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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Projeto pretende estipular o que padres e pastores podem ou não fazer no exercício do ministério


Projeto pretende estipular o que padres e pastores podem ou não fazer no exercício do ministério
Um projeto de lei que visa regulamentar a atividade sacerdotal no Brasil está causando discussões entre lideranças religiosas por limitar os direitos às liberdades de expressão e crença.
O projeto de lei 123/2015, de autoria do senador Telmário Mota (PDT-RR), visa “regulamentar a atividade de ministro de confissão religiosa e carreiras afins”, mas na verdade, pode terminar limitando o direito de compartilhamento da crença pessoal.
Na prática, o projeto pretende estipular o que um ministro religioso pode ou não fazer, e quem pode ou não ser um sacerdote, pois estabelece um critério mínimo para ser reconhecido como tal.
De acordo com o texto, um ministro religioso precisará ter, no mínimo, concluído o Ensino Fundamental para exercer as funções inerentes ao cargo de maneira reconhecida pelas autoridades.
O senador Magno Malta (PR-ES) se opõe ao projeto na forma como ele está: “E como fica aquele pastor humilde que vive no interior do Amazonas, em uma região onde nem sequer existe escola, mas que conduz uma igreja grande, onde prega há 20 anos?”, questionou, de acordo com informações do GPrime.
Para Malta, a ambição do projeto em pretender elencar as atribuições de um ministro religioso, como padres e pastores, é um excesso: “Não li no projeto, por exemplo, que o ministro religioso pode pregar o Evangelho para um crackeiro na rua. Então, se esse projeto de lei for aprovado e um pastor for pego pregando na rua, ele estará fazendo algo ilegal?”, completou o senador capixaba.
O projeto ainda passará por discussões nas comissões do Senado antes de ser levado a plenário, e deverá enfrentar forte resistência das bancadas evangélica e católica no Congresso Nacional. “Vamos trabalhar para impedir que isso seja aprovado. Chamado é chamado; missão é missão. Não se pode colocar o chamado pastoral dentro de uma caixa e estabelecer quem é ou não vocacionado”, concluiu Malta.

Estado Islâmico avança e domina assentamento palestino em Damasco, a 200 Km de Jerusalém


Estado Islâmico avança e domina assentamento palestino em Damasco, a 200 Km de Jerusalém
O grupo terrorista Estado Islâmico assumiu o controle de parte de um assentamento palestino em Damasco, cidade que é capital da Síria e localizada a apenas 213 quilômetros de Jerusalém.
A agência France Presse informou que os extremistas muçulmanos tomaram o controle da maior parte de Yarmuk, um acampamento que fica ao sul de Damasco.
O diretor de assuntos políticos da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) na Síria, Anuar Abdel Hadi, informou que a tomada do controle do assentamento envolveu violência: “Os combatentes do Estado Islâmico atacaram durante a manhã o acampamento de Yarmuk e assumiram o controle da maior parte dele”, afirmou.
Segundo Hadi, a invasão aconteceu na última quarta-feira, 01 de abril, e os combates entre os jihadistas do Estado Islâmico e os palestinos continuam, pois ainda há áreas em disputa.
O Estado Islâmico quer formar um califado no Oriente Médio, e governar toda a região a partir dos princípios da sharia, a lei islâmica criada a partir dos ensinamentos do profeta Maomé.
Dentre os objetivos do Estado Islâmico, estão o domínio de todas as áreas possíveis na região, a destruição de Israel e o confronto armado com países do Ocidente, como França, Inglaterra e Estados Unidos, dentre outros, para perseguir e matar cristãos em todo o mundo.
Surgido no Iraque, os extremistas do Estado Islâmico já tomaram áreas da Síria e da Líbia, onde executaram um grupo de 21 cristãos coptas egípcios e divulgaram o vídeo na internet. Na ocasião, fizeram uma ameaça à Igreja Católica, dizendo que o assassinato daqueles fiéis era “uma mensagem assinada com sangue para a nação da cruz”.
Posteriormente, os terroristas ameaçaram decapitar o presidente Barack Obama na Casa Branca e transformar os Estados Unidos em uma província muçulmana.


