez uma declaração que está gerando polêmica. Pai de uma das meninas sequestradas, ele soube que ela se negou a converter-se ao Islã. Forçada a escolher entre sua vida e sua fé, morreu apedrejada por causa de Cristo.
Ele disse ser “grato” por saber da decisão da filha. Identificado apenas como Mark, emocionou-se ao contar o final da vida de sua filha, Monica.
“Disseram que a minha filha se recusou a mudar de religião. Eles [soldados do Boko Haram] cavaram um buraco e enterraram-na até o pescoço, apedrejando-a depois até a morte”, diz o pastor. “Saber que ela morreu por amor a Cristo é a coisa mais feliz para mim. Fico grato que ela não mudou sua religião. Ela confiava em Deus”, ressalta Mark.
Sua mulher, identificada apenas como Martha, acrescentou: “Eu acredito que ela morreu com dignidade. Monica está agora no céu, porque recusou a converter-se [ao Islã]”.
A reportagem da BBC para o programa Panorama da última semana, destacou que a grande maioria das meninas eram cristãs. Todas estavam estudando quando foram levadas pelo grupo terrorista que acredita que isso é um pecado, pois mulheres não podem frequentar uma escola.
Os jihadistas forçaram-nas a se converter ao islamismo, depois foram forçadas a casar com os soldados. Algumas foram vendidas como escravas sexuais.
O Boko Haram estabeleceu um reino de terror há seis anos na região norte da Nigéria. Estima-se que matou 5.500 civis desde o início de 2014, quando intensificou seus ataques. Alegando ser parte do califado dos extremistas do Estado Islâmico, adotou muitas das mesmas táticas usadas no Iraque e na Síria.
Isso inclui matar todos os cristãos que se recusam a converter-se ao Islã. O grupo tem como alvo eliminar o cristianismo do país e estabelecer a sharia – lei religiosa islâmica. Cerca de metade dos nigerianos seguem o cristianismo e o governo tem sido incapaz de combater esse grupo terrorista com eficácia.
A fuga de três mulheres que eram prisioneiras do grupo tem oferecido relatos assustadores de como é a vida sob o domínio do Boko Haram. Além de passar fome, elas são submetidas a todo tipo de humilhação. Duas das fugitivas são adolescentes e estão grávidas. Com informações de Christian Post
Assista:


Turquia está prestes a invadir a Síria; Israel é o próximo?


Movimentação militar na fronteira pode ser sinal profético

Turquia está prestes a invadir a Síria; Israel é o próximo?Turquia está prestes a invadir a Síria; Israel é o próximo?
A movimentação de tropas turcas na fronteira com a Síria podem ser um prenuncio de uma invasão. Desde que a guerra civil começou no país vizinho várias vezes radicais turcos foram apontados como os idealizadores do Estado Islâmico. Se a invasão se confirmar, pode ser o início de um conflito internacional que abalaria todo o Oriente Médio.
Quando o presidente Recep Tayyip Erdogan autorizou uma mudança na legislação, com o apoio do Parlamento, deu a entender em seus discursos que estaria preparando um ataque preventivo contra milícias do Estado Islâmico na fronteira dos dois países.
O objetivo seria estabelecer uma “zona tampão” que protegeria os quase dois milhões de refugiados sírios que saíram de suas casas após o avanço do EI. Contudo, analistas acreditam que o objetivo de Erdogan com uma intervenção militar seria evitar o surgimento de um Estado curdo independente.
A milícia curda da Síria, conhecida como Unidade de Proteção Popular (YPG), já tem o domínio de uma extensa faixa de fronteira nos últimos meses. “Nós nunca permitiremos o estabelecimento de um estado [curdo] no norte da Síria e na nossa região sul”, disse Erdogan diante das câmeras. “Vamos continuar a nossa luta para impedir isso, custe o que custar”.
Os planos de Erdogan foram discutidos em uma reunião do conselho de segurança nacional. Quase 20 mil soldados turcos serão mandados para a fronteira, onde já se encontram mais de 50 mil. As tropas teriam como primeira missão ocupar uma faixa de território na região da fronteira, em Jarablus – sob domínio do EI- e Aazaz, controlada agora pelo Exército Livre da Síria (FSA).
Isso ao mesmo tempo daria condições de estabelecer campos de refugiados fora do solo turco e impedir que as duas regiões sob controle curdo – de Kobane até a fronteira com o Iraque, no leste, e Afrin no oeste – se juntassem.
Os curdos mantêm um estado semiautônomo no Iraque e lutam há mais de 40 anos pela autonomia do Curdistão, que ocuparia parte do Sudeste da Turquia. Eles são considerados uma minoria dentro da Turquia, mas somam 15 milhões de pessoas. Seu representante político no país é o Partido Democrático dos Povos (HDP) e seu braço militar na Síria e no Iraque são o grupo guerrilheiro PKK, que tem enfrentado com sucesso os avanços do EI sobre territórios curdos.
Críticos do governo da Turquia acreditam que pode ser uma “cortina de fumaça”, já que repetidas vezes foi denunciado que são os turcos e os russos que vendem material bélico que sustenta o EI.
Até o momento a Turquia se negou a ajudar nos bombardeios da coalizão liderada pelos Estado Unidos conta o Estado Islâmico. Fazer uma invasão sem uma resolução do Conselho de Segurança da ONU poderia escalonar o conflito.
“O governo turco tem apoiado o Estado Islâmico há anos”, disse Figen Yuksekdag, co-líder do (HDP)em discurso no parlamento da Turquia. O HDP se fortaleceu no Parlamento este ano, quando conseguiu 10% dos votos nas eleições de 7 de junho. Eles são os maiores opositores de Erdogan.
Para os estudantes de profecia, essa movimentação turca pode ser uma maneira de colocar tropas turcas mais perto de Israel. Eles acreditam que a Turquia será o centro da união de nações que se unirá contra Israel na guerra de Gogue e Magogue. Desde que assumiu o poder, Erdogan tem mantido relações próximas com Rússia e Irã, países que também representam ameaças ao Israel moderno.
Segundo o relatório conhecido como Wikileaks, Erdogan “simplesmente odeia Israel”. Nos últimos meses, a Turquia tem mostrado ao mundo sua face mais radical. No ano passado, hospedou o que foi chamado por especialistas em profecias bíblicas de “Confederação do Anticristo”.
Dois meses atrás, Erdogan ameaçou invadir o Estado judeu e unificar o mundo muçulmano. “Jerusalém não é para os cruzados [cristãos]…  Alá testemunha isso. Um povo, uma bandeira, uma nação e um Estado! Jerusalém é para os muçulmanos e não para Israel”, enfatizou Erdogan. “Por que deveríamos continuar a ser amigos com aqueles que pisaram com suas botas no Monte do Templo? Eles insistem que temos de ser amigos? Eu digo, não seremos”, finalizou. Com informações de Prophecy NewsIsrael National News e El País