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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Jornalista desabafa sobre polêmica de seu comentário sobre jovem preso a poste

Imagem: Reprodução/Yvonne Bezerra de Mello/Arquivo PessoalA jornalista Rachel Sheherazade, âncora do jornal ‘SBT Brasil’, conhecida por suas opiniões fortes, gerou muita polêmica em vários segmentos da sociedade ao falar sobre o episódio de um adolescente, de 15 anos, ter sido preso pelo pescoço com uma tranca de bicicleta, a um poste no Aterro do Flamengo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo relatos, o ato foi praticado por “justiceiros”. Clique aqui e assista ao comentário da jornalista.
Entenda o caso
Segundo matéria publicada no G1, o menor, que tem três passagens na polícia por roubo e furto, foi levado no dia da agressão com lesões corporais para o Hospital Souza Aguiar, mas acabou fugindo da instituição. Pouco tempo depois, ele se apresentou espontaneamente a um abrigo da Prefeitura. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social, o adolescente foi transferido para uma unidade de menores infratores na Zona Norte, porque há um mandado de busca e apreensão contra o mesmo.
Além da exibição de uma justificativa de seu comentário no próprio jornal ‘SBT Brasil’, a jornalista publicou na coluna Opinião, do site da Folha, nesta terça-feira (11) uma resposta sobre sua fala.
Leia na íntegra:  
Imagem: Divulgação/SBTOrdem ou barbárie? 
O fenômeno da violência é tão antigo quanto o ser humano. Desde sua criação (ou surgimento, dependendo do ponto de vista), o homem sempre esteve dividido entre razão e instinto, paz e guerra, bem e mal.
Há quem tente explicar a violência, a opção pela criminalidade, como consequência da pobreza, da falta de oportunidades: o homem fruto de seu meio. Sem poder fazer as próprias escolhas, destituído de livre-arbítrio, o indivíduo seria condenado por sua origem humilde à condição de bandido. Mas acaso a virtude é monopólio de ricos e remediados? Creio que não.
Na propaganda institucional, a pobreza no Brasil diminuiu, o poder de compra está em alta, o desemprego praticamente desapareceu… Mas, se a violência tem relação direta com a pobreza, como explicar que a criminalidade tenha crescido em igual ou maior proporção que a renda do brasileiro? Criminalidade e pobreza não andam necessariamente de mãos dadas.
Na semana passada, a violência (ou a falta de segurança) voltou ao centro dos debates. O flagrante de um jovem criminoso nu, preso a um poste por um grupo de justiceiros deu início a um turbilhão de comentários polêmicos. Em meu espaço de opinião no jornal “SBT Brasil”, afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio.
Embora não respalde a violência, a legislação brasileira autoriza qualquer cidadão a prender outro em flagrante delito. Trata-se do artigo 301 do Código de Processo Penal. Além disso, o Direito ratifica a legítima defesa no artigo 23 do Código Penal.
Não é de hoje que o cidadão se sente desassistido pelo Estado e vulnerável à ação de bandidos. Sobra dinheiro para Cuba, para a Copa, mas faltam recursos para a saúde, a educação e, principalmente, para a segurança. Nos últimos anos, disparou o número de homicídios, roubos, sequestros, estupros… Estamos entre os 20 países mais violentos do planeta. E, apesar das estatísticas, em matéria de ações de segurança pública, estamos praticamente inertes e, pior: na contramão do bom senso!
Depois de desarmar os cidadãos (contrariando o plebiscito do desarmamento) e deixá-los à mercê dos criminosos, a nova estratégia do governo, por meio do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, é neutralizar a polícia, abolindo os autos de resistência.
Na prática, o policial terá que responder criminalmente por toda morte ocorrida em confronto com bandidos. Em outras palavras, é desestimular qualquer reação contra o crime. Ou será que a polícia ousará enfrentar o poder de fogo do PCC (Primeiro Comando da Capital) ou do CV (Comando Vermelho) munida apenas de apitos e cassetetes?
Outra aliada da violência nossa de cada dia é a legislação penal: filha do “coitadismo”; e mãe permissiva para toda sorte de criminosos. Presos em flagrante ou criminosos confessos saem da delegacia pela porta da frente e respondem em liberdade até a última instância.
No Brasil de valores esquizofrênicos, pode-se matar um cidadão e sair impune. Mas a lei não perdoa quem destrói um ninho de papagaio. É cadeia na certa!
O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), o Estatuto da Impunidade, está sempre à serviço do menor infrator, que também encontra guarida nas asas dos direitos humanos e suas legiões de ONGs piedosas. No Brasil às avessas, o bandido é sempre vítima da sociedade. E nós não passamos de cruéis algozes desses infelizes.
Quando falta sensatez ao Estado é que ganham força outros paradoxos. Como jovens acuados pela violência que tomam para si o papel da polícia e o dever da Justiça. Um péssimo sinal de descontrole social. É na ausência de ordem que a barbárie se torna lei.
Rachel Sheherazade é evangélica desde os 23 anos. Hoje, aos 40 anos, é casada e mãe de um casal de filhos.
Fonte: Folha e G1

Estudo mostra a vulnerabilidade ao estresse de líderes cristãos

O trabalho é um dos fatores sociais que pode gerar estresse, no caso de padres e pastores isso acontece por se tratar de um trabalho emocional


Estudo mostra a vulnerabilidade ao estresse de líderes cristãosEstudo mostra a vulnerabilidade ao estresse de líderes cristãos
Uma pesquisa realizada pela pós-graduanda Fernanda Siqueira Baptista mostra que pastores e padres também são vulneráveis ao estresse.
Para chegar a essa conclusão foram ouvidos 80 líderes cristãos, sendo 40 padres e 40 pastores que vivem nas cidades do Oeste Paulista.
O resultado foi apresentado pelo estudo que recebeu o nome de ‘Vulnerabilidade ao Stress e estratégias de enfrentamento de Líderes religiosos cristãos’ assinado por Siqueira que é aluna do Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Faculdade de Ciências (FC) da Unesp.
Os entrevistados responderam a um questionário sociodemográfico e a análise dos dados recolhidos foi feitas através dos testes estatísticos Mann-Whitney e correlação de Sperarman mostrando que 35% dos pastores e 37,5% dos padres obtiveram índice médio superior em pressão no trabalho.
Mesmo não sendo estatisticamente significativos, os resultados mostram que padres e pastores possuem fontes de estresse diferentes. Enquanto para os padres o ministério é mais estressante, para os pastores a fonte de estresse é a família.
“A análise correlacional indicou que as crenças influíram sobre o enfrentamento religioso espiritual, sendo que os pastores fizeram maior uso de enfrentamento negativo, enquanto os padres maior uso de enfrentamento religioso total”, diz o resumo da pesquisa.
Com essa pesquisa foi possível mostrar a necessidade de outros estudos que avaliem esses casos e a criação de programas com foco na saúde emocional de líderes religiosos, além de programa de intervenção e prevenção que consiga auxiliá-los no enfrentamento dessas fontes de estresse. 


Assembleia de Deus não é mais a mesma, diz José Wellington

O líder criticou a aceitação de usos e costumes que não fazem parte da denominação


Assembleia de Deus não é mais a mesma, diz José WellingtonAssembleia de Deus não é mais a mesma, diz José Wellington
Durante uma reunião com obreiros da Convenção Fraternal das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo (CONFRADESP) o pastor José Wellington Bezerra da Costa criticou a inclusão de usos e costumes que não fazem parte da doutrina da Assembleia de Deus.
“Nós estamos, paulatinamente, imitando e aceitando os costumes dos samaritanos”, disse ele. José Wellington lembrou a criação da Assembleia de Deus que é uma igreja avivada, não por mãos de homens, mas pelo Espírito Santo.
“Estamos caminhando para uma igualdade, já existe muitas coisas do costume dos samaritanos que nós já estamos aceitando. Há muita coisa entre nós que não é da Assembleia de Deus”, disse o líder.
José Wellington citou que essas influências estão deixando os cultos mais frios, sem a presença do Espírito Santo que cura e liberta as pessoas.
O presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) também falou sobre as igrejas que não tocam mais hinos da harpa para tocar aqueles que fazem as pessoas baterem palma.
“Os samaritanos trouxeram alguns corinhos e muita ‘bateção’ de palma,  alguns conjuntos que começam o culto para animar… irmãos, culto não é programa de auditório”, disse.
Mulheres com cabelos curtos, enfeites de jóias, homens com cavanhaque, grupos de dança nas igrejas e outras coisas foram criticados por José Wellington que afirmou que a “Assembleia de Deus já não é mais a mesma”.
Assista:




Governadora do RN participa de culto com Silas Malafaia

Rosalba Ciarlini recebeu uma oração do pastor que intercedeu pelo crescimento do Estado


Governadora do RN participa de culto com Silas MalafaiaGovernadora do RN participa de culto com Silas Malafaia
O pastor Silas Malafaia esteve neste domingo (9) pregando na igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo do bairro do Capim Macio, em Natal (RN).
A governadora do Estado, Rosalba Ciarlini, esteve na igreja e acompanhou a pregação e no final do culto recebeu uma oração feita pelo líder religioso.
“Toda a comunidade aqui presente vai orar e pedir bênçãos de sabedoria, discernimento e paz para a senhora governadora. Também vamos pedir pela harmonia e pelo crescimento do Rio Grande do Norte”, disse o pastor Malafaia.
Filiada ao DEM, Ciarlini tentará ser reeleita. Em 2010 ela conquistou o cargo de governadora do Rio Grande do Norte com 813.813 votos.
Antes de ocupar a cadeira do Governo, Rosalba Ciarlini passou pela prefeitura da cidade de Mossoró e ficou quatro anos como Senadora.
Além dela, o culto na ADVEC de Natal também contou com a presença do presidente da Câmara dos Vereadores de Natal, Albert Dickson.


Obra da Copa em Cuiabá terá nome de igreja

A decisão foi dada pela Câmara que quer homenagear o "Grande Templo" da Assembleia de Deus que fica em frente ao viaduto


Obra da Copa em Cuiabá terá nome de igrejaObra da Copa em Cuiabá terá nome de igreja
O governador do Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB) anunciou nesta segunda-feira (10) que a estação  do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que deverá ser instalada na Avenida do CPA receberá o nome de ‘Grande Templo’.
O nome que seria dado a estação se tornou uma grande polêmica na capital Cuiabá, pois os vereadores escolheram o nome “Grande Templo” e o prefeito, Mauro Mendes (PSB), sancionou a lei. Porém o governador havia escolhido o nome  ‘Jamil Boutros Nadaf’ para a estação.
Barbosa é evangélico, mas resolveu homenagear Jamil Nadaf, um importante empresário da cidade que faleceu em 2009.  “Hoje o estado está fazendo justiça a esse homem honrado, que presidiu por muitos anos a Federação do Comércio (Fecomércio), que fica nessa avenida”, disse o governador.
Mas para evitar confusão, Silval Barbosa resolveu aceitar o nome dado pelos vereadores da capital. O Grande Templo é o nome da sede da Assembleia de Deus de Cuiabá que fica em frente do viaduto.
A decisão do governador foi publicada no Diário Oficial do Estado, mas para evitar novos impasses ele se reunirá com o prefeito Mauro Mendes e com o presidente da Câmara de Cuiabá, Júlio Pinheiro (PTB) para decidirem os nomes das próximas obras da Copa que serão inauguradas no Estado. 

Brasil Alfabetizado é apresentado a líderes religiosos de Rondônia

As igrejas e templos religiosos oferecerão aulas para pessoas acima de 15 anos que não sabem ler e nem escrever 


Brasil Alfabetizado é apresentado a líderes religiosos de RondôniaBrasil Alfabetizado é apresentado a líderes religiosos de Rondônia
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) de Rondônia se reuniu na última quinta-feira (6) com líderes de entidades religiosas do Estado para apresentar o Programa Brasil Alfabetizado.
A proposta é fazer parcerias com essas entidades para que elas ofereçam seus espaços para a realização de cursos de alfabetização.
“Muitas entidades já têm estrutura para receber o programa e sentem falta de realizar uma ação social dentro de sua igreja. Às vezes o que falta é só uma mobília ou os alunos para começar este tipo de ação”, disse Elcilene Neves, coordenadora do projeto.
O programa é voltado para jovens com 15 anos ou mais que não sabem ler e nem escrever. Além de oferecer seus espaços para esses alunos, as igrejas e templos religiosos também poderão estimular seus membros para se tornarem alfabetizadores.
“Para se tornar um alfabetizador, basta a pessoa ter o Ensino Médio completo. Alguns líderes veem que há gente sem alfabetização em suas entidades, mas que não podem fazer muito por isto”, diz Elcilene ao jornal Rondônia Dinâmica.
A Seduc oferece apoio para a formação continuada de alfabetizadores que precisam aprender como trabalhar com alunos adultos.
Todo o programa foi apresentado aos representantes de entidades religiosas pela articuladora do programa, Sonia Maria Pereira, que falou todos os pontos importantes.
Sonia enfatizou os objetivos do projeto, a metodologia aplicada, os recursos que são repassados para os coordenadores e alfabetizadores, as informações sobre o espaço que receberá os alunos e todas as informações necessárias.
Os religiosos presentes entenderam a importância do programa e estão dispostos a colaborar. O padre  Eduardo Fabiano, da Paróquia Nossa Senhora do Amparo, entende que “quem consegue ler, consegue enxergar o mundo” e por este motivo apoia a iniciativa da Seduc.
O pastor Emerson Campanholo, da Igreja Adventista do Sétimo Dia, também é a favor da proposta. Tanto que sua igreja já realiza um projeto parecido com crianças entre 10 e 15 anos. “A criança quando aprende ler e escrever, ela se sente mais inserida social, econômica e espiritualmente, já que se aproxima de Jesus”, diz. 


Pastor critica adoção de costumes judaicos por igrejas evangélica brasileiras

Pastor critica adoção de costumes judaicos por igrejas evangélica brasileirasA influência do judaísmo nas igrejas evangélicas contemporâneas é assunto que constantemente levanta polêmicas no meio cristão e, principalmente, motiva críticas por parte de líderes cristãos que não aprovam a importação de costumes judeus para dentro do cristianismo.
Em um texto publicado recentemente, o reverendo , missionário da Junta de Missões da Convenção Batista Nacional, criticou essa aproximação exagerada de alguns segmentos evangélicos da cultura judaica, os quais classificou como “grupos heréticos”.
- A igreja brasileira sempre nutriu certa apreciação pela Terra Santa e pelo Povo Judeu. Mas o que vemos hoje em dia é uma importação exagerada dos costumes judeus para dentro da igreja, ferindo assim a orientação apostólica, o ensino dos pais da igreja e dos reformadores quanto ao assunto – afirmou Branco.
Afirmando ter como objetivo em seu artigo “mostrar a irracionalidade, a deturpação e denunciar explicitamente as aberrações destes movimentos tidos judaizantes espalhados pelo Brasil”, o religioso afirma que é necessário se ter uma compreensão da missão história de Israel e do Antigo Testamento, e afirma que tal missão tem sido vista de forma equivocada pela igreja brasileira.
- O Antigo Testamento, com todas as suas leis, rituais e tradições, tem sido muitas vezes interpretado de forma equivocada, principalmente por alguns segmentos cristãos, não tão novos como imaginamos, que desde o princípio da igreja tem procurado trazer para dentro da Nova Aliança elementos oriundos das tradições judaicas, culminando naquilo que conhecemos como “cristãos judaizantes” – explica Luis A R Branco.
- A missão de Israel no Antigo Testamento envolvia elementos muito particulares para aqueles dias e tentar transferir estes elementos para os nossos dias, pode certamente nos induzir a erros e a cometer interpretações equivocadas da missão de Israel – completa, citando seu livro “Israel e a Igreja”.
O reverendo explica ainda que muitas das regras cerimoniais relatadas pela Bíblia em relação ao povo judeu tinham como base mais “questões de saúde, devido à sua localização geográfica e questões climáticas do que propriamente com questões religiosas”. Ele ressalta ainda a incoerência da tentativa de adotar alguns desses costumes, e deixar de observar outros, como a dieta kosher.
Outro costume que se tornou “moda” entre muitas igrejas, e que também foi criticado pelo pastor, é o uso do Shofar. Explicando que tal prática é adotada de maneira equivocada pelas igrejas, por ser usado totalmente fora de seu contexto histórico e religioso, o pastor afirma que “não estamos revivendo em hipótese alguma o fortalecimento do judaísmo nas igrejas, mas um sincretismo religioso que reúne elementos de todo tipo de religião”.
- Meus irmãos as heresias destes grupos que são vários e cada um com um nome diferente, tem como objetivo afastar o crente de Jesus Cristo e da sua obra redentora. Estes grupos, através destas festas, rituais, re-batismos no Jordão e ensinos, procuram enriquecer vendendo ou fazendo parcerias com empresas que vendem pacotes turísticos para Israel, e levas os crentes a negar a fé – finaliza.




Darlene Zschech termina primeira fase do tratamento contra o câncer de mama e diz: “Estou certa do amor de Deus por mim”

A pastora Darlene Zchech, ex-líder de louvor da Hillsong Church concluiu a primeira fase de quimioterapia para vencer o câncer de mama e compartilhou a experiência em seu blog.
Darlene Zschech termina primeira fase do tratamento contra o câncer de mama e diz: “Estou certa do amor de Deus por mim”“Estou chegando ao final de uma rodada de quimioterapia (eu tenho 5 para ir) e tudo que eu posso dizer é: Graça, graça e mais graça”, escreveu Darlene.
O anúncio de que havia descoberto a doença aconteceu no final de 2013, após a cantora ter passado por exames de rotina, que detectaram uma anomalia.
Darlene confirmou que está perdendo cabelo, mas tem recebido “muito conforto” do marido e das filhas, apesar de a perda capilar causar incômodo: “Me faz parecer mais doente do que eu sinto”, confessou.

“Eu posso dizer que apesar de tudo, estou certa do amor de Deus por mim. Verdadeiramente esta foi uma das partes mais doces dessa fase [...] Os nossos amigos, familiares e nossa família amada da igreja são surpreendentes a cada dia. Eu estou convencida de que a vida sempre foi concebida para ser vivida em verdadeira comunhão. Dias bons e dias ruins, mas sempre é melhor em conjunto”, comentou Darlene.
A ministra de louvor aproveitou para anunciar que lançará músicas que compôs a partir de reflexões feitas durante essa fase: “Na verdade, já estamos planejando um culto de ação de graças em nossa igreja, em novembro, onde vamos gravar músicas nascidas durante esta temporada. Nós simplesmente queremos preencher o lugar com louvor por tudo o que Deus tem feito”, afirmou. 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Na reta final de produção, Paulo César Baruk anuncia título de seu novo CD: “Graça”




O cantor Paulo César Baruk já iniciou a produção de seu novo álbum, que será chamado “Graça”.
Os trabalhos do primeiro disco que Baruk lançará pela Sony Music vêm sendo desenvolvidos em São Paulo e em Nashville, no estado norte-americano do Tennessee.
“Este CD é um dos meus projetos mais elaborados. Tenho recebido referências muito interessantes e criativas. Sem dúvida, este vem sendo um projeto de maior pesquisa e elaboração. O resultado tem ficado maravilhoso e creio que o projeto refletirá o meu amadurecimento pessoal e profissional. Creio que em mais duas semanas já possa apresentar a mix para a gravadora!”, afirmou o cantor e produtor.