Marca de ovos de Páscoa com mensagens cristãs é boicotada por donos de supermercado



Marca de ovos de Páscoa com mensagens cristãs é boicotada por donos de supermercado
A tradição dos ovos de Páscoa são uma faceta comercial para o feriado que celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo. Muitos cristãos enxergam essa questão como uma distorção do propósito da data, enquanto outros tentam usar as circunstâncias para dizer o real significado da Páscoa.
Um empresário britânico resolveu que as embalagens de seus ovos de páscoa trariam mensagens sobre Jesus Cristo, mas acabou enfrentando uma resistência dos donos de supermercados, que recusaram vender seus produtos.
A marca “The Real Easter Egg” (“o ovo de páscoa real”, em tradução livre do inglês) coloca ilustrações sobre a história da crucificação e ressurreição de Jesus nas embalagens.
A retaliação dos donos de supermercados à iniciativa usou como argumento “as vendas fracas destes ovos nos anos anteriores” para recusar o produto em suas prateleiras.
Segundo informações do Christian Headlines, o fundador da fábrica, David Marshall, afirmou que os cristãos que desejam ver os produtos à venda novamente deveriam protestar para forçar os donos de supermercados a colocarem os ovos à venda novamente.
“Os supermercados só vão ter 12 ovos por vez em exposição… Assim, se você quiser muito comprar os nossos produtos, tente uma loja local ou um dos varejistas online. Fazemos o nosso melhor a cada ano para argumentar com os donos de supermercados sobre estocar mais dos nossos ovos, mas se você não achá-los nestes grandes comércios, vá em outros lugares”, sugeriu Marshall.
A postura adotada pelo empresário parece ter surtido efeito, e algumas redes de supermercado, como Tesco, Waitrose e Morrison resolveram solicitar lotes dos ovos de Páscoa da “Real Easter Egg”.
A decisão das redes de varejo foi elogiada pelo arcebispo de York, John Sentamu: “Com milhões destes ovos vendidos, estou muito contente que estas redes aceitaram o desafio de continuar vendendo estes produtos. Apelo a Sainsbury, Asda, e à Co-operative para dar a seus clientes a mesma escolha”, afirmou, revelando o nome das empresas que se recusaram a vender o produto.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

“Mulheres padres” querem igualdade de gênero no altar


O Vaticano não reconhece a associação como parte da Igreja Católica Apostólica Romana

“Mulheres padres” querem igualdade de gênero no altar"Mulheres padres" querem igualdade de gênero no altar
Quatro sacerdotisas da Colômbia resolveram exigir igualdade de gênero na Igreja Católica questionando o fato de apenas os homens servirem como padres.
O protesto cruzou as fronteiras através de uma reportagem feita pela agência AFP que destaca o trabalho realizado por essas mulheres que querem os mesmos direitos dos homens no trabalho sacerdotal.
“Apenas os homens são os representantes de Cristo? Não tem pretexto. Todos fomos criados a imagem e semelhança de Deus. Todos somos iguais”, afirma Olga Lucía Álvarez.
A sacerdotisa de 73 anos lidera as missas de uma congregação que faz parte da Associação de Mulheres Presbiterianas Católicas Romanas (ARCWP, na sigla em inglês). A colombiana foi ordenada a bispa em 2010 por Bridget Mary Meehan de Sarasota, Estados Unidos.
A denominação tem cerca de 210 sacerdotisas em dez países europeus e também nos Estados Unidos, as quatro colombianas são as primeiras sacerdotisas da América Latina.
A mais recente bispa da ARCWP é Marina Sánchez que foi ordenada em janeiro deste ano. Além das duas a Colômbia conta com a bispa Judith Bautista, ordenada em novembro do ano passado e Aída Soto que recebeu o cargo em 2011.
“Creio que o espírito está relacionado a uma renovação e não apenas com o sacerdócio feminino, mas com a inclusão”, disse Sánchez sobre as mulheres que lideram comunidades religiosas.
Mas enquanto comemoram seus trabalhos, elas enfrentam a rejeição da Igreja Católica, pois o Vaticano não aceita a participação feminina e nem reconhece a ARCWP como parte integrante da Igreja Católica Apostólica Romana.
O padre Juan Álvaro Zapata, diretor do Departamento de Ministérios Ordenados da Conferência Episcopal de Colômbia condenou essa ligação criada pelas Associação com a Santa Sé.
“Grupos assim não fazem parte da Igreja, assim se autodenominam católicos romanos”, disse.
Zapata ainda explicou que as mulheres podem sim servir a Deus sem precisar de um cargo específico para isso. “No caso das mulheres, não é que para poder servir ao Senhor tenham de chegar a sacerdotes. Há outras maneiras de colaborar para a construção do Reino dos Céus”.

Ativistas gays fazem beijaço em gabinete de deputado que protestou contra novela Babilônia


Ativistas gays fazem beijaço em gabinete de deputado que protestou contra novela Babilônia
Um grupo de ativistas gays foi ao gabinete de um deputado estadual evangélico do Tocantins e promoveu um beijaço em protesto contra uma manifestação de repúdio à novela Babilônia, da TV Globo.
Os militantes homossexuais tinham a intenção de retaliar a aprovação de uma moção do deputado Eli Borges (PROS), em repúdio à Globo pela exibição do beijo gay no primeiro capítulo da novela.
Borges recebeu o apoio de outros 12 deputados, que votaram a favor do requerimento, de acordo com informações do JM Notícia.
O deputado comentou o protesto dos ativistas gays e afirmou que o gesto ilustra com clareza sua opinião a respeito do grupo: “Isso cristaliza o que penso, nós que defendemos a família tradicional, e o pudor, em todas as nossas ações nos respeitamos, discordamos, mas respeitamos [quem pensa diferente]”, disse Eli Borges.
O parlamentar acrescentou que, em seus posicionamentos, não faz insinuações de diminuição e/ou redução das liberdades individuais, mas que reforça a ideia de respeito mútuo: “Na medida em que ‘invadem’ o meu gabinete, estão deixando uma prova que eu respeito eles, mas eles, não me respeitam. Em nenhum momento eu fiz insinuação em detrimento dos seguidores desta prática, eu só disse que a intimidade tem que ser vivida na sua intimidade”, ponderou.

Beijaço

É comum os ativistas gays apelarem para a troca de carícias em público quando querem protestar contra quem discorda de seu estilo de vida.
Em janeiro de 2014, um protesto organizado por ativistas gays contra o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) em Jaboatão dos Guararapes (PE), queria promover um beijaço. Porém, os militantes não conseguiram reunir o número pretendido inicialmente e o protesto terminou com Feliciano dizendo que estava fortalecido para as eleições daquele ano.

Pastor Silas Malafaia pede que evangélicos parem de protestar contra novela Babilônia, diz jornalista


Pastor Silas Malafaia pede que evangélicos parem de protestar contra novela Babilônia, diz jornalista
O pastor Silas Malafaia fez um movimento de bastidores pedindo para que os parlamentares da bancada evangélica parem de protestar publicamente contra a novela Babilônia, da TV Globo.
Para o líder evangélico, continuar criticando a novela pode resultar em promoção do folhetim global, atraindo a atenção de pessoas que não se interessaram por assisti-lo.
A informação foi divulgada pelo jornalista Lauro Jardim, colunista da revista Veja: “Com grande influência na Frente Evangélica da Câmara, o pastor Silas Malafaia orientou os parlamentares a pararem de bater na Globo devido ao beijo gay em Babilônia. Não por mudar de opinião, mas porque pensa que os ataques exagerados à novela na verdade podem produzir o efeito inverso e promovê-la no futuro”, escreveu Jardim.
O próprio Malafaia foi um dos primeiros a se posicionar contra a novela, e afirmou em um pequeno artigo que “a Rede Globo é a maior patrocinadora da imoralidade e do homossexualismo no Brasil”.
No texto, Malafaia considerou a novela como apenas mais um produto de uma emissora que faz defesa das práticas homossexuais há muito tempo: “A Globo mais uma vez estreou uma novela que é bem peculiar ao que ela vem fazendo há anos. Entra novela e sai novela é uma verdadeira apologia ao homossexualismo e a todo o tipo de perversão moral”, disparou o pastor na ocasião.
O gesto de Malafaia aconteceu ao mesmo tempo que os integrantes da bancada evangélica publicaram uma carta de repúdio a Babilônia e que, nas redes sociais, evangélicos promoveram um boicote à novela.
Como resultado disso, o folhetim escrito por Ricardo Linhares, Gilberto Braga e João Ximenes Braga tem acumulado péssimos índices de audiência para o padrão que a Globo estabeleceu ao longo das décadas.

No Superpop, evangélicos que trocaram a fama pela fé contam o que os levou à conversão


No Superpop, evangélicos que trocaram a fama pela fé contam o que os levou à conversão
O programa Superpop da última segunda-feira, 30 de março, recebeu convidados que construíram carreira no mundo do entretenimento e depois, por diversos motivos, resolveram se converter ao Evangelho e deixar, ou modificar, suas carreiras.
Entre os convidados da apresentadora Luciana Gimenez estavam a cantora Mara Maravilha, ex-apresentadora infantil; Rafael Ilha, o ex-integrante do grupo Menudos; Ana Paula Almeida, ex-paquita; e pastor Giuliano Ferreira, ex-ator de filme pornográfico.
Durante o programa, Luciana questionou aos convidados porque algumas pessoas precisam chegar ao “fundo do poço” para despertarem interesse pela fé, e centrou o debate em torno desse ponto de vista, usando o caso da modelo Andressa Urach como exemplo.
“A gente fala que se não vai pela dor, vai pelo amor. É muito lindo ir pelo amor. Mas, infelizmente, nem todos são assim. Aonde existiu o pecado, superabundará a graça. Deus está bem interessado nos que estão doentes”, afirmou Mara Maravilha.
O ex-cantor Rafael Ilha, que coleciona passagens pela Polícia, disse que o caso dele é um que se encaixa na descrição: “Eu já passei por tudo. Durante a minha doença eu procurei o espiritismo, o padre Marcelo, o candomblé, a igreja messiânica, e eu tinha repugnância de evangélicos. Eu não gostava, eu achava que era chato. Chegou um estágio da minha vida em que eu me vi na morte, na beira de um suicídio. Então eu pensei: ou eu morro ou eu me liberto, e preciso da ajuda de Deus para isso”, contou, lembrando que após o período em uma clínica de recuperação mantida por uma igreja evangélica, se converteu ao Evangelho.
Já a ex-paquita Ana Paula contou que nasceu “num lar espírita”, mas que se converteu ainda na infância, depois de problemas de saúde de sua mãe: “Quando eu era paquita, já era evangélica”, resumiu.
O pastor Giuliano Ferreira, que atuou em mais de 300 filmes eróticos, contou que antes de abandonar a indústria pornográfica também passou por maus bocados devido a problemas de saúde: “Deus perdoa a todos, o difícil é lidar com as pessoas”, concluiu.

Papa Francisco agenda visita a igreja evangélica tradicional e será o primeiro papa a ir ao local


Francisco agenda visita a igreja evangélica tradicional e será o primeiro papa a ir ao local
O papa Francisco está programando para o próximo mês de junho uma visita a uma igreja evangélica em Turim, na Itália.
O pontífice católico visitará o templo da Igreja Evangélica Valdense em 22 de junho, e se tornará o primeiro papa a ir ao local.
Essa denominação está presente na Itália há quase um milênio, e aderiu à linha protestante durante a Reforma. Atualmente, é membro da Federação das Igrejas Evangélicas na Itália, da Aliança Mundial das Igrejas Reformadas e do Conselho Mundial de Igrejas.
A visita de Francisco à igreja foi anunciada pelo arcebispo de Turim, Cesare Nosiglia, que também deu detalhes da programação, segundo informações do Aleteia. Entre outras coisas, o papa vai ter um encontro íntimo com um grupo de membros de sua família paterna. Jorge Mario Bergoglio nasceu na Argentina, mas tem ascendência italiana.
A imprensa internacional está interpretando o gesto do papa Francisco como uma sequência do tom de diálogo adotado por ele desde o início de seu pontificado. O encontro ecumênico com os líderes da Igreja Evangélica Valdense, além do fator histórico, marcará uma aproximação maior entre as duas denominações.
Por diversas vezes o papa afirmou que tem interesse de diminuir as distâncias entre a Igreja Católica e as outras tradições cristãs, e que acredita que Deus irá concluir a unificação das igrejas.
“Nunca vi Deus iniciar um milagre que não concluísse bem”, disse o papa em um vídeo gravado para uma comunidade pentecostal norte americana em fevereiro do ano passado.
Francisco também pediu perdão aos evangélicos por conta da perseguição feita contra eles por muitos católicos: “Entre as pessoas que perseguiram os pentecostais também houve católicos. Eu sou o pastor dos católicos e peço perdão por aqueles irmãos e irmãs católicos que não compreenderam e foram tentados pelo diabo”, afirmou o papa durante visita à Igreja Evangélica da Conciliação, na cidade de Caserta, no sul da Itália, em julho de 2014.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Conheça a primeira jogadora de futebol cristã do Paquistão



A agência de notícias Al Jazeera informou sobre a crescente popularidade de uma jovem de Karachi que, sendo a primeira mulher cristã do Paquistão a jogar futebol em seu país, está emergindo como uma voz contra a intolerância religiosa


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Joyann Geraldine Thomas fez sua estreia internacional em novembro de 2014, aos 17 anos. A jovem decidiu seguir carreira no futebol inspirada por sua mãe, uma atleta cuja oportunidade de correr no campeonato final foi negada por causa de sua fé.
Falando sobre a intolerância aos cristãos em seu país, Joyann disse: "O Paquistão deve progredir e isso só vai acontecer se houver amor e sinceridade para todas as religiões, raças e etnias".
A jovem representa o clube Balochistan United, um dos campeões nacionais. O presidente do clube, Rubina Irfan, disse: "Para nós, não existe diferença entre uma garota cristã ou uma menina muçulmana. Mesmo as outras jogadoras nunca classificam suas colegas baseadas em religião ou casta".

Pastor chinês é condenado a um ano de prisão por proteger cruz


Ele e alguns fiéis tentaram impedir a retirada da cruz no topo da igreja no ano passado

Pastor chinês é condenado a um ano de prisão por proteger cruzPastor é condenado a um ano de prisão por proteger cruz
Em junho de 2014 cerca de 50 membros de uma igreja cristã na China tentaram impedir que a cruz do templo fosse removida pelas autoridades do país. Um mês depois o pastor Huang Yizi, responsável pela igreja, foi preso e agora condenado a um ano de prisão.
A sentença foi dada pelo Tribunal Popular em Pingyang onde centenas de pessoas acompanharam, sendo a maioria delas cristãos, que aguardavam pela liberação do líder religioso.
O advogado do pastor, Zhang Kai, afirmou que vai apelar ao tribunal esperando que Huang Yizi seja liberado da pena e possa voltar para sua família.
A sentença dada se refere ao crime de “juntar multidões para perturbar a ordem social”, uma tentativa deliberada do país em impedir o crescimento de cristãos, prática cada vez mais comum.
A retirada de cruzes e o fechamento de igrejas por alegações incoerentes como “construções ilegais” foi uma ação para impedir o crescimento de cristãos na China, os números são altos e preocupam o governo controlador que tenta de todas as formas barrar o surgimento de novas igrejas.

Cristão libertado pelo Estado Islâmico relata torturas sofridas


O homem revelou ainda como os soldados são influenciados pelos líderes para ter ódio de não-muçulmanos

Cristão libertado pelo Estado Islâmico relata torturas sofridasCristão libertado pelo EI relata torturas sofridas
Um cristão que foi escravo do Estado Islâmico na Síria deu seu depoimento para a revista New York relatando como foi tratado pelos terroristas.
Foi o nome do homem que fez com que os soldados do EI descobrissem que ele era cristão, motivo suficiente para torná-lo refém. “Seu nome é muito estranho”, disseram os soldados do Conselho Mujahideen Shura que fazia revistas em postos de controle do exército sírio.
O cristão saiu do Líbano para visitar familiares na Síria passando por quinze postos de controle até ser parado pelo grupo que mais tarde se juntou ao EI.
Vendado, o cristão e outros viajantes foram levados para outro local, ali eles foram acorrentados, torturados e submetidos a choques elétricos.
No depoimento dado à jornalista Sulome Anderson, filha de Terry Anderson – jornalista mantido refém no Líbano por sete anos – o homem relata que muitos dos reféns foram fuzilados e outros foram usados para atrair dinheiro para os terroristas que pediram resgate para as famílias.
Sua família precisou juntar 80.000 dólares para que ele saísse com vida, naquele dia ele e outros reféns foram jogados nas ruas de Aleppo. “Ah, meu Deus, foi a sensação mais maravilhosa que eu já tive”, lembra.
Quando foram libertados eles encontraram soldados sírios e pediram ajuda. “Havia soldados do Exército Livre da Síria. Corremos até eles e eles nos levaram para uma igreja. Eu vi a cruz e eu pensei: ‘estou vivo!’”.

Terroristas passam por lavagem cerebral

O refém libertado pelo EI relata que Abu Bakr al-Baghdadi não é o único líder do grupo terrorista. “Eles sofreram uma lavagem cerebral. A única coisa que eles sabem é que existe um homem que se proclama emir, um homem que está acima deles. Não é Baghdadi [o líder máximo do Estado Islâmico]. Há muitos níveis de emires.”
O que esses emires afirmam se torna lei entre os soldados. “Qualquer coisa que esses emires disserem, os militantes fanáticos vão acreditar que é verdade. E os emires dizem: ‘Deus manda você ir e matar’. Como eu sou cristão, eles me diziam: ‘Você matou muçulmanos nas cruzadas’. Outro me disse que eu era do exército do papa e que eu tinha matado muçulmanos na Espanha. Nós tentávamos dizer que isso não é verdade, que nós não somos isso”.
O cristão relatou que no Líbano e também na Síria os cristãos e muçulmanos viviam em harmonia. “Nós sempre vivemos ao lado de muçulmanos em paz. Trabalhamos juntos, gostamos uns dos outros. Mas essas pessoas querem que o mundo seja como eles e matam qualquer um que não é”Com informações Aleteia

Padre sofre infarto e morre na frente dos fiéis enquanto celebrava missa de Ramos


Padre sofre infarto e morre na frente dos fiéis enquanto celebrava missa de Ramos
Um padre sofreu um mal-estar e morreu durante a celebração de uma missa em Cariacica (ES), no último domingo, 29 de março. Os fiéis, assustados, tentaram reanimá-lo e chamaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas ele não resistiu.
Carlos de Assis Viana, 37 anos, havia sido ordenado ao sacerdócio em 2011, e era pároco da igreja São Francisco de Assis, no bairro Porto de Santana, em Cariacica.
Durante a celebração da missa de Ramos, o padre Viana caiu no altar por volta das 20h00. Os fiéis prestaram socorro imediatamente, porém quando o SAMU chegou, ele já estava morto.
A Arquidiocese de Vitória informou que a principal suspeita é que o padre Carlos de Assis tenha sofrido um ataque cardíaco, de acordo com o G1.
O padre Kelder Brandão, amigo do falecido, disse que ele era muito querido pelos fiéis da comunidade em Porto de Santanta: “O povo de lá tem muito carinho por ele. Estão todos em choque”, contou.
“Padre Carlos era a humildade encarnada. Foi professor da rede pública, uma pessoa muito simples. Exercia o ministério com muito zelo. Foi muito agradável conviver com ele”, disse Kelder, que trabalhou junto de Assis por mais de um ano.
Ao receber a notícia, o padre Kelder disse ter ficado em estado de choque, pois o amigo não tinha histórico de complicações cardíacas: “Recebi um telefonema de um seminarista dando a notícia, e fiquei atônito. Ele não tinha nenhum indicativo de doença. Foi um susto para todos, um infarto fulminante”, lamentou.
O corpo do padre Carlos de Assis Viana será velado na paróquia São Francisco de Assis, em Porto de Santana, e depois será trasladado para sua cidade natal, Caeté (MG), onde será sepultado.

Igrejas passam a considerar Presbiteriana como seita após aprovação do casamento gay


Igrejas passam a considerar Presbiteriana como seita após aprovação do casamento gay
A decisão da Igreja Presbiteriana nos Estados Unidos em aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo causou uma reação instantânea em outras denominações, que romperam os laços de fé com a entidade.
A Iniciativa Nacional das Igrejas Negras (NBCI, na sigla em inglês), que representa 34 mil congregações de 15 denominações, anunciou o rompimento como forma derepudiar a decisão tomada pela Prebyterian Church USA(PCUSA), uma das convenções presbiterianas dos Estados Unidos.
“A NBCI e sua base de membros são posicionados na Palavra de Deus, dentro da mente de Cristo. Nós pedimos que nossos irmãos e irmãs da PCUSA se arrependam e sejam restaurados à comunhão”, disse o presidente da NBCI, pastor Anthony Evans, segundo informações do Christian Post.
O comunicado do líder evangélico disse ainda que agora a denominação presbiteriana se tornou uma seita: “A manipulação da PCUSA representa um pecado universal contra toda a Igreja e seus membros. Com essa ação, a PCUSA não pode mais basear seus ensinamentos em 2 mil anos de Escrituras e tradição cristã, e ainda se chamar de entidade cristã no corpo de Cristo. Ela abandonou o seu direito por este único ato errado”, acrescentou Evans.
A NBCI representa 15,7 milhões de evangélicos afro-americanos, e foi a primeira a se posicionar mais firmemente sobre o caso. No Brasil, o reverendo Augustus Nicodemus Lopes afirmou que a Igreja Presbiteriana daqui não tem vínculos com a PCUSA.
“O apóstolo Paulo nos adverte sobre isso quando declarou em Gálatas 1:8 que há quem pregue outro Evangelho. Nenhuma igreja tem o direito de mudar a Palavra de Deus. Ao votar para redefinir o casamento, a PCUSA perde automaticamente a graça salvadora de Cristo. Há sempre a redenção no corpo de Cristo através da confissão de fé e aderência à Sagrada Escritura”, acrescentou o pastor Evans, deixando claro que o rompimento está condicionado à decisão de aceitar o casamento gay.


Estado Islâmico amputa mãos de crianças acusadas de roubar brinquedos e comida no Iraque


Estado Islâmico amputa mãos de crianças acusadas de roubar brinquedos e comida no Iraque
O Estado Islâmico continua sua saga de crueldade e terrorismo nos territórios onde conseguiu domínio e agora estaria amputando as mãos de crianças acusadas de roubo.
Os relatos de uma família sunita-xiita mista que viveu em Mosul, reduto iraquiano do Estado Islâmico, dão conta que os terroristas aplicam a pena de amputação das mãos em adultos e crianças acusados de roubo.
Numa entrevista ao site de notícias iraquiano Rudaw, a família Al-Saraj contou que após fugirem de Mosul, mantiveram contato com amigos que ficaram na cidade e recebem relatos das barbáries cometidas pelos extremistas.
Sem saber a data específica do fato, a família relatou que o Estado Islâmico teria decepado as mãos de quatro crianças, uma delas por ter roubado um brinquedo. “Eles cortaram as mãos de quatro filhos, com idades de 12, 11, 13 e 16 […] Uma das crianças roubou um pássaro de brinquedo, um outro roubou um cabo elétrico”, contou uma das filhas da família, identificada como S.A., que recebeu a informação através de uma mensagem de texto enviada por um colega.
O irmão de S.A., usando o nome fictício de “Ibrahim”, afirmou que recebeu um vídeo de um adolescente sendo executado com um tiro na nuca à queima-roupa por um dos militantes do Estado Islâmico. O jovem havia sido acusado de roubar comida.
“Ele roubou alguma coisa, ele queria comer”, afirmou Ibrahim, lembrando que após a tomada da cidade pelo Estado Islâmico, houve escassez de alimentos. No vídeo, que foi mostrado pelo refugiado ao repórter do site iraquiano, é possível ver o pai do garoto implorando pela vida de seu filho.
A mãe de A.S. e Ibrahim, identificada como R.S., contou que o Estado Islâmico também impõe penas às mulheres que violam suas leis rigorosas: “Eles cortam seus cabelos, algumas são apedrejadas, algumas são filmadas, enquanto outras são decapitadas por adultério. Se a mulher tem um namorado, a punição é apedrejamento. Se ela tiver mais de um namorado, ela vai ser filmada [enquanto é executada]”, relatou R.S.
Além disso, a família acrescentou que nos territórios sob o domínio do Estado Islâmico, um homem sunita e uma mulher xiita, e vice-versa, não estão autorizados a se casarem, e se o grupo descobrir que um homem sunita é casado com uma mulher xiita, o grupo obriga o homem a se divorciar de sua esposa.