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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Jovens armados invadem paróquia, agridem padre e quebram imagens de “ídolos”


Jovens armados invadem paróquia, agridem padre e quebram imagens de “ídolos”
Um novo caso de intolerância religiosa contra católicos foi registrado no último sábado, 14 de fevereiro, quando um grupo de jovens armados invadiu uma paróquia e agrediu o padre, além de destruir as imagens dos santos da religião.
O pároco da Igreja Santa Luzia, em Maceió (AL) disse que viveu momentos de desespero quando foi feito refém pelos jovens, que por uma hora o agrediram e mantiveram cativo: “Eles quebraram as imagens falando que eram de ídolos”, disse o padre Paschal Prosper, de 62 anos, que se recuperava de uma cirurgia.
Outras 10 pessoas que estavam na igreja também foram mantidas reféns e agredidas, de acordo com informações do G1.
O padre Paschal está à frente da paróquia há 20 anos, e embora já tenha sido assaltado diversas vezes, disse que nunca havia vivido uma situação como essa. “Os assaltantes deram tapas em todos, são jovens fortes e violentos. Não sei quantos foram porque fiquei nervoso e, como fiquei deitado no chão, não deu para ver”, contou à reportagem.
A ação violenta e desrespeitosa é fruto da falta de temor a Deus e noção do valor da vida: “Fiquei uma semana no hospital, pois a minha pressão baixou. Tiveram que colocar marca-passo e eu cheguei na casa paroquial na sexta-feira, e no sábado aconteceu isso”, lamentou, acrescentando que apesar de estar bem, tem medo de que os marginais voltem.
Os itens roubados durante a invasão da igreja foram um carro Gol, de um casal de fiéis que estava no local, celulares, um computador desktop, um notebook, e objetos pessoais das vítimas. Posteriormente, a Polícia Militar localizou o carro abandonado em um bairro vizinho. No entanto, os policiais não têm pistas de quem seriam os assaltantes ou onde encontra-los.

Recorrência

Diversos casos de invasão de igrejas católicas e destruição de imagens têm sido registrados Brasil afora. Um dos casos mais violentos foi registrado em Cajazeiras (PB), quando um grupo de evangélicos invadiu uma igreja, quebrou a imagem de Aparecida e urinou sobre ela.
À época, o responsável pela paróquia Santo Antônio, padre Quirino, acusou evangélicos da cidade de promoverem perseguição religiosa: “Estão fazendo a cabeça das crianças para repudiarem Nossa Senhora. Estão também chamando os católicos de baratas pretas”, relatou o padre, que denunciou os fiéis da denominação do pastor Luiz Lourenço, conhecido como Poroca, como responsáveis pelas agressões e vandalismo.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

#FelicidadeQueVemDoAlto: a alegria que o véu não esconde


Há alguns anos, colaboradores da Portas Abertas visitaram o Irã e trouxeram a sua visão do país: bastante diferente do que costumeiramente é ouvida. Leia o relato a seguir – escrito por um desses visitantes – e descubra porque os iranianos têm uma alegria e um jeito de ser bem parecidos aos dos brasileiros


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“De onde você é?”, pergunta o recepcionista do hotel, “do Brasil?”. Eu respondo que sim. Ele sorri e exclama: “México, 70: Pelé, Jairzino (sem o h), Rivelino, Guersson (Gérson)...” e aí vai, dizendo a escalação da seleção brasileira de futebol na Copa de 1970. Ele aparentava ter de 45 a 50 anos. Era alto e tinha um olhar de pessoa experiente, que não se impressiona com qualquer coisa. Mas, diante de um brasileiro, ele não se conteve e começou a expressar seu gosto pelo futebol. E o fez sem medo. Falou abertamente, sorrindo e contagiando quem estava por perto. Logo começaram a comentar os feitos dos brasileiros no futebol mundial.
Mas, o que sobressaiu não foi a identificação com o futebol. Foram a espontaneidade e a maneira extrovertida de ser.
Esse encontro se deu em um hotel em Teerã, capital do Irã, onde uma equipe da Portas Abertas ficou hospedada por oito dias, com o objetivo de conhecer de perto essa nação.
Quem são os iranianos?
No início dos anos 1990, pelo menos quatro casos de perseguição aos cristãos se notabilizaram. O primeiro é de Mehdi Dibaj, que ficou vendado durante dois anos em uma cela solitária. Outro caso foi o do pastor Haik Hovsepian, ex-superintendente das Assembleias de Deus no Irã e líder do conselho de igrejas protestantes: ele foi assassinado perto de sua casa. Tateos Michaelian (líder presbiteriano que substituiu o pastor Haik na liderança do conselho de igrejas) e Mohammad Bagher Yusefi, ex-muçulmano, também foram assassinados.
Diante dessas histórias, é natural que se queira saber como esta hostilidade se manifesta nos dias de hoje. Será que, ao passar na rua, as pessoas questionariam: “Ei, você é cristão?” E, se a resposta fosse sim, começariam a nos agredir verbal ou fisicamente? Será que todos são forçados a andar com uma placa pendurada, assinalando no que creem, para estimular a discriminação? Será que a mera manifestação da fé gera rivalidade?
Essas questões instigam a nossa curiosidade. E a resposta para todas elas é não.
A maioria da população é muçulmana nominal, mas existem os que anseiam por um islamismo puro, livre da corrupção do Estado. Há também os radicais, mas eles são poucos.
O povo não se parece com as pessoas que vemos na televisão. Não são sisudas e não têm o menor traço de hostilidade. Pelo contrário: são pessoas amistosas, calorosas, extrovertidas, comunicativas, gentis e bonitas. Elas andam pelas ruas com vivacidade, atentas ao que acontece no mundo. São pessoas com forte senso crítico, cientes das intenções do governo e interessadas em mudanças em seu país. Não são pessoas que só falam de religião.
Como vivem os cristãos
Jesus é conhecido no Irã como um “mensageiro de Deus”, mas qualquer alusão à sua divindade, no país onde 90% da população professa o islamismo, é alta blasfêmia. O direito de ser cristão é concedido somente às minorias não-persas, mas, ainda assim, esse é um direito limitado: só pode haver evangelização entre os membros do mesmo grupo étnico. Pode-se trocar de denominação, mas não se pode convidar um muçulmano a crer em Cristo.

Por onde quer que se ande, encontram-se pessoas dispostas a externar a sua insatisfação com o Estado. Elas não veem coerência nos atos do governo, sentem-se exploradas. Essa insatisfação torna a situação mais propícia ao evangelho quando se pensa no contingente jovem do país. Estima-se que 70% dos iranianos tenham menos de 30 anos. Esses quase 50 milhões de jovens têm um potencial incalculável de influenciar o futuro do país e muitos deles estão com o coração aberto a uma fé que não se identifique com o Estado. Você está disposto a orar por eles?

“Pregadores da teologia da prosperidade são falsos profetas”, diz pastor


Justin Peters ministrou no 2º Encontro Apologético Internacional da Paraíba

“Pregadores da teologia da prosperidade são falsos profetas”, diz pastor"Pregadores da teologia da prosperidade são falsos profetas"
O pastor e apologista norte-americano Justin Peters participou, na tarde desta segunda-feira (16), do 2º Encontro Apologético Internacional da Paraíba, realizado na Igreja Assembleia de Deus (Ministério Missão) em Campina Grande. Durante seu seminário, Peters expôs alguns dos principais ensinamentos da Teologia da Prosperidade. De acordo com o americano, os líderes e pregadores desse movimento são falsos profetas, e não pregadores bíblicos.
“Benny Hinn, Kenneth Copeland, Joel Osteen, Myles Munroe, Joyce Meyer e outros são todos falsos profetas. O que eles ensinam não é o Evangelho pregado por nosso Senhor Jesus Cristo, mas um ensino que não tem nenhuma base bíblica”, afirmou Justin.
O apologista discorreu sobre algumas das principais doutrinas pregadas por esse movimento, exibindo trechos em vídeo de pregações dos principais expoentes do evangelho como a dos pequenos deuses. Justin foi categórico ao declarar que tal ensino é baseado numa interpretação errônea do texto bíblico.
“Eles [os “profetas da prosperidade”] ensinam que, se fomos criados à imagem e semelhança de Deus, nós também somos deuses, ou temos uma natureza divina. Mas isso não é verdade. Por várias vezes nas Escrituras, vemos Deus sendo enfático ao dizer que é o único Deus, o único Senhor, e que o homem não é igual a Ele. Pensar que temos uma natureza divina é uma blasfêmia”, concluiu.
O 2º Encontro Apologético Internacional da Paraíba será encerrado nesta terça, 17. As inscrições ainda podem ser feitas, gratuitamente, no stand da VINACC no Parque do Povo.
O portal Gospel Prime é um dos apoiadores do evento e transmite as plenárias da Consciência Cristã ao vivo


Obama quer formar coalizão internacional para impedir recrutamento de jovens pelo Estado Islâmico


Obama quer formar coalizão internacional para impedir recrutamento de jovens pelo Estado Islâmico
A escalada das barbáries promovidas pelo Estado Islâmico no mundo levou o presidente Barack Obama a propor uma coalizão internacional contra ações de extremistas religiosos.
Obama se reunirá ainda nesta semana com representantes da União Europeia, organizações não-governamentais (ONGs) e o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, para debater sobre quais meios podem ser utilizados na luta contra o terrorismo motivado pelo extremismo religioso.
A necessidade mais urgente é encontrar uma forma de deter o recrutamento de jovens por jihadistas, estratégia muito utilizada pelo Estado Islâmico, e também combater preventivamente os atos radicais, comparados com terrorismo.
De acordo com o portal Terra, o presidente dos Estados Unidos quer que essa coalizão tenha participação dos países onde há empenho na luta pela liberdade religiosa.
“Queremos organizar uma rede ampla para combater o extremismo violento. Queremos agir”, explicou um alto funcionário do governo norte-americano.
O evento que acendeu a luz de alerta para a questão foi o atentado contra a sede do jornal francês Charlie Hebdo, que deixou 17 mortos. Logo depois, em Copenhague, Dinamarca, outras duas pessoas foram mortas por extremistas em nome do profeta Maomé.
Mais recentemente, a divulgação da morte por decapitação de 21 cristãos coptas egípcios na Líbia, forçou o Egito a agir e bombardear instalações dos extremistas.
Agora, temendo que as ações terroristas do Estado Islâmico cheguem ao ocidente, o governo norte-americano vai reunir empresários, especialistas, governantes e representantes da União Europeia para decidir quais passos serão dados.
“Escutaremos o setor privado, as cidades do mundo, as ONGs e todos aqueles que puderem contribuir para dar uma solução”, disse outro funcionário da administração Obama, explicando que as iniciativas sugeridas serão aplicadas de forma concentrada na contenção da radicalização, o recrutamento e a incitação à violência por questões de fé.

Egito reage ao assassinato de 21 cristãos e bombardeia instalações do Estado Islâmico na Líbia


Egito reage ao assassinato de 21 cristãos e bombardeia instalações do Estado Islâmico na Líbia
O assassinato de 21 cristãos coptas egípcios pelo Estado Islâmico provocou uma reação imediata do governo do Egito e uma ação militar pontual como resposta à violência dos terroristas.
O presidente do país, general Abdel Fatah al-Sisi, declarou luto oficial de sete dias, e convocou o conselho de defesa para retaliar a execução dos cidadãos egípcios. Após a decisão sobre como reagir, a Força Aérea bombardeou áreas controladas pelos aliados do Estado Islâmico na Líbia.
Al-Sisi afirmou que os ataques aéreos foram uma resposta a “assassinos que não demonstram qualquer sinal de humanidade“, segundo informações do Jornal Nacional.
Um comunicado das Forças Armadas disse que os bombardeios foram feitos “contra quartéis, posições, lugares de concentração e treinamento, e armazéns de armas” dos jihadistas leais ao Estado Islâmico no território líbio, e a ação militar cumpriu seus objetivos “com exatidão”.
Ainda segundo o mesmo comunicado, os aviões da Força Aérea egípcia “voltaram sãos e salvos para suas bases” no país, e que o bombardeio foi “uma vingança ao sangue egípcio” derramado pelos terroristas, de acordo com a Folha de S. Paulo.
O bombardeio foi realizado com o consentimento dos militares da Líbia, que também participaram da ação militar. “Novos ataques aéreos serão realizados em coordenação com o Egito”, afirmou um representante do governo oficial do país, que está sediado na cidade de Tobruk, pois perdeu o controle da capital, Trípoli, para o Estado Islâmico.
Assista à reportagem do Jornal Nacional:

Repúdio

O governo brasileiro manifestou reprovação à decapitação dos egípcios, mas omitiu em sua nota, a religião dos homens assassinados pelo Estado Islâmico, referindo-se a eles como “trabalhadores” ao invés de cristãos.
A fé professada por eles foi o principal motivo das mortes, com os terroristas frisando que tratava-se de uma mensagem à nação da cruz, uma referência aos bilhões de cristãos no mundo.
“O Brasil manifesta sua indignação diante do brutal assassinato de 21 trabalhadores egípcios, alegadamente em território líbio, por membros do grupo autodenominado Estado Islâmico. A intolerância religiosa e o recurso à violência política merecem o mais veemente repúdio do governo e do povo brasileiro”, disse a nota divulgada pelo governo, de acordo com informações do Uol.





Papa Francisco pede a fiéis que orem para que Deus una os cristãos: “O diabo é o pai das divisões”


Papa Francisco pede a fiéis que orem para que Deus una os cristãos: “O diabo é o pai das divisões”
O papa Francisco voltou a falar sobre seu desejo de ver as diferentes tradições cristãs unidas em prol do Evangelho, e disse que as divisões são arquitetadas pelo diabo.
“Nós temos que orar para que o Espírito Santo nos una. Jesus queria a unidade de todos. O diabo é o pai das divisões, sempre divide, sempre faz guerras, faz muito mal”, afirmou o pontífice, de acordo com informações da agência EFE.
Antes de sua nomeação como papa, o cardeal Jorge Mario Bergoglio ficou conhecido em Buenos Aires, capital argentina, por seu bom diálogo com líderes evangélicos. Em alguns eventos, aceitou receber orações de pastores, num gesto simbólico de sua crença de que, apesar das diferenças, os cristãos católicos e evangélicos seguem ao mesmo Deus.
“[No coração de Cristo] se encontra desejo de unidade dos seus discípulos pertencentes a esta sede. O encontramos expresso na oração elevada ao Pai antes da Paixão. Porque nós todos somos um”, acrescentou Francisco.
Adiante, o papa voltou a pedir que os fiéis continuem intercedendo e se comprometendo com “a plena unidade dos discípulos de Cristo, sabendo que Ele está conosco e nos apoia com a força de seu Espírito, e que este objetivo está se aproximando”.
A união de cristãos católicos, protestantes, ortodoxos e coptas, entre outras tradições menores, é um objetivo que o papa frisa constantemente. Há um ano, Francisco gravou uma mensagem em vídeo para um congresso pentecostal nos Estados Unidos, organizado pelo pastor Kenneth Copeland.
Durante os cerca de cinco minutos da mensagem, o Francisco disse que tem fé de que Deus conclua bem o “processo de unificação das Igrejas cristãs”, pois nunca tinha visto Ele “iniciar um milagre que não concluísse bem”.

Arqueólogos descobrem tabuletas que confirmam narrativa bíblica do exílio judeu na Babilônia


Arqueólogos descobrem tabuletas que confirmam narrativa bíblica do exílio judeu na Babilônia
Uma expedição de arqueólogos localizou mais de 100 tabuletas com relatos do exílio do povo hebreu na Babilônia há aproximadamente 2.500 anos. O achado histórico reitera as narrativas bíblicas sobre o período.
Segundo Filip Vukosavovic, pesquisador especializado na Babilônia antiga, Suméria e Assíria, as tabuletas possuem o tamanho da palma da mão de um adulto e mostram em detalhes a rotina dos judeus por volta de 600 a. C.
“Nós começamos a ler as placas e em poucos minutos estávamos absolutamente atordoados. Elas preenchem uma lacuna crítica na compreensão do que estava acontecendo na vida dos judeus na Babilônia mais de 2.500 anos atrás”, disse Filip.
A expedição pelo Iraque chegou à conclusão de que o rei Nabucodonosor não tratava os judeus da mesma forma que o povo havia sido tratado séculos antes pelos faraós. “Eles não eram escravos”, disse o arqueólogo.
Durante suas investidas militares para aumentar seu império, o rei babilônio fez incursões contra Israel, e uma delas, em 586 a. C., coincidiu com a destruição do primeiro Templo, construído por Salomão em Jerusalém. Nessas circunstâncias, ele forçou os judeus a migrarem para a capital do império babilônico.
“Nabucodonosor não era um governante brutal em relação a isso [bem-estar dos povos conquistados]. Ele sabia que precisava dos judeus para reanimar a economia babilônica”, acrescentou Filip, citando como exemplo o posto ocupado por Daniel, um judeu que se tornou braço-direito do rei.
De acordo com a agência Reuters, as tabuletas também descrevem a vida de uma família judaica ao longo de quatro gerações, começando com o pai, Samak-Yama, passando para seu filho, depois o neto e o próximo neto com cinco filhos, todos eles batizados com nomes hebraicos bíblicos.
“Nós até sabemos os detalhes da herança feita para os cinco bisnetos”, disse o arqueólogo.  “Por um lado são detalhes chatos, mas por outro, você aprende muito sobre quem são essas pessoas exiladas e como viviam”, acrescentou.
As peças estão em exposição no Museu Terras da Bíblia, em Jerusalém, numa mostra chamada “Os rios da Babilônia”. Para Filip Vukosavovic, elas formam um achado que complementa o quebra-cabeça de seu período histórico, e ajudou a descobrir um dos fatores que levaram os judeus a se espalharem pelo mundo, pois quando os babilônios permitiram que o povo hebreu retornasse a Jerusalém, em 539 a. C., uma parcela escolheu permanecer e fundou uma comunidade judaica forte, que permaneceu sólida durante 2.000 anos.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Casamento gay e Estado Islâmico “abrem caminho para o Anticristo”, diz pastor


Robert Jeffress publicou livro e causa polêmica

Casamento gay e Estado Islâmico “abrem caminho para o Anticristo”, diz pastorCasamento gay abre caminho para o Anticristo, diz pastor
O pastor Robert Jeffress lidera a influente Primeira Igreja Batista de Dallas, uma megaigreja com mais de 11 mil membros. Associado à conhecida Convenção Batista do Sul, ele tem chamado atenção por suas declarações polêmicas.
Ano passado, afirmou que os líderes cristãos estão apoiando satanistas e ateus ao se omitirem. Também asseverou que a reeleição de Obama levaria o mundo para o reinado do Anticristo.
Com o lançamento de seu novo livro, ele volta a causar polêmica. Com o título sugestivo de Countdown to the Apocalypse [Contagem regressiva para o Apocalipse], a obra lista os sinais contemporâneos de que a volta de Jesus pode ser ainda nesta geração. Alguns líderes cristãos o classificam como alarmista, enquanto outros acreditam que ele está tocando em assuntos que não podem mais ser ignorados pela igreja.
Jeffress lembra que ninguém pode saber exatamente quando ocorrerá a volta de Cristo, mas ele faz um estudo, lembrando, “Jesus disse que haveria certos sinais que precederiam Sua vinda, e estes sinais seriam como as dores de parto que uma mulher experimenta”.
Entre os “sinais” ele destaca o fortalecimento do grupo terrorista anticristão Estado Islâmico. O pastor acredita que os cristãos estão se tornando insensíveis à perseguição, simplesmente aceitando tudo, ao invés de se posicionar em oração. “Eu acredito que estamos ficando insensíveis a isso [perseguição], o que abrirá o caminho para o mundo futuro, quando o anticristo perseguir e martirizar os cristãos não haverá repercussão alguma”, aponta Jeffress.
“Paulo disse que nos últimos dias haveria tempos terríveis, e a palavra ‘terrível’ significa ‘sem restrições’. Acredito que é isso o que estamos vendo hoje”, afirmou ele ao site Charisma News. O pior, segundo ele, é que quando os cristãos tomam uma postura, eles é que são rotulados como extremistas.
Isso estaria ligado ao outro “importante sinal”, apontado por Jeffress no livro: a normatização da imoralidade. Isso inclui tudo, desde o casamento gay até o aborto, que passaram a ser aceitos pela sociedade e ensinados nas escolas. Para o pastor o aumento das ameaças de outras nações contra Israel também é um forte indicativo.
O pastor reconhece que a perseguição contra os cristãos, a imoralidade e as ameaças aos judeus existem há milênios, mas agora estariam o status de normalidade e não de exceção.

Ativista ateu mata três jovens muçulmanos durante discussão; Polícia suspeita de “ódio religioso”


Ativista ateu mata três jovens muçulmanos durante discussão; Polícia suspeita de “ódio religioso”
Um ativista ateu matou a tiros três muçulmanos durante uma disputa de vaga de estacionamento, na cidade universitária de Chapel Hill, no estado da Carolina do Norte (EUA).
No entanto, os parentes das três vítimas acusam o ateu de executar os jovens motivado por ódio religioso, já que em circunstâncias anteriores, ele havia ameaçado os muçulmanos com uma arma.
Craig Stephen Hicks, 46, confessou o assassinato do casal Deah Shaddy Barakat, 23 anos, e Yusor Mohammad, 21, e a irmã dela, Razan Mohammad Abu-Salha, 19 anos. Deah e Yusor haviam se casado há apenas um mês.
Preso, Hicks disse à Polícia que o motivo do crime foi a briga pela vaga no estacionamento do condomínio onde vivia, porém, há indícios de que ele possa ter aproveitado o entrevero para extravasar seu ódio contra os religiosos.
Mohammad Abu-Salha, pai das jovens e sogro do rapaz assassinado, disse que Hicks já havia ameaçado suas filhas antes e exibido uma arma de fogo: “Foi um assassinato no estilo execução, com tiro na cabeça”, relatou o muçulmano.
Segundo informações das agências de notícias, Hicks é casado e militante antirreligião. Em sua página no Facebook, compartilha imagens que tecem críticas à fé, e mensagens com certo teor de intolerância às escolhas alheias: “Não sou ateu porque ignoro a realidade das escrituras religiosas. Sou ateu porque as escrituras religiosas ignoram a realidade”, diz uma de suas publicações.
Em outro texto, Hicks diz que “diante do enorme prejuízo que sua religião fez a este mundo, diria que não só tenho o direito, mas também o dever de insultá-la”.
A Polícia revelou que o ativista ateu está colaborando com as investigações e que, apesar do histórico de críticas de Hicks às religiões, não existem elementos que comprovem que a motivação do crime foi o ódio do assassino às religiões.
Ateus e entidades ateístas condenaram o crime, lamentando o assassinato e especulando sobre a saúde mental do assassino.

Marginais invadem templo e matam pastor a tiros durante culto; Um fiel ficou ferido


Marginais invadem templo e matam pastor a tiros durante culto; Um fiel ficou ferido
Um pastor foi executado enquanto dirigia um culto em uma igreja evangélica no interior da Bahia, na última terça-feira, 10 de fevereiro.
O pastor José Cândido Lima, 60 anos, dirigente da Igreja Batista Kairós, em Cruz das Almas, foi interrompido enquanto pregava por dois homens, que entraram no templo encapuzados e armados.
Os assassinos mandaram o pastor se calar, porém Lima os repreendeu e ordenou que saíssem do local. Ao invés disso, eles o agrediram e dispararam diversos tiros à queima-roupa, segundo informações do G1.
“Eles [suspeitos] entraram na igreja e mandaram que o pastor calasse a boca. O pastor, então, pediu que os rapazes se retirassem, em nome de Deus. Logo em seguida, os elementos deram coronhadas no pastor e depois descarregaram as duas armas atirando nele até a morte”, disse a delegada Ívia Vidal, responsável pelo caso.
O pastor não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Seu corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade de Santo Antônio de Jesus, vizinha a Cruz das Almas.
De acordo com a delegada, antes de deixarem o local do crime, os dois homens ainda tentaram disparar contra outras pessoas, mas não conseguiram: “Eles viraram as armas para os fiéis e tentaram atirar, mas a munição velha deu defeito. De tanto apertarem a arma para atirarem contra os fiéis, um disparo atingiu de raspão a perna de uma fiel de 50 anos”.
Testemunhas disseram à polícia que a família do pastor vive no Ceará e vinha programando a mudança para a Bahia. José Cândido Lima deixa mulher e filhos. A delegada responsável pelo caso informou que o inquérito para investigar a motivação do crime já foi aberto, porém nenhuma pessoa foi presa ainda.

Missão Portas Abertas fará acampamento com dinâmicas que simularão a realidade da Igreja Perseguida

Missão Portas Abertas fará acampamento com dinâmicas que simularão a realidade da Igreja Perseguida
O ministério de jovens da Missão Portas Abertas está organizando um retiro de Páscoa para apresentar a realidade da Igreja Perseguida aos adolescentes evangélicos do Brasil.
A iniciativa do Underground – nome que faz referência às igrejas subterrâneas em países de grande perseguição a cristãos – tem como proposta estimular os crentes a orarem e engajarem-se no apoio aos fiéis que sofrem em nome de Cristo.
Durante os dias do retiro, uma simulação do que é a perseguição religiosa a cristãos será encenada, e os inscritos irão vivenciar, guardadas as devidas proporções, parte do sofrimento a que são submetidos os fiéis a Jesus nos países onde não há liberdade de culto.
De acordo com a programação, haverá ainda palestras e dinâmicas de grupo para explorar ao máximo as experiências adquiridas durante os dias do evento.
“O acampamento underground é um evento de simulação da Igreja que sofre perseguição no mundo por causa da fé em Cristo. Um dos propósitos do acampamento underground é estimular os crentes a orar e a se engajar em prol dos nossos irmãos e irmãs que sofrem ao redor do mundo, para despertar a consciência sobre a perseguição e prover oportunidades e recursos para que mais cristãos brasileiros conheçam a realidade de uma parte do Corpo de Cristo que está sofrendo”, descreve o site oficial do evento.
O evento será permitido apenas para maiores de 18 anos, e será realizado em João Pessoa (PB), entre os dias 02 a 05 de abril no feriado da Páscoa. “A gente promete que você vai voltar pra casa. Mas não vai ser do mesmo jeito”, sugere o texto de divulgação.
Os valores para participação do acampamento variam entre R$ 140,00 (à vista no boleto) e R$ 150,00 no cartão (parcelamento em até três vezes).
Assista ao vídeo promocional do acampamento:


Eduardo Cunha retoma projeto que proíbe adoção de crianças por casais gays e recebe elogios


Eduardo Cunha retoma projeto que proíbe adoção de crianças por casais gays e recebe elogios
O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) decidiu que irá reenviar o projeto de proibição de adoção de crianças por casais homossexuais à pauta da Câmara dos Deputados.
O presidente da Câmara definiu que a discussão sobre o assunto deverá ser feita através de uma Comissão Especial. A proposta conhecida como Estatuto da Família pretende estabelecer legalmente que somente as relações entre homem e mulher e eventuais filhos sejam reconhecidas como família.
De maneira indireta, isso poderia resultar na proibição de adoção de filhos por casais homossexuais. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, Eduardo Cunha comprou a briga com parlamentares do PT e com ativistas gays, e deverá usar todas as cartas políticas à mão para levar adiante o projeto.
Há poucos dias, Cunha já havia causado furor em feministas ao dizer que, durante seu mandato à frente da Câmara, nenhuma proposta de legalização do aborto seria levada à discussão. A postura foi elogiada por diversos líderes cristãos e também pela jornalista Rachel Scheherazade.
A Comissão Especial goza de um artifício legal que faz com que a tramitação do projeto seja mais ágil, pois a votação definitiva da proposta será feita entre os parlamentares que integrarem o colegiado.
Os integrantes da bancada evangélica já se mobilizam para que apenas parlamentares favoráveis ao projeto sejam nomeados para os cargos chave dessa Comissão Especial.

Estatuto do Nascituro

Apelidado de “bolsa-estupro” por oposicionistas, o projeto do Estatuto do Nascituro prevê auxílio para as mulheres que tenham engravidado em consequência de um abuso sexual. A ideia do projeto é oferecer uma alternativa ao aborto, que nesses casos, é permitido por lei.
O texto do projeto diz que é dever do Estado garantir “todos os direitos do nascituro, em especial o direito à vida, à saúde, ao desenvolvimento e à integridade física e os demais direitos da personalidade”.
Apoiado pelos parlamentares das bancadas evangélica e católica, o projeto havia tido sua tramitação dificultada por apoiadores do aborto, mas agora deverá voltar à discussão pelas mãos do presidente da Câmara.

Elogios

Eduardo Cunha vem sendo elogiado por lideranças cristãs por assumir uma postura franca e objetiva sobre temas polêmicos.
O blogueiro Danilo Fernandes, editor do Genizah, publicou um artigo com observações sobre as primeiras ações do parlamentar à frente da Câmara, e disse que “basta um político cristão em posição de poder para iniciar o combate à iniquidade”.

Obama declara guerra ao Estado Islâmico e pede autorização para enviar tropas contra os terroristas


Obama declara guerra ao Estado Islâmico e pede autorização para enviar tropas contra os terroristas
O presidente Barack Obama pediu ao Congresso dos Estados Unidos a autorização para uma operação militar contra os terroristas do Estado Islâmico, e se aprovado, o pedido deverá significar o início de uma guerra.
O pedido de Obama aconteceu após a confirmação da morte de uma norte-americana voluntária em ações humanitárias que havia sido sequestrada pelos terroristas. Anteriormente, outros cidadãos do país já haviam morrido pelas mãos do Estado Islâmico.
Segundo Obama, a mobilização militar contra os extremistas tornará “os Estados Unidos mais fortes” na luta contra de derrotar a ideologia terrorista. “Não tenha dúvida de que essa é uma missão difícil e continuará difícil por algum tempo. Mas nossa coalizão está na ofensiva e o Estado Islâmico está na defensiva. O Estado Islâmico vai ser derrotado”, disse o presidente.
Esse é o primeiro pedido de autorização para ir à guerra feito desde que George W. Bush solicitou ao Congresso o aval para invadir o Iraque em 2002, como consequência dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.
Se a declaração de guerra ao Estado Islâmico feita por Obama for aceita pelos congressistas, a ação militar poderá durar até três anos, e se necessário, poderia ser renovada. A investida contra os extremistas só seria concluída pelo próximo presidente, que assume em 2017.
De acordo com a revista Veja, Barack Obama afirmou aos congressistas que a concessão de mais poderes para combater o Estado Islâmico “mostraria ao mundo que estamos unidos em nossa determinação” para derrotar os jihadistas, que representam “uma ameaça ao povo e à estabilidade do Iraque, Síria e Oriente Médio, e à segurança dos Estados Unidos”.
Por fim, o presidente afirmou que “se não for controlado, o Estado Islâmico representará uma ameaça para além do Oriente Médio, incluindo a pátria americana”, concluiu, fazendo menção aosplanos dos terroristas de atacar cristãos em todo o mundo